Justiça por Eudes Yuri: O MP aceitou liberdade, mas o Relator do TJ/AL mantém prisão se

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O problema

Este manifesto clama pelo cumprimento estrito da lei, pela dignidade humana e pela liberdade de Eudes Yuri, preso preventivamente há 8 meses em Maceió (AL) em decorrência da Operação Casmurro. Ele é um cidadão trabalhador, de família humilde, cuja inocência está estampada na página 10 do relatório oficial da própria Polícia Civil, onde os agentes certificam expressamente que apenas o aparelho celular Samsung foi apreendido em sua posse, e que absolutamente nada de ilícito foi encontrado nele ou com o acusado.A injustiça se agravou profundamente dentro do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL). A mãe e a irmão de Eudes compareceram presencialmente ao tribunal para protocolar um memorial técnico junto ao gabinete do relator, o desembargador Tutmés Airan. O documento continha a prova incontestável de emprego fixo por 3 anos com firma reconhecida. Contudo, o relator, atuando em conjunto com o colegiado de desembargadores da Câmara Criminal, optou por ignorar todos os pedidos e argumentos apresentados pela Defesa técnica, mantendo o cárcere sob a alegação de falta de "provas novas".Para culminar o absurdo jurídico, o próprio Ministério Público manifestou-se favoravelmente à conversão da prisão em medidas cautelares (como o uso de tornozeleira eletrônica). Mesmo com a anuência do órgão acusador e com a ausência total de materialidade física, o réu permanece encarcerado sem que o Estado sequer agende sua audiência de instrução, aplicando uma pena antecipada e inconstitucional que está adoecendo sua mãe. Assine este abaixo-assinado para exigir que o desembargador Tutmés Airan e o colegiado do TJ/AL acatem o parecer do Ministério Público e libertem Eudes Yuri!

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Wanderson KauanCriador do abaixo-assinado

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