Nós estamos sem voz


Nós estamos sem voz
O problema
Músicos, cantores, classe artística em geral, (desde roadie até o cantor), iluminadores, técnicos de som, produtores de eventos, garçons, os empresários da noite, donos de bares, restaurantes, casas de show e etc. Nós estamos sem trabalhar desde março 2020. Nós entendemos que nosso ramo de atividade é um ramo que causa mais aglomeração do que os outros, nós estamos calados até agora esperando, porém, a impunidade nos causa revolta. Estamos vendo ônibus lotados sem solução, hospitais de campanha sendo montados e, após uma leve melhora, desmontados, fazendo o estado gastar dinheiro a toa, festas clandestinas sem fiscalização, praias lotadas, estradas sem fiscalização, campanhas eleitorais com o povo na rua acompanhando político, parques cheios de gente, coletivas de imprensa de vacinação com sala cheia de jornalistas aglomerados e muitos outros exemplos. Porém, os atuantes da noite são os que mais estão pagando por isso. Não dá mais pra gente ficar calado, nós precisamos de atenção, de uma explicação, um respaldo e precisamos voltar as atividades. Se não há como voltar, que valha pra todos, que se aumente a frota de ônibus, que praias não lotem, que haja distanciamento nas coletivas e que tudo seja restrito e fiscalizado pois pelo menos nos sentiremos respeitados.

O problema
Músicos, cantores, classe artística em geral, (desde roadie até o cantor), iluminadores, técnicos de som, produtores de eventos, garçons, os empresários da noite, donos de bares, restaurantes, casas de show e etc. Nós estamos sem trabalhar desde março 2020. Nós entendemos que nosso ramo de atividade é um ramo que causa mais aglomeração do que os outros, nós estamos calados até agora esperando, porém, a impunidade nos causa revolta. Estamos vendo ônibus lotados sem solução, hospitais de campanha sendo montados e, após uma leve melhora, desmontados, fazendo o estado gastar dinheiro a toa, festas clandestinas sem fiscalização, praias lotadas, estradas sem fiscalização, campanhas eleitorais com o povo na rua acompanhando político, parques cheios de gente, coletivas de imprensa de vacinação com sala cheia de jornalistas aglomerados e muitos outros exemplos. Porém, os atuantes da noite são os que mais estão pagando por isso. Não dá mais pra gente ficar calado, nós precisamos de atenção, de uma explicação, um respaldo e precisamos voltar as atividades. Se não há como voltar, que valha pra todos, que se aumente a frota de ônibus, que praias não lotem, que haja distanciamento nas coletivas e que tudo seja restrito e fiscalizado pois pelo menos nos sentiremos respeitados.

Abaixo-assinado encerrado
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Os tomadores de decisão
Abaixo-assinado criado em 27 de janeiro de 2021