

IMPUNIDADE MATA! CADEIA PARA PREDADOR SEXUAL QUE USA A CAPOEIRA PARA FAZER VÍTIMAS! AJUDA!
O problema
Tudo começou com o caso de um predador que agia como mestre de capoeira em projetos sociais e escolas públicas estaduais e municipais em Campo Grande/MS, onde escolhia e recrutava escolhidos para serem bolsistas de sua academia em sociedade com o irmão. Foi descoberto após condenação por estupro de vulnerável (menino de 12 anos), em 2020, a 9 anos e 4 meses de reclusão em regime fechado mas recorreu em liberdade, sem sequer tornozeleira eletrônica, e até hoje não pode ter o nome revelado por que o processo segue tramitando em segredo de justiça.

À época da condenação, mais vítimas passaram a denunciá-lo. Todos meninos. Um deles, Raul Pablo Antunes de Brum, vendo que o mestre continuava na ativa apesar de condenado, fez tentativas desesperadas de alertar pais e alunos desavisados sobre a maneira como os abusos sexuais eram mascarados de “rituais do mestre”: pichou a fachada da academia onde as aulas eram ministradas, pendurou camisetas manchadas de vermelho pelos arredores, foi a uma aula chamá-lo de abusador. Nada adiantou. Ninguém da rede institucional de proteção à infância e adolescência prestou atenção. Deprimido e ridicularizado como “abusado”, acabou se matando em um parque da cidade, o Parque das Nações Indígenas, em outubro de 2021, trezentos longos dias após denunciar o mestre abusador à polícia. Tinha 18 anos.

O suicídio comoveu a cidade e gerou novas denúncias. Atualmente, há 4 processos judiciais tramitando (o do Raul é um deles e reúne mais 3 vítimas) e vários boletins de ocorrência e inquéritos policiais em aberto. As denúncias continuam chegando, indicando que esse predador disfarçado de “mestre de capoeira” agia desde 2004. E, segundo informações nos enviadas, ele mudou-se para Matinhos/PR ou para o interior de São Paulo. Em liberdade e protegido pelo sigilo.

Peça #JustiçaPorRaul. Ajude a parar esse predador! Denuncie! Peça #PrisãoProAbusadorDoRaul
DISQUE 100!
DISQUE DENÚNCIA: 181
DISQUE MINISTÉRIO PÚBLICO - MS: 127
JUNTE-SE A NÓS:
AMIGOS E FAMILIARES DAS VÍTIMAS
COLETIVO DE CAPOEIRA AREIAS

COLETIVO CAPOEIR'ACOLHER

GRUPO DE ESTUDOS E INTERVENÇÃO MARIAS FELIPAS

GRUPOS DE ESTUDOS E PESQUISAS EM EDUCAÇÃO GÊNERO E SEXUALIDADE (GEPSEX)

MCRIA- FÓRUM PERMANENTE PELA VIDA DE MULHERES E CRIANÇAS DE MATO GROSSO DO SUL

MOVIMENTO NEGRO UNIFICADO

REDE FEMINISTA DE SAÚDE

INSTITUTO SÓCIO-CULTURAL DANDARA (ISC DANDARA)

MOVIMENTO MÃE ÁGUIA


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O problema
Tudo começou com o caso de um predador que agia como mestre de capoeira em projetos sociais e escolas públicas estaduais e municipais em Campo Grande/MS, onde escolhia e recrutava escolhidos para serem bolsistas de sua academia em sociedade com o irmão. Foi descoberto após condenação por estupro de vulnerável (menino de 12 anos), em 2020, a 9 anos e 4 meses de reclusão em regime fechado mas recorreu em liberdade, sem sequer tornozeleira eletrônica, e até hoje não pode ter o nome revelado por que o processo segue tramitando em segredo de justiça.

À época da condenação, mais vítimas passaram a denunciá-lo. Todos meninos. Um deles, Raul Pablo Antunes de Brum, vendo que o mestre continuava na ativa apesar de condenado, fez tentativas desesperadas de alertar pais e alunos desavisados sobre a maneira como os abusos sexuais eram mascarados de “rituais do mestre”: pichou a fachada da academia onde as aulas eram ministradas, pendurou camisetas manchadas de vermelho pelos arredores, foi a uma aula chamá-lo de abusador. Nada adiantou. Ninguém da rede institucional de proteção à infância e adolescência prestou atenção. Deprimido e ridicularizado como “abusado”, acabou se matando em um parque da cidade, o Parque das Nações Indígenas, em outubro de 2021, trezentos longos dias após denunciar o mestre abusador à polícia. Tinha 18 anos.

O suicídio comoveu a cidade e gerou novas denúncias. Atualmente, há 4 processos judiciais tramitando (o do Raul é um deles e reúne mais 3 vítimas) e vários boletins de ocorrência e inquéritos policiais em aberto. As denúncias continuam chegando, indicando que esse predador disfarçado de “mestre de capoeira” agia desde 2004. E, segundo informações nos enviadas, ele mudou-se para Matinhos/PR ou para o interior de São Paulo. Em liberdade e protegido pelo sigilo.

Peça #JustiçaPorRaul. Ajude a parar esse predador! Denuncie! Peça #PrisãoProAbusadorDoRaul
DISQUE 100!
DISQUE DENÚNCIA: 181
DISQUE MINISTÉRIO PÚBLICO - MS: 127
JUNTE-SE A NÓS:
AMIGOS E FAMILIARES DAS VÍTIMAS
COLETIVO DE CAPOEIRA AREIAS

COLETIVO CAPOEIR'ACOLHER

GRUPO DE ESTUDOS E INTERVENÇÃO MARIAS FELIPAS

GRUPOS DE ESTUDOS E PESQUISAS EM EDUCAÇÃO GÊNERO E SEXUALIDADE (GEPSEX)

MCRIA- FÓRUM PERMANENTE PELA VIDA DE MULHERES E CRIANÇAS DE MATO GROSSO DO SUL

MOVIMENTO NEGRO UNIFICADO

REDE FEMINISTA DE SAÚDE

INSTITUTO SÓCIO-CULTURAL DANDARA (ISC DANDARA)

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Abaixo-assinado criado em 22 de março de 2024