FORA SÉRGIO FROTA


FORA SÉRGIO FROTA
O problema
Em nome do respeito que o Sampaio Corrêa Futebol Clube e sua torcida merecem, e como último gesto de mínima honestidade que ainda possa resguardar sua trajetória à frente da instituição, vimos exigir - de forma clara, direta e irrevogável — sua renúncia imediata ao cargo de presidente.
Sua gestão, marcada pela opacidade, pelo centralismo autoritário e pela incapacidade de assegurar a sustentabilidade esportiva e administrativa, conduziu o clube a um estado de humilhação histórica: eliminação precoce da Série D, ausência de calendário nacional para 2026, esvaziamento gradual das arquibancadas, dilapidação patrimonial e erosão da identidade de um dos maiores símbolos culturais do Maranhão.
Exigimos que o senhor compareça publicamente, com documentos oficiais, extratos bancários completos e demonstrações contábeis auditadas, para esclarecer de forma minuciosa o destino de cada centavo, especialmente os mais de seis milhões de reais provenientes da venda do Centro de Treinamento José Carlos Macieira. Queremos nomes, valores, datas, contratos e acordos - todos apresentados com provas concretas
— a fim de dissipar qualquer dúvida sobre a lisura dessas transações.
Não aceitaremos discursos prontos, evasivas ou narrativas ensaiadas. Queremos fatos, registros e prestação de contas real. É inadmissível que um clube com a grandeza e a história do Sampaio Corrêa seja conduzido como feudo pessoal, à margem dos interesses da torcida, da cidade e do povo que o fundou e sustentou por mais de um século.
A torcida, ferida e ultrajada, não permanecerá em silêncio. O Sampaio Corrêa não é propriedade privada: pertence ao Maranhão. Sua permanência no cargo, após danos esportivos e institucionais tão profundos, significa prolongar um ciclo de decadência e afastar ainda mais o clube de seu verdadeiro dono — o torcedor.
Por tudo isso, e pelo mínimo de dignidade que ainda possa resguardar seu nome na história tricolor, renuncie imediatamente. Que este gesto seja, enfim, o seu último ato de respeito à instituição e ao povo que a construiu.
-Raimundo Castro, 2025
1.710
O problema
Em nome do respeito que o Sampaio Corrêa Futebol Clube e sua torcida merecem, e como último gesto de mínima honestidade que ainda possa resguardar sua trajetória à frente da instituição, vimos exigir - de forma clara, direta e irrevogável — sua renúncia imediata ao cargo de presidente.
Sua gestão, marcada pela opacidade, pelo centralismo autoritário e pela incapacidade de assegurar a sustentabilidade esportiva e administrativa, conduziu o clube a um estado de humilhação histórica: eliminação precoce da Série D, ausência de calendário nacional para 2026, esvaziamento gradual das arquibancadas, dilapidação patrimonial e erosão da identidade de um dos maiores símbolos culturais do Maranhão.
Exigimos que o senhor compareça publicamente, com documentos oficiais, extratos bancários completos e demonstrações contábeis auditadas, para esclarecer de forma minuciosa o destino de cada centavo, especialmente os mais de seis milhões de reais provenientes da venda do Centro de Treinamento José Carlos Macieira. Queremos nomes, valores, datas, contratos e acordos - todos apresentados com provas concretas
— a fim de dissipar qualquer dúvida sobre a lisura dessas transações.
Não aceitaremos discursos prontos, evasivas ou narrativas ensaiadas. Queremos fatos, registros e prestação de contas real. É inadmissível que um clube com a grandeza e a história do Sampaio Corrêa seja conduzido como feudo pessoal, à margem dos interesses da torcida, da cidade e do povo que o fundou e sustentou por mais de um século.
A torcida, ferida e ultrajada, não permanecerá em silêncio. O Sampaio Corrêa não é propriedade privada: pertence ao Maranhão. Sua permanência no cargo, após danos esportivos e institucionais tão profundos, significa prolongar um ciclo de decadência e afastar ainda mais o clube de seu verdadeiro dono — o torcedor.
Por tudo isso, e pelo mínimo de dignidade que ainda possa resguardar seu nome na história tricolor, renuncie imediatamente. Que este gesto seja, enfim, o seu último ato de respeito à instituição e ao povo que a construiu.
-Raimundo Castro, 2025
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Abaixo-assinado criado em 2 de fevereiro de 2025