Uso de Máscaras - BLUMENAU - SC


Uso de Máscaras - BLUMENAU - SC
O problema
PELA LIBERDADE E USO FACULTATIVO DE MÁSCARAS
A proposta este abaixo-assinado exclui a previsão da Lei 13.979/20, que determina a utilização de máscaras em espaços públicos e privados acessíveis ao público, em vias públicas e em transportes públicos coletivos.
Esse abaixo-assinado, pretende preservar as liberdades individuais e estimular o voluntarismo e o direito do cidadão de fazer suas próprias escolhas.
A Constituição deixa claro que a obrigação de promover a saúde da população é um dever do Estado, cabendo a ele promover políticas nesse setor, inclusive no que diz respeito ao fornecimento de máscaras de proteção.
“A revogação busca combater a postura acomodada e tirana estatal de obrigar a população e os setores produtivos ao poder de ‘cumpra-se’”.
“Repassar ao cidadão o dever do uso de máscaras ou estabelecer que a iniciativa privada tenha de fornecê-las a seus funcionários é o caminho cômodo, que visa também propagar a indústria da multa.”
Muitos estão cansados de serem obrigados a fazer ou deixar de fazer, por determinação do Estado, já passou da hora de buscarmos nossa liberdade, conforme o Artigo 5 da Constituição!
Pena que nesse país não se cumpre um preceito constitucional!
USO INADEQUADO
O uso, arrumação e a limpeza ou descarte das máscaras são essenciais, para que elas sejam tão eficazes quanto possível, porém praticamente ninguém segue ou consegue seguir os seguintes passos:
- Trocar a máscara a cada 2 horas, ou assim que ficar úmida;
- Utilizar máscara com comprovada eficiência, nada de máscaras caseiras;
- Lavas as mãos antes de colocar a máscara, assim como antes e depois de a retirar e sempre que tocar nela;
- Certifique-se de que a máscara cobre o seu nariz, boca e queixo;
- Quando retirar uma máscara, guarde-a num saco de plástico limpo e lave-a todos os dias, se for uma máscara de tecido, ou coloque-a num caixote de lixo, se for uma máscara cirúrgica;
- Não usar máscaras com válvulas.
Outro ponto é que a maioria se não todos que pegaram Covid-19 usavam máscara, mostrando que pouco ou quase nada ajudou essas pessoas.
EFEITOS DEVASTADORES
Entretanto, esse uso também é motivo de dúvidas e ansiedade entre as famílias, os professores, os pesquisadores e outros profissionais que seguem avaliando as consequências para os mais novos, seja na interação social, na fala, na linguagem ou em outras áreas do desenvolvimento.
Além das preocupações quanto à saúde física, também devemos nos preocupar quanto ao sofrimento psicológico que pode ser experienciado pela
população geral e pelos profissionais da saúde envolvidos a saber:
- risco de ser infectado, adoecer e morrer;
- possibilidade de inadvertidamente infectar outras pessoas;
- sobrecarga e fadiga;
- exposição a mortes de familiares, amigos e conhecidos;
- frustração por não conseguir salvar vidas, apesar dos esforços;
- afastamento da família e dos amigos;
- desenvolver ansiedade, depressão e estresse.
Devemos fazer algo em relação ao uso facultativo de máscara para minimizar impactos negativos e promover saúde mental, bem como em momentos posteriores, quando as pessoas precisarão se readaptar e lidar com perdas e transformações.
O QUE DIZEM OS CIÊNTISTAS E EPIDEMIOLOGISTAS
Talvez você seja uma pessoa que só enxerga um lado da história, ou acredita na primeira coisa que lhe contam sem se questionar.
Mas existem muitos cientistas defendendo estratégias diferentes das atuais, veja o exemplo da Great Barrington Declaration, que são epidemiologistas de doenças infecciosas e cientistas de saúde pública, com sérias preocupações com os impactos prejudiciais à saúde física e mental das políticas predominantes da COVID-19 e recomendam uma abordagem que chamam de Proteção Focada.
O texto, que defende a proteção forçada no lugar de novos confinamentos, foi coordenado por professores de medicina da Universidade Harvard (EUA), Martin Kulldorff, e Stanford (EUA), Jay Bhattacharya , e pela epidemiologista da Universidade Oxford (Reino Unido), Sunetra Gupta.
Segundo os signatários, os confinamentos produzem “efeitos devastadores” na saúde física e mental dos indivíduos e na saúde pública de curto e longo prazo.
#LuteEmCasa #LiberaMascara

