*Justiça para Trabalhadores das Empresas Princesinha e 18 de Setembro: 10 Anos de Espera

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Lidiane Santos Xavier e outras 12 pessoas assinaram recentemente.

O problema

Cerca de mil e duzentos trabalhadores das empresas de transporte público Princesinha e 18 de Setembro foram demitidos sem receber salários atrasados, FGTS atrasados, verbas rescisórias ou qualquer outro direito trabalhista. Muitos buscaram justiça, entraram com ações e obtiveram títulos executivos. No entanto, dez anos depois, ainda nenhum valor foi pago.

Durante o processo de falência, descobriu-se que os ônibus eram alugados, os bens estavam em nome de terceiros, e os sócios ocultaram patrimônio, dificultando a execução judicial. Os valores arrecadados com a venda de parte da frota nunca foram esclarecidos. Tudo isso indica fortes sinais de fraude patrimonial, desvio de recursos e impunidade.

Hoje, cerca de 400 ex-funcionários, representando muitos outros, pedem o seu apoio. Estamos solicitando que o Ministério Público:

Reabra ou promova investigações criminais e patrimoniais sobre os antigos gestores das empresas;

Apure indícios de fraude à execução e crimes contra a ordem trabalhista;

Responsabilize sócios e eventuais beneficiários pelos prejuízos causados aos trabalhadores;

Garanta o cumprimento das decisões judiciais e o respeito aos direitos constitucionais dos trabalhadores.

Esta causa não é apenas dos ex-funcionários. É de todos os cidadãos que acreditam na justiça, na dignidade do trabalho e no combate à impunidade.

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O problema

Cerca de mil e duzentos trabalhadores das empresas de transporte público Princesinha e 18 de Setembro foram demitidos sem receber salários atrasados, FGTS atrasados, verbas rescisórias ou qualquer outro direito trabalhista. Muitos buscaram justiça, entraram com ações e obtiveram títulos executivos. No entanto, dez anos depois, ainda nenhum valor foi pago.

Durante o processo de falência, descobriu-se que os ônibus eram alugados, os bens estavam em nome de terceiros, e os sócios ocultaram patrimônio, dificultando a execução judicial. Os valores arrecadados com a venda de parte da frota nunca foram esclarecidos. Tudo isso indica fortes sinais de fraude patrimonial, desvio de recursos e impunidade.

Hoje, cerca de 400 ex-funcionários, representando muitos outros, pedem o seu apoio. Estamos solicitando que o Ministério Público:

Reabra ou promova investigações criminais e patrimoniais sobre os antigos gestores das empresas;

Apure indícios de fraude à execução e crimes contra a ordem trabalhista;

Responsabilize sócios e eventuais beneficiários pelos prejuízos causados aos trabalhadores;

Garanta o cumprimento das decisões judiciais e o respeito aos direitos constitucionais dos trabalhadores.

Esta causa não é apenas dos ex-funcionários. É de todos os cidadãos que acreditam na justiça, na dignidade do trabalho e no combate à impunidade.

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