JUSTIÇA - PELA PRISÃO DE ELIS PARODE - ASSASSINA DE ANIMAIS

O problema

No dia 14 de Setembro de 2016, em Santa Maria - Rio Grande do Sul, um oficial de justiça, juntamente com dois advogados de uma imobiliária, foram até uma casa, na Avenida Medianeira, cumprir um mandado de despejo por falta de pagamento do aluguel do imóvel. Ao chegar ao local, que estaria alugado por uma mulher, Elis de Freitas Parode, a qual é dona de “Pet shop” e de uma famosa Associação de Defesa dos Animais da cidade, o GASPA Amigos Fiéis, arrombaram um cadeado que trancava a porta da casa e depararam-se com um cenário de horror, um ambiente de verdadeira tortura animal, com mais de vinte esqueletos, em avançado estado de decomposição.
Os animais morreram em meio ao lixo, sem água, sem comida, sem a oportunidade de pedir socorro, sem quaisquer cuidado e compaixão. As marcas de desespero no local falavam por si só: portas roídas e arranhadas e móveis destruídos. Os vizinhos, ao serem questionados, disseram que já haviam informado as autoridades devido ao cheiro forte e barulhos, porém nenhum retorno lhes foi dado.
Elis Parode, ao ser questionada pelo jornal local, disse que deixou a casa há cerca de três meses, mas que havia retirado todos os cães do local. Disse ainda, que há duas semanas esteve no local “ajeitando as coisas” e que nesse meio tempo ficou doente.

 

PRECISAMOS FAZER JUSTIÇA! ESSA MULHER PRECISA PAGAR PELO QUE FEZ!

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O problema

No dia 14 de Setembro de 2016, em Santa Maria - Rio Grande do Sul, um oficial de justiça, juntamente com dois advogados de uma imobiliária, foram até uma casa, na Avenida Medianeira, cumprir um mandado de despejo por falta de pagamento do aluguel do imóvel. Ao chegar ao local, que estaria alugado por uma mulher, Elis de Freitas Parode, a qual é dona de “Pet shop” e de uma famosa Associação de Defesa dos Animais da cidade, o GASPA Amigos Fiéis, arrombaram um cadeado que trancava a porta da casa e depararam-se com um cenário de horror, um ambiente de verdadeira tortura animal, com mais de vinte esqueletos, em avançado estado de decomposição.
Os animais morreram em meio ao lixo, sem água, sem comida, sem a oportunidade de pedir socorro, sem quaisquer cuidado e compaixão. As marcas de desespero no local falavam por si só: portas roídas e arranhadas e móveis destruídos. Os vizinhos, ao serem questionados, disseram que já haviam informado as autoridades devido ao cheiro forte e barulhos, porém nenhum retorno lhes foi dado.
Elis Parode, ao ser questionada pelo jornal local, disse que deixou a casa há cerca de três meses, mas que havia retirado todos os cães do local. Disse ainda, que há duas semanas esteve no local “ajeitando as coisas” e que nesse meio tempo ficou doente.

 

PRECISAMOS FAZER JUSTIÇA! ESSA MULHER PRECISA PAGAR PELO QUE FEZ!

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Abaixo-assinado criado em 14 de setembro de 2016