Justiça pela Belinha

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Edison Martins está solto. Com uma arma de pressão, tirou a vida de uma cadelinha, a Belinha, o amor da vida de um menino de 13 anos, em Sapucaia do Sul, na segunda-feira, em pleno Dia das Crianças. O motivo? Ficou irritado com a doce presença dela na porta do estabelecimento. A decisão foi do juiz plantonista Fernando Alberto Corrêa Henning, ainda na terça-feira (13) e a determinação da Justiça.

O magistrado homologou a prisão em flagrante, mas determinou a liberdade após analisar o histórico do comerciante, e concluiu não haver necessidade de manter Edison detido.
O delegado Mario Souza disse que, apesar de o homem ter ficado preso pouco mais de 24 horas, com base na legislação anterior ele seria liberado na hora após assinatura de termo circunstanciado.
— É importante que as pessoas saibam que maus-tratos levam gente para a prisão. Precisamos parar com essa barbárie. Esse homem será investigado e indiciado pela polícia — disse o delegado Mario.

Infelizmente, há decisões de magistrados que causam inconformidade a todos nós, protetores e defensores dos animais. A recém lei promulgada pelo presidente da república vem revestida de insegurança diante de decisões como esta. Se analisarmos os fatos, o crime foi cometido, teve flagrante e nada mais merecido do que o criminoso que ir para a jaula, aguardando julgamento pelo dolo.

Fonte: GZH