Contra o aumento do ICMS na Saúde!!!

O problema

A SAÚDE NÃO PODE PAGAR ESSE PREÇO!

As entidades do setor de saúde manifestam sua preocupação com o aumento de preços dos produtos médico-hospitalares (OPME), decorrente da minirreforma tributária paulista, que entrou em vigor em janeiro de 2021.

O PREJUÍZO PARA A SAÚDE INDIVIDUAL E COLETIVA SERÁ INCALCULÁVEL.

O fim das isenções de ICMS representará um aumento de pelo menos 18% no preço final de equipamentos, e materiais médico-hospitalares(OPME) necessário ao bom atendimento cirurgico da população, afetando dezenas e milhões de pessoas e suas famílias e provocando um deletério impacto no sistema público e privado em todo o país, pois São Paulo é o principal produtor e distribuidor destes produtos.

O aumento do imposto é inevitavelmente repassado do fabricante ao distribuidor, que consequentemente também transmite esse ajuste aos hospitais e convênios, por fim, esse repasse será acrescido no valor dos planos de saúde dos pacientes, que pode sofrer um reajuste de até 40%!
O paciente e a população não pode pagar mais essa conta!!

Ação questionável em tempos normais, o ato é ainda mais incompreensível agora, no contexto da grave crise sanitária provocada pela pandemia do coronavírus (COVID- 19).

Além disso, a medida afronta o pacto federativo, pois a maioria das isenções foi aprovada pelo Conselho Nacional de Política Fazendária-CONFAZ. Ademais, a lei e os decretos estaduais que as embasaram são flagrantemente inconstitucionais.

Considerando este quadro, apelamos à sensibilidade do governo paulista a rever sua decisão, restabelecendo essa redução da carga tributária de produtos tão importantes e necessários para a saúde paulistana e brasileira!

VAMOS PARA RUA PROTESTAR!
Sem aglomeração e cada indivíduo no seu veículo vamos fazer barulho em um buzinaço!
Dia 11/01/2021 no Paecambu em direção a Av.Paulista!

#saudesemicms

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Danilo BragaCriador do abaixo-assinado

48.313

O problema

A SAÚDE NÃO PODE PAGAR ESSE PREÇO!

As entidades do setor de saúde manifestam sua preocupação com o aumento de preços dos produtos médico-hospitalares (OPME), decorrente da minirreforma tributária paulista, que entrou em vigor em janeiro de 2021.

O PREJUÍZO PARA A SAÚDE INDIVIDUAL E COLETIVA SERÁ INCALCULÁVEL.

O fim das isenções de ICMS representará um aumento de pelo menos 18% no preço final de equipamentos, e materiais médico-hospitalares(OPME) necessário ao bom atendimento cirurgico da população, afetando dezenas e milhões de pessoas e suas famílias e provocando um deletério impacto no sistema público e privado em todo o país, pois São Paulo é o principal produtor e distribuidor destes produtos.

O aumento do imposto é inevitavelmente repassado do fabricante ao distribuidor, que consequentemente também transmite esse ajuste aos hospitais e convênios, por fim, esse repasse será acrescido no valor dos planos de saúde dos pacientes, que pode sofrer um reajuste de até 40%!
O paciente e a população não pode pagar mais essa conta!!

Ação questionável em tempos normais, o ato é ainda mais incompreensível agora, no contexto da grave crise sanitária provocada pela pandemia do coronavírus (COVID- 19).

Além disso, a medida afronta o pacto federativo, pois a maioria das isenções foi aprovada pelo Conselho Nacional de Política Fazendária-CONFAZ. Ademais, a lei e os decretos estaduais que as embasaram são flagrantemente inconstitucionais.

Considerando este quadro, apelamos à sensibilidade do governo paulista a rever sua decisão, restabelecendo essa redução da carga tributária de produtos tão importantes e necessários para a saúde paulistana e brasileira!

VAMOS PARA RUA PROTESTAR!
Sem aglomeração e cada indivíduo no seu veículo vamos fazer barulho em um buzinaço!
Dia 11/01/2021 no Paecambu em direção a Av.Paulista!

#saudesemicms

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Danilo BragaCriador do abaixo-assinado

Os tomadores de decisão

Secretaria de Saúde do Estado de SãoPaulo
Secretaria de Saúde do Estado de SãoPaulo
João Dória Jr.
João Dória Jr.
ABRAID
ABRAID
ABIMED
ABIMED

Atualizações do abaixo-assinado

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Abaixo-assinado criado em 9 de janeiro de 2021