

Macapá quer o prefeito eleito e legítmo Mario Neto na prefeitura


Macapá quer o prefeito eleito e legítmo Mario Neto na prefeitura
O problema
Em 2024, Macapá escolhe a chapa Dr. Furlan e Mario Neto para governar a cidade, com mais de 85% de votos válidos. Ou seja, a cada dez eleitores, praticamente, nove escolheram esse modelo de gestão que já vinha dando certo, transformando a capital do Amapá e melhorando a vida das pessoas.
Em 04 de março de 2026, uma decisão monocrática do Ministro Flávio Dino afastou o prefeito Dr. Furlan e o Vice-prefeito Mário Neto da gestão, colocando no lugar, por 60 dias, o presidente da Câmara de Vereadores Pedro Dalua, aliado do Alcolumbre e do Governador Clécio Luis. Dalua foi um dos vereadores menos votado, mas, por articulação, se tornou presidente da Câmara. Ele e Davi já conversavam sobre como derrubar o Dr. Furlan, inclusive um áudio divulgado no Portal Metrópoles prova que já havia um plano e que eles estavam determinados a executá-lo.
A decisão monocrática alegou ser motivo de afastamento uma investigação da PF sobre desvios de verbas públicas na construção do hospital municipal. É consenso entre juristas que tal situação não seguiu um rito normal e uma decisão drástica como essa, que envolve a administração de uma cidade e a vida de milhares de pessoas, JAMAIS poderia ter sido conduzida desta maneira. A investigação sequer condenou os supostos envolvidos. Ainda assim, é importante ressaltar que o vice-prefeito, Mário Neto, sequer tinha o seu nome citado e também foi afastado, demonstrando assim a motivação política desta movimentação.
No mesmo dia, vários secretários foram exonerados e na primeira semana, a gestão eleita foi retirada, seguida de demissões em massa de contratados e o início de novas contratações, destruindo, em poucos dias, o modelo de gestão que havia sido aprovado nas urnas. Na prática, foi uma tomada de poder.
Desde então, a cidade vive um caos em todos os aspectos. Saúde, Educação, Limpeza urbana, salários atrasados e incompletos de algumas categorias, até a aposentadoria dos servidores municipais sofreu atrasos, o que nunca acontecia na gestão legítima. Como interino, Dalua também fez vários decretos que trarão impactos orçamentários a médio e longo prazos, considerados por parte da população como decisões oportunistas, populistas, mas sem responsabilidade fiscal. A população suportou os 60 dias, mas, com razões questionáveis, inacreditavelmente, Flávio Dino prorrogou o afastamento por tempo indeterminado, ferindo, com isso, a própria democracia, anulando uma eleição e obrigando a população a aceitar ser governada por uma pessoa não eleita e sem voto.
Diante do exposto e da gravidade da situação, em que uma cidade que estava funcionando parou de funcionar, pois foi tomada por um grupo político que age como se fosse dono do Estado,Os transtornos diários são incalculáveis. Vários serviços deixaram de ser prestados à população. Além disso, obras que seriam entregues não foram terminadas, outras ordens de serviço deixaram de ser assinadas e não foram iniciadas. Com isso, em todos os sentidos é a população que está arcando com os prejuízos que já são impossíveis de enumerar. E o pior: são prejuízos sem data para acabar.
Como jornalista, eu recebo diariamente denúncias de caos em vários setores da cidade e vejo, nas redes sociais, cidadãos indignados sem saber a quem recorrer. Diante da gravidade dos fatos, em que a vontade popular foi arrancada e o povo submetido a um governo não eleito, decidi fazer esse abaixo assinado para contabilizar a revolta popular de uma capital, para dimensionar o quanto isso afetou quem aqui mora e para levar esses números às autoridades competentes. Macapá precisa voltar a ser governada por quem foi eleito. Diante do afastamento e posterior renúncia do Dr. Furlan para ser pré-candidato ao governo do Estado, o legíitimo prefeito de Macapá é Mario Neto. Exigimos respeito ao voto popular e a recolocação imediata dele ao lugar de onde ele jamais deveria ter saído.

