ACAVS JÁ: CAPACITAÇÃO CONTÍNUA PARA PROFISSIONAIS DA SAÚDE

O problema

ACAVS: Abordagem a Crianças e Adolescentes Vítimas de Violência Sexual.

Quando eu tinha seis anos, fui vítima de abuso sexual pela primeira vez. Ao longo da minha vida, enfrentei abusos psicológicos e outros abusos sexuais, vivendo em um constante estado de medo e vulnerabilidade. Minha experiência não é única; milhares de crianças e adolescentes enfrentam horrores similares todos os dias. Como enfermeira intervencionista e dentista que já trabalhou com essas vítimas, percebo as lacunas no sistema de saúde ao tratar essas crianças e adolescentes que sofreram abusos.

A violência deixa marcas não apenas físicas, mas também emocionais e psicológicas que ressoam pela vida toda das vítimas. Observando essa realidade, desenvolvi um protocolo de abordagem especificamente projetado para crianças e adolescentes vítimas de violência, focando na avaliação da comunicação não verbal das vítimas. Estudos indicam que 93% da comunicação humana se dá de forma não verbal, no entanto, nossos profissionais de saúde recebem treinamento limitado ou inexistente para identificar sinais de abuso que não sejam fisicamente visíveis.

É triste constatar que, no Brasil, a formação de profissionais de saúde raramente inclui o reconhecimento de sinais de violências de qualquer tipo, especialmente quando estes não deixam marcas aparentes. Isso deixa muitas crianças desamparadas e não reconhecidas, perpetuando seu sofrimento e marginalização.

O protocolo que proponho não apenas reconhece os sinais não verbais de trauma, mas também sugere um novo fluxo de atendimento que evita a revitimização das crianças e adolescentes, criando um ambiente de acolhimento e segurança.

Peço o apoio do Ministério da Saúde para implementar este protocolo nacionalmente. Este é um passo essencial na criação de sistemas de suporte mais sólidos e compassivos para nossas crianças e adolescentes que sofreram abusos. Ao adotarmos este protocolo, não estaremos apenas identificando casos que hoje passam despercebidos, mas também proporcionando esperança e dignidade para os sobreviventes.

Sua assinatura pode fazer toda a diferença na vida dessas crianças. Apoie esta causa e ajude a dar voz aos que mais precisam. Assine esta petição para que possamos implementar esse protocolo em todo o Brasil!

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O problema

ACAVS: Abordagem a Crianças e Adolescentes Vítimas de Violência Sexual.

Quando eu tinha seis anos, fui vítima de abuso sexual pela primeira vez. Ao longo da minha vida, enfrentei abusos psicológicos e outros abusos sexuais, vivendo em um constante estado de medo e vulnerabilidade. Minha experiência não é única; milhares de crianças e adolescentes enfrentam horrores similares todos os dias. Como enfermeira intervencionista e dentista que já trabalhou com essas vítimas, percebo as lacunas no sistema de saúde ao tratar essas crianças e adolescentes que sofreram abusos.

A violência deixa marcas não apenas físicas, mas também emocionais e psicológicas que ressoam pela vida toda das vítimas. Observando essa realidade, desenvolvi um protocolo de abordagem especificamente projetado para crianças e adolescentes vítimas de violência, focando na avaliação da comunicação não verbal das vítimas. Estudos indicam que 93% da comunicação humana se dá de forma não verbal, no entanto, nossos profissionais de saúde recebem treinamento limitado ou inexistente para identificar sinais de abuso que não sejam fisicamente visíveis.

É triste constatar que, no Brasil, a formação de profissionais de saúde raramente inclui o reconhecimento de sinais de violências de qualquer tipo, especialmente quando estes não deixam marcas aparentes. Isso deixa muitas crianças desamparadas e não reconhecidas, perpetuando seu sofrimento e marginalização.

O protocolo que proponho não apenas reconhece os sinais não verbais de trauma, mas também sugere um novo fluxo de atendimento que evita a revitimização das crianças e adolescentes, criando um ambiente de acolhimento e segurança.

Peço o apoio do Ministério da Saúde para implementar este protocolo nacionalmente. Este é um passo essencial na criação de sistemas de suporte mais sólidos e compassivos para nossas crianças e adolescentes que sofreram abusos. Ao adotarmos este protocolo, não estaremos apenas identificando casos que hoje passam despercebidos, mas também proporcionando esperança e dignidade para os sobreviventes.

Sua assinatura pode fazer toda a diferença na vida dessas crianças. Apoie esta causa e ajude a dar voz aos que mais precisam. Assine esta petição para que possamos implementar esse protocolo em todo o Brasil!

Os tomadores de decisão

Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos
Ministério da Mulher da Família e dos Direitos Humanos
Secretaria da Saúde de São Paulo
Secretaria da Saúde de São Paulo
Secretaria da saúde de Santo André
Secretaria da saúde de Santo André

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Abaixo-assinado criado em 12 de fevereiro de 2026