O problema
PELA LIBERDADE E USO FACULTATIVO DE MÁSCARAS
A proposta este abaixo-assinado exclui a previsão da Lei 13.979/20, que determina a utilização de máscaras em espaços públicos e privados acessíveis ao público, em vias públicas e em transportes públicos coletivos.
Esse abaixo-assinado, pretende preservar as liberdades individuais e estimular o voluntarismo e o direito do cidadão de fazer suas próprias escolhas.
A Constituição deixa claro que a obrigação de promover a saúde da população é um dever do Estado, cabendo a ele promover políticas nesse setor, inclusive no que diz respeito ao fornecimento de máscaras de proteção.
“A revogação busca combater a postura acomodada e tirana estatal de obrigar a população e os setores produtivos ao poder de ‘cumpra-se’”.
“Repassar ao cidadão o dever do uso de máscaras ou estabelecer que a iniciativa privada tenha de fornecê-las a seus funcionários é o caminho cômodo, que visa também propagar a indústria da multa.”
Muitos estão cansados de serem obrigados a fazer ou deixar de fazer, por determinação do Estado, já passou da hora de buscarmos nossa liberdade, conforme o Artigo 5 da Constituição!
Pena que nesse país não se cumpre um preceito constitucional!
USO INADEQUADO
O uso, arrumação e a limpeza ou descarte das máscaras são essenciais, para que elas sejam tão eficazes quanto possível, porém praticamente ninguém segue ou consegue seguir os seguintes passos:
- Trocar a máscara a cada 2 horas, ou assim que ficar úmida;
- Utilizar máscara com comprovada eficiência, nada de máscaras caseiras;
- Lavas as mãos antes de colocar a máscara, assim como antes e depois de a retirar e sempre que tocar nela;
- Certifique-se de que a máscara cobre o seu nariz, boca e queixo;
- Quando retirar uma máscara, guarde-a num saco de plástico limpo e lave-a todos os dias, se for uma máscara de tecido, ou coloque-a num caixote de lixo, se for uma máscara cirúrgica;
- Não usar máscaras com válvulas.
Outro ponto é que a maioria se não todos que pegaram Covid-19 usavam máscara, mostrando que pouco ou quase nada ajudou essas pessoas.
EFEITOS DEVASTADORES
Entretanto, esse uso também é motivo de dúvidas e ansiedade entre as famílias, os professores, os pesquisadores e outros profissionais que seguem avaliando as consequências para os mais novos, seja na interação social, na fala, na linguagem ou em outras áreas do desenvolvimento.
Além das preocupações quanto à saúde física, também devemos nos preocupar quanto ao sofrimento psicológico que pode ser experienciado pela
população geral e pelos profissionais da saúde envolvidos a saber:
- risco de ser infectado, adoecer e morrer;
- possibilidade de inadvertidamente infectar outras pessoas;
- sobrecarga e fadiga;
- exposição a mortes de familiares, amigos e conhecidos;
- frustração por não conseguir salvar vidas, apesar dos esforços;
- afastamento da família e dos amigos;
- desenvolver ansiedade, depressão e estresse.
Devemos fazer algo em relação ao uso facultativo de máscara para minimizar impactos negativos e promover saúde mental, bem como em momentos posteriores, quando as pessoas precisarão se readaptar e lidar com perdas e transformações.
O QUE DIZEM OS CIÊNTISTAS E EPIDEMIOLOGISTAS
Talvez você seja uma pessoa que só enxerga um lado da história, ou acredita na primeira coisa que lhe contam sem se questionar.
Mas existem muitos cientistas defendendo estratégias diferentes das atuais, veja o exemplo da Great Barrington Declaration, que são epidemiologistas de doenças infecciosas e cientistas de saúde pública, com sérias preocupações com os impactos prejudiciais à saúde física e mental das políticas predominantes da COVID-19 e recomendam uma abordagem que chamam de Proteção Focada.
O texto, que defende a proteção forçada no lugar de novos confinamentos, foi coordenado por professores de medicina da Universidade Harvard (EUA), Martin Kulldorff, e Stanford (EUA), Jay Bhattacharya , e pela epidemiologista da Universidade Oxford (Reino Unido), Sunetra Gupta.
Segundo os signatários, os confinamentos produzem “efeitos devastadores” na saúde física e mental dos indivíduos e na saúde pública de curto e longo prazo.
#LuteEmCasa #LiberaMascara

Vitória
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Os tomadores de decisão
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Abaixo-assinado criado em 6 de março de 2022