Exigimos respeito à vizinhança: fim da perturbação sonora das manifestações da Petrobras


Exigimos respeito à vizinhança: fim da perturbação sonora das manifestações da Petrobras
O problema
"Exigimos respeito à vizinhança: redução da perturbação sonora causada pelas manifestações da Petrobras"
Nós, moradores do Centro Residencial do Rio de Janeiro, um