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O problema
Em 2024, Macapá escolhe a chapa Dr. Furlan e Mario Neto para governar a cidade, com mais de 85% de votos válidos. Ou seja, a cada dez eleitores, praticamente, nove escolheram esse modelo de gestão que já vinha dando certo, transformando a capital do Amapá e melhorando a vida das pessoas.
Em 04 de março de 2026, uma decisão monocrática do Ministro Flávio Dino afastou o prefeito Dr. Furlan e o Vice-prefeito Mário Neto da gestão, colocando no lugar, por 60 dias, o presidente da Câmara de Vereadores Pedro Dalua, aliado do Alcolumbre e do Governador Clécio Luis. Dalua foi um dos vereadores menos votado, mas, por articulação, se tornou presidente da Câmara. Ele e Davi já conversavam sobre como derrubar o Dr. Furlan, inclusive um áudio divulgado no Portal Metrópoles prova que já havia um plano e que eles estavam determinados a executá-lo.
A decisão monocrática alegou ser motivo de afastamento uma investigação da PF sobre desvios de verbas públicas na construção do hospital municipal. É consenso entre juristas que tal situação não seguiu um rito normal e uma decisão drástica como essa, que envolve a administração de uma cidade e a vida de milhares de pessoas, JAMAIS poderia ter sido conduzida desta maneira. A investigação sequer condenou os supostos envolvidos. Ainda assim, é importante ressaltar que o vice-prefeito, Mário Neto, sequer tinha o seu nome citado e também foi afastado, demonstrando assim a motivação política desta movimentação.
No mesmo dia, vários secretários foram exonerados e na primeira semana, a gestão eleita foi retirada, seguida de demissões em massa de contratados e o início de novas contratações, destruindo, em poucos dias, o modelo de gestão que havia sido aprovado nas urnas. Na prática, foi uma tomada de poder.
Desde então, a cidade vive um caos em todos os aspectos. Saúde, Educação, Limpeza urbana, salários atrasados e incompletos de algumas categorias, até a aposentadoria dos servidores municipais sofreu atrasos, o que nunca acontecia na gestão legítima. Como interino, Dalua também fez vários decretos que trarão impactos orçamentários a médio e longo prazos, considerados por parte da população como decisões oportunistas, populistas, mas sem responsabilidade fiscal. A população suportou os 60 dias, mas, com razões questionáveis, inacreditavelmente, Flávio Dino prorrogou o afastamento por tempo indeterminado, ferindo, com isso, a própria democracia, anulando uma eleição e obrigando a população a aceitar ser governada por uma pessoa não eleita e sem voto.
Diante do exposto e da gravidade da situação, em que uma cidade que estava funcionando parou de funcionar, pois foi tomada por um grupo político que age como se fosse dono do Estado,Os transtornos diários são incalculáveis. Vários serviços deixaram de ser prestados à população. Além disso, obras que seriam entregues não foram terminadas, outras ordens de serviço deixaram de ser assinadas e não foram iniciadas. Com isso, em todos os sentidos é a população que está arcando com os prejuízos que já são impossíveis de enumerar. E o pior: são prejuízos sem data para acabar.
Como jornalista, eu recebo diariamente denúncias de caos em vários setores da cidade e vejo, nas redes sociais, cidadãos indignados sem saber a quem recorrer. Diante da gravidade dos fatos, em que a vontade popular foi arrancada e o povo submetido a um governo não eleito, decidi fazer esse abaixo assinado para contabilizar a revolta popular de uma capital, para dimensionar o quanto isso afetou quem aqui mora e para levar esses números às autoridades competentes. Macapá precisa voltar a ser governada por quem foi eleito. Diante do afastamento e posterior renúncia do Dr. Furlan para ser pré-candidato ao governo do Estado, o legíitimo prefeito de Macapá é Mario Neto. Exigimos respeito ao voto popular e a recolocação imediata dele ao lugar de onde ele jamais deveria ter saído.

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Abaixo-assinado criado em 11 de junho de 2026