Câmara Limpa em Campos dos Goytacazes


Câmara Limpa em Campos dos Goytacazes
O problema
Justiça Eleitoral, pedimos urgência do judiciário no julgamento do mérito em questão a denúncia do MPE.
11 dos 37 candidatos denunciados foram eleitos e estão prestes a assumir seus mandatos caso não sejam julgados o quanto antes.
A suspeita de um esquema envolvendo inscrições fraudulentas no programa social Cheque Cidadão com crédito mensal de R$ 200 por beneficiário, em Campos, é alvo de uma investigação judicial eleitoral proposta pela Promotoria de Justiça que atua junto à 76ª Zona Eleitoral.
O Ministério Público Eleitoral ajuizou ação para investigar um esquema usado pela atual gestão da Prefeitura Municipal de Campos dos Goytacazes para trocar inscrições no programa social cheque-cidadão por votos em candidatos aliados.
A Promotoria de Justiça junto à 76ª Zona Eleitoral pede a inelegibilidade dos investigados e a cassação do registro ou diplomação dos envolvidos.
Entre os 30 mil beneficiários do cheque cidadão, o MP aponta que 18 mil fariam parte do esquema, com um desperdício de R$ 3,5 milhões por mês.
O Ministério Público Eleitoral (MPE) pediu a suspensão do benefício até o fim das eleições para estancar uma sangria de R$ 3,5 milhões de verbas públicas por mês mal utilizadas em período eleitoral.
De acordo com a Promotoria, a ação de investigação judicial eleitoral é para apurar abuso de poder político e econômico em esquema organizado montado pelos gestores públicos, para obter votos para os candidatos aliados. O MPE requereu a declaração de inelegibilidade dos investigados e a cassação do registro e/ou diplomação dos envolvidos.
Assinada por seis promotores eleitorais, a ação reuniu documentos, apreendidos no início de setembro, na sede da Secretaria municipal de Desenvolvimento Humano e Social e três Centros de Referência da Assistência Social (CRAs). O esquema consiste na irregular inclusão de inúmeros beneficiários ao Cheque Cidadão sem que estivessem preenchidos os requisitos exigidos.

O problema
Justiça Eleitoral, pedimos urgência do judiciário no julgamento do mérito em questão a denúncia do MPE.
11 dos 37 candidatos denunciados foram eleitos e estão prestes a assumir seus mandatos caso não sejam julgados o quanto antes.
A suspeita de um esquema envolvendo inscrições fraudulentas no programa social Cheque Cidadão com crédito mensal de R$ 200 por beneficiário, em Campos, é alvo de uma investigação judicial eleitoral proposta pela Promotoria de Justiça que atua junto à 76ª Zona Eleitoral.
O Ministério Público Eleitoral ajuizou ação para investigar um esquema usado pela atual gestão da Prefeitura Municipal de Campos dos Goytacazes para trocar inscrições no programa social cheque-cidadão por votos em candidatos aliados.
A Promotoria de Justiça junto à 76ª Zona Eleitoral pede a inelegibilidade dos investigados e a cassação do registro ou diplomação dos envolvidos.
Entre os 30 mil beneficiários do cheque cidadão, o MP aponta que 18 mil fariam parte do esquema, com um desperdício de R$ 3,5 milhões por mês.
O Ministério Público Eleitoral (MPE) pediu a suspensão do benefício até o fim das eleições para estancar uma sangria de R$ 3,5 milhões de verbas públicas por mês mal utilizadas em período eleitoral.
De acordo com a Promotoria, a ação de investigação judicial eleitoral é para apurar abuso de poder político e econômico em esquema organizado montado pelos gestores públicos, para obter votos para os candidatos aliados. O MPE requereu a declaração de inelegibilidade dos investigados e a cassação do registro e/ou diplomação dos envolvidos.
Assinada por seis promotores eleitorais, a ação reuniu documentos, apreendidos no início de setembro, na sede da Secretaria municipal de Desenvolvimento Humano e Social e três Centros de Referência da Assistência Social (CRAs). O esquema consiste na irregular inclusão de inúmeros beneficiários ao Cheque Cidadão sem que estivessem preenchidos os requisitos exigidos.

Abaixo-assinado encerrado
Compartilhe este abaixo-assinado
Os tomadores de decisão
Atualizações do abaixo-assinado
Compartilhar este abaixo-assinado
Abaixo-assinado criado em 4 de outubro de 2016