Chega de negligência médica, Justiça pelo Samuel


Chega de negligência médica, Justiça pelo Samuel
O problema
Me chamo Mayara, quero relatar minha história aqui para salva vidas de outros bebês, para que não venha acontece oque aconteceu comigo e com o meu filho.
Em 2020 descobri minha 3 gravidez, tenho 2 filhos Leticia de 10 anos e Levy de 2 anos. Essa terceira gravidez estava sendo um sonho para me e minha família. Descobrimos que era um menino para nossa felicidade mas mal sabíamos que o nosso sonho iria ser torna nosso maior pesadelo !
No dia 13/01/2021 fui até o Caism (Centro de saúde da mulher) em São Bernardo do Campo, para fazer uma ultrassom, nessa ultrassom a médica me explicou que meu filho estava bem, com sinais de vitalidade presente (143 bom) e com movimentação corporal ativa. Era um bebê saudável. Apesar de gestação de alto risco por eu ser asmática o meu filho não tinha nenhum problema não apresentava nada em nenhum dos exames feito durante o pré natal.
Meu pesadelo começa dia 14/01/2021 eu, fui internada com crises de asma no hospital municipal de São Bernardo do Campo HMU, até então meu filho estava bem, no dia 16/01/2021 era um dia de sábado, a médica por volta das 7;00 da manhã passou no quarto e realizou um exame chamado cárdio toco aonde apresenta que meu bebê estava com alterações nós batimentos cardíacos. A médica de plantão me fala isso e diz que depois do almoço iria realizar outro exames de cardio toco. No mesmo momento eu peguei meu celular e informei ao meu esposo que o bebê não estava bem, que o coração dele estava alterado. Por volta das 11;00 a enfermeira veio e realizou outro cárdio toco e me informou que a médica iria me falar como estava os batimentos cardíacos, passando algum tempo a médica vem e me falar que está tudo bem e que iria me dá Alta no exato momento eu disse como assim me dá alta se o exame do meu filho estava alterado? Ela me disse que não tinha nada e que era conduta do hospital que se a mãe e o bebê estava bem poderiam ir de alta. No mesmo momento eu me recusei e disse que não iria pra casa sabendo que os batimentos do meu filho estavam alterados que não iria embora, a médica saiu do quarto e menos de 1 minuto voltou e disse tudo bem Mayara você vai fica internada.
Quando foi por volta as 23;00 da noite eu senti dor chamei a enfermeira de plantão informei que estava sentindo dores ela disse que iria falar com a médica de plantão para ver oque poderia fazer, a mesma subiu com a médica que diz, Mayara você de novo ? A dá uma dipirona a ela e coloca pra dormir. Não realizou nenhum exame e não me ouviu. A enfermeira fez o que ela mandou deu o remédio. Na manhã seguinte do dia 17/01/2021 a médica veio até o quarto para realizar no cardio toco me pergunta se estou bem eu disse que sentir dor a noite ela deu uma risada meio que irônica e começa a tentar fazer o Cardio toco ela não encontra o foco do coração do bebê ela pede um minuto sair do quarto e vem com uma enfermeira que começa a mexer na minha barriga e nada de encontra o foco do coração e por mais uma vez elas se retiraram do quarto e voltaram com outra médica que me disse que iria realizar um exame de ultrassom até então eu já sabia que algo estava errado, fomos para sala de ultrassom, ao chegar na sala a médica me diz que irá desligar o som e me explicar tudo que está acontecendo com meu filho. Deitei na marca ela começou a fazer o exame e olhava para a outra médica com uma cara de que oque fizemos, ela termina o exame pede pra me se levantar e olha pra mim e diz Mayara não encontramos os batimentos cardíacos do seu bebê ele chegou a óbito, no mesmo momento eu fiquei sem reação alguma sair da sala correndo subir pro quarto peguei meu celular e liguei para meu esposo em gritos eu pedia para ele ir para o hospital eu pedia socorro gritava que mataram o nosso bebê.
No mesmo momento as médicas me pediram para parar de escândalo, pediram pra me fica quieta eu só gritava e não queria acreditar que estava acontecendo isso comigo.
Meu esposo chegou no hospital com a minha mãe e logo mandaram eles subirem para o quarto aonde eu estava quando eles chegaram eu disse o bebê não estava vivo ele mataram meu filho. Retiraram nós do corredor do hospital e levaram para um quarto aonde não havia nenhuma outra pacientes e chamaram as médicas as duas médicas entraram no quarto e disseram para meu esposo e minha mãe que infelizmente no bebê tinha chegado a óbito. No mesmo momento meu esposo pergunta a ela mas como e qual a causa elas não sabiam responder nada só apenas falaram que era uma fatalidade. Que nos sabíamos que era uma negligência médica pois se no sábado ela tivesse realizado uma ultrassom no momento que viu que o coração do meu filho não estava bem ele estaria vivo.
