

Justiça para João, Malo, Mana, Guapo e Gaya, família multiespécie
O problema
Dia 18/03, a família de cães Malo (pai), Guapo (filho) e Gaya (filha) foram brutalmente esfaqueados pelo seu vizinho, Daniel Hazan Rodrigues (18 anos), que confessou o crime na delegacia alegando que se sentia incomodado pelo latido dos cães.
Malo não resistiu e faleceu durante a operação. Guapo perdeu o baço e segue internado, e Gaya está sendo cuidada pela família. Mana (mãe) não estava em casa no momento da tentativa de biocídio.
Daniel aguardou João (tutor dos cães) sair de casa, desligou a cerca elétrica, pulou o muro, entrou na casa e desferiu vários golpes nos animais com uma faca de churrasco que levou consigo. O crime ocorreu no bairro Santa Mônica em Florianópolis,SC.
O sistema legal em nosso país reconhece e protege a família multiespécie, que é formada por humanos e animais de estimação, além de ter elevado a pena para crimes cometidos contra cães e gatos.
A tentativa de biocídio que vitimou esta família multiespécie foi premeditada por Daniel com extrema violência e crueldade, causando repulsa e comoção social. Daniel, no dia seguinte do crime, foi expulso do curso pré-vestibular.
Diante dessas circunstâncias, REQUEREMOS ao Ministério Público do Estado de Santa Catarina que NÃO OFERTE ao criminoso Daniel o ACORDO DE NÃO PERSECUÇÃO PENAL - ANPP para que ele seja condenado pelos seus atos imorais e ilegais de premeditar o biocídio de animais que sentem medo e dor (sencientes) por meio de uma ação com extrema violência, ao invadir uma casa portando arma, golpear e matar animais domésticos (biocídio), desestruturar emocionalmente uma família e causar perturbação à ordem e paz social de forma consciente.
Pedimos por JUSTIÇA para que crimes como este não acabem privilegiando criminosos confessos com medidas inconsistentes diante da gravidade e expectativa da sociedade.

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O problema
Dia 18/03, a família de cães Malo (pai), Guapo (filho) e Gaya (filha) foram brutalmente esfaqueados pelo seu vizinho, Daniel Hazan Rodrigues (18 anos), que confessou o crime na delegacia alegando que se sentia incomodado pelo latido dos cães.
Malo não resistiu e faleceu durante a operação. Guapo perdeu o baço e segue internado, e Gaya está sendo cuidada pela família. Mana (mãe) não estava em casa no momento da tentativa de biocídio.
Daniel aguardou João (tutor dos cães) sair de casa, desligou a cerca elétrica, pulou o muro, entrou na casa e desferiu vários golpes nos animais com uma faca de churrasco que levou consigo. O crime ocorreu no bairro Santa Mônica em Florianópolis,SC.
O sistema legal em nosso país reconhece e protege a família multiespécie, que é formada por humanos e animais de estimação, além de ter elevado a pena para crimes cometidos contra cães e gatos.
A tentativa de biocídio que vitimou esta família multiespécie foi premeditada por Daniel com extrema violência e crueldade, causando repulsa e comoção social. Daniel, no dia seguinte do crime, foi expulso do curso pré-vestibular.
Diante dessas circunstâncias, REQUEREMOS ao Ministério Público do Estado de Santa Catarina que NÃO OFERTE ao criminoso Daniel o ACORDO DE NÃO PERSECUÇÃO PENAL - ANPP para que ele seja condenado pelos seus atos imorais e ilegais de premeditar o biocídio de animais que sentem medo e dor (sencientes) por meio de uma ação com extrema violência, ao invadir uma casa portando arma, golpear e matar animais domésticos (biocídio), desestruturar emocionalmente uma família e causar perturbação à ordem e paz social de forma consciente.
Pedimos por JUSTIÇA para que crimes como este não acabem privilegiando criminosos confessos com medidas inconsistentes diante da gravidade e expectativa da sociedade.

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Abaixo-assinado criado em 20 de março de 2024