Nos últimos meses, a cobertura da imprensa brasileira sobre o conflito Israel x Hamas revelou uma grave distorção narrativa. A relativização de atos terroristas e a demonização do Estado de Israel passaram a dominar o discurso público, sem contexto histórico, sem equilíbrio, sem compromisso com a verdade.
Agora, sabemos por quê.
O relatório publicado pela Universidade George Washington em julho de 2025, intitulado “CCP Influence in U.S. Pro-Palestinian Activism”, traz provas contundentes de que o Partido Comunista Chinês (PCC) financia movimentos radicais pró-Palestina no Ocidente. Esses grupos estão infiltrando ONGs, universidades, campanhas sociais e até jornalistas, com o objetivo declarado de desestabilizar as democracias liberais por dentro, implodindo seus valores e criando um vácuo cultural para o avanço de sua ideologia totalitária.
No centro dessa rede está Neville Roy Singham, empresário norte-americano residente em Xangai, responsável por canalizar milhões de dólares para organizações ideologicamente alinhadas ao PCC. Essas organizações promovem o discurso de ódio contra Israel, a distorção histórica do conflito no Oriente Médio e o apoio velado ao Hamas – grupo terrorista reconhecido internacionalmente.
A imprensa brasileira, em vez de denunciar esses vínculos e defender a liberdade, vem repetindo essas narrativas com impressionante docilidade.
Exigimos, com esta petição pública, quatro ações imediatas:
Que os veículos de imprensa revejam urgentemente sua cobertura sobre o conflito Israel x Hamas, incluindo o contexto histórico real, o terrorismo do Hamas e as provas de manipulação ideológica vindas da China.
Que os jornalistas resgatem o compromisso ético com a verdade, acima de interesses políticos, ideológicos ou financeiros.
Que ONGs, universidades e movimentos sociais sejam auditados quanto aos seus financiadores estrangeiros, especialmente ligados ao Partido Comunista Chinês.
Que o Congresso Nacional debata a influência ideológica internacional nas mídias brasileiras e proponha mecanismos de transparência e proteção da soberania narrativa.
Esta petição não é política, nem partidária. É um chamado à responsabilidade.
O que está em jogo é a liberdade de pensamento, a verdade jornalística e o futuro de nossa sociedade democrática.
📌 Assine. Compartilhe. Denuncie.
Não seremos cúmplices do silêncio.
Não aceitaremos o domínio disfarçado de empatia seletiva.
A verdade ainda importa.