Elas simplesmente falaram que iria realizar uma cesária para retirar o bebê, por volta das 15:50 um enfermeiro sobe até o quarto aonde estava eu e meu esposo e informa que estava tudo preparado que iríamos para o centro cirúrgico. Aonde entro esperança de se tudo mentira e só um pesadelo mas infelizmente meu filho estava sem vida as 16;17 foi o horário que realizaram minha cesária o Samuel nasce sem vida com 2.570 kg todo roxo quando eu vir ele só pensava como isso aconteceu com meu filho. A enfermeira e a médica que realizaram meu parto deixaram ele com meu esposo e depois me entregaram ele quando vir meu filho eu só sabia chorar. Com algum tempo depois levaram ele de nós e aí começa os porquês. E o nossos desespero, meu esposo teve que me deixa sozinha para pode fazer um boletim de ocorrência e ir resolver as coisas do funeral do bebê.
No dia 18/01/2021 em menos de 18 horas me deram alta precoce. Não me ofereceram nenhum apoio psicológico simplesmente eles queriam se livrar de mim e doque eles fizeram comigo e com meu filho, eu deixei a maternidade sem meu bebê no colo sair de lá para fazer um enterro dele. E pesava eu que teria paz . Mal sabia que não, no dia 22/01/2021 recebi uma ligação do hospital pedindo pra retornar lá, eu informei que não tinha nenhum interesse de ir até lá. A moça que me ligou disse que eu teria que ir pois precisava fazer uns exames chegando no hospital me trataram como seu eu fosse um lixo, no mesmo momento eu chamei assistência social, e descobri que oque eles queriam mesmo era me monitorar e não saber como eu estava e nem nada.
Infelizmente esse hospital HMU já é bem conhecido por acontece esses tipo de acontecimentos, há muitos relatos só quero que a justiça seja feita para outras mães não passarem oque eu passei, hoje estou sofrendo por não te meu filho comigo, sabendo que a causa do falecimento do meu filho pelo laudo do IML anóxia intrauterina sendo que ele tinha engolido fezes por que havia passado da hora de nascer por tanto que pesquisei saber oque se tratava. Infelizmente não irá trazer meu filho de volta mas irei lutar por justiça pois quantos Samuel irão morrer por existir médicas que não tem coragem de fazer o procedimento certo !
O hospital HMU já é bem conhecido por isso e infelizmente muitas mães se calam mas eu irei lutar por justiça!
Ministério da saúde tem muitas mães perdendo seus filhos e a área da saúde acha isso normal?! Eu peço por favor reforcem as leis, os hospitais do SUS tem a lei de Manchester que é a identificação para representar a gravidade do quadro e o tempo de espera do paciente coisa que o Hospital não segue, sejam mais rigorosas para todas as áreas da saúde principalmente para as gestantes.
#JustiçapeloSamuel
1.556
O problema
Me chamo Mayara, quero relatar minha história aqui para salva vidas de outros bebês, para que não venha acontece oque aconteceu comigo e com o meu filho.
Em 2020 descobri minha 3 gravidez, tenho 2 filhos Leticia de 10 anos e Levy de 2 anos. Essa terceira gravidez estava sendo um sonho para me e minha família. Descobrimos que era um menino para nossa felicidade mas mal sabíamos que o nosso sonho iria ser torna nosso maior pesadelo !
No dia 13/01/2021 fui até o Caism (Centro de saúde da mulher) em São Bernardo do Campo, para fazer uma ultrassom, nessa ultrassom a médica me explicou que meu filho estava bem, com sinais de vitalidade presente (143 bom) e com movimentação corporal ativa. Era um bebê saudável. Apesar de gestação de alto risco por eu ser asmática o meu filho não tinha nenhum problema não apresentava nada em nenhum dos exames feito durante o pré natal.
Meu pesadelo começa dia 14/01/2021 eu, fui internada com crises de asma no hospital municipal de São Bernardo do Campo HMU, até então meu filho estava bem, no dia 16/01/2021 era um dia de sábado, a médica por volta das 7;00 da manhã passou no quarto e realizou um exame chamado cárdio toco aonde apresenta que meu bebê estava com alterações nós batimentos cardíacos. A médica de plantão me fala isso e diz que depois do almoço iria realizar outro exames de cardio toco. No mesmo momento eu peguei meu celular e informei ao meu esposo que o bebê não estava bem, que o coração dele estava alterado. Por volta das 11;00 a enfermeira veio e realizou outro cárdio toco e me informou que a médica iria me falar como estava os batimentos cardíacos, passando algum tempo a médica vem e me falar que está tudo bem e que iria me dá Alta no exato momento eu disse como assim me dá alta se o exame do meu filho estava alterado? Ela me disse que não tinha nada e que era conduta do hospital que se a mãe e o bebê estava bem poderiam ir de alta. No mesmo momento eu me recusei e disse que não iria pra casa sabendo que os batimentos do meu filho estavam alterados que não iria embora, a médica saiu do quarto e menos de 1 minuto voltou e disse tudo bem Mayara você vai fica internada.
Quando foi por volta as 23;00 da noite eu senti dor chamei a enfermeira de plantão informei que estava sentindo dores ela disse que iria falar com a médica de plantão para ver oque poderia fazer, a mesma subiu com a médica que diz, Mayara você de novo ? A dá uma dipirona a ela e coloca pra dormir. Não realizou nenhum exame e não me ouviu. A enfermeira fez o que ela mandou deu o remédio. Na manhã seguinte do dia 17/01/2021 a médica veio até o quarto para realizar no cardio toco me pergunta se estou bem eu disse que sentir dor a noite ela deu uma risada meio que irônica e começa a tentar fazer o Cardio toco ela não encontra o foco do coração do bebê ela pede um minuto sair do quarto e vem com uma enfermeira que começa a mexer na minha barriga e nada de encontra o foco do coração e por mais uma vez elas se retiraram do quarto e voltaram com outra médica que me disse que iria realizar um exame de ultrassom até então eu já sabia que algo estava errado, fomos para sala de ultrassom, ao chegar na sala a médica me diz que irá desligar o som e me explicar tudo que está acontecendo com meu filho. Deitei na marca ela começou a fazer o exame e olhava para a outra médica com uma cara de que oque fizemos, ela termina o exame pede pra me se levantar e olha pra mim e diz Mayara não encontramos os batimentos cardíacos do seu bebê ele chegou a óbito, no mesmo momento eu fiquei sem reação alguma sair da sala correndo subir pro quarto peguei meu celular e liguei para meu esposo em gritos eu pedia para ele ir para o hospital eu pedia socorro gritava que mataram o nosso bebê.
No mesmo momento as médicas me pediram para parar de escândalo, pediram pra me fica quieta eu só gritava e não queria acreditar que estava acontecendo isso comigo.
Meu esposo chegou no hospital com a minha mãe e logo mandaram eles subirem para o quarto aonde eu estava quando eles chegaram eu disse o bebê não estava vivo ele mataram meu filho. Retiraram nós do corredor do hospital e levaram para um quarto aonde não havia nenhuma outra pacientes e chamaram as médicas as duas médicas entraram no quarto e disseram para meu esposo e minha mãe que infelizmente no bebê tinha chegado a óbito. No mesmo momento meu esposo pergunta a ela mas como e qual a causa elas não sabiam responder nada só apenas falaram que era uma fatalidade. Que nos sabíamos que era uma negligência médica pois se no sábado ela tivesse realizado uma ultrassom no momento que viu que o coração do meu filho não estava bem ele estaria vivo.
Elas simplesmente falaram que iria realizar uma cesária para retirar o bebê, por volta das 15:50 um enfermeiro sobe até o quarto aonde estava eu e meu esposo e informa que estava tudo preparado que iríamos para o centro cirúrgico. Aonde entro esperança de se tudo mentira e só um pesadelo mas infelizmente meu filho estava sem vida as 16;17 foi o horário que realizaram minha cesária o Samuel nasce sem vida com 2.570 kg todo roxo quando eu vir ele só pensava como isso aconteceu com meu filho. A enfermeira e a médica que realizaram meu parto deixaram ele com meu esposo e depois me entregaram ele quando vir meu filho eu só sabia chorar. Com algum tempo depois levaram ele de nós e aí começa os porquês. E o nossos desespero, meu esposo teve que me deixa sozinha para pode fazer um boletim de ocorrência e ir resolver as coisas do funeral do bebê.
No dia 18/01/2021 em menos de 18 horas me deram alta precoce. Não me ofereceram nenhum apoio psicológico simplesmente eles queriam se livrar de mim e doque eles fizeram comigo e com meu filho, eu deixei a maternidade sem meu bebê no colo sair de lá para fazer um enterro dele. E pesava eu que teria paz . Mal sabia que não, no dia 22/01/2021 recebi uma ligação do hospital pedindo pra retornar lá, eu informei que não tinha nenhum interesse de ir até lá. A moça que me ligou disse que eu teria que ir pois precisava fazer uns exames chegando no hospital me trataram como seu eu fosse um lixo, no mesmo momento eu chamei assistência social, e descobri que oque eles queriam mesmo era me monitorar e não saber como eu estava e nem nada.
Infelizmente esse hospital HMU já é bem conhecido por acontece esses tipo de acontecimentos, há muitos relatos só quero que a justiça seja feita para outras mães não passarem oque eu passei, hoje estou sofrendo por não te meu filho comigo, sabendo que a causa do falecimento do meu filho pelo laudo do IML anóxia intrauterina sendo que ele tinha engolido fezes por que havia passado da hora de nascer por tanto que pesquisei saber oque se tratava. Infelizmente não irá trazer meu filho de volta mas irei lutar por justiça pois quantos Samuel irão morrer por existir médicas que não tem coragem de fazer o procedimento certo !
O hospital HMU já é bem conhecido por isso e infelizmente muitas mães se calam mas eu irei lutar por justiça!
Ministério da saúde tem muitas mães perdendo seus filhos e a área da saúde acha isso normal?! Eu peço por favor reforcem as leis, os hospitais do SUS tem a lei de Manchester que é a identificação para representar a gravidade do quadro e o tempo de espera do paciente coisa que o Hospital não segue, sejam mais rigorosas para todas as áreas da saúde principalmente para as gestantes.
#JustiçapeloSamuel
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Os tomadores de decisão
Atualizações do abaixo-assinado
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Abaixo-assinado criado em 16 de fevereiro de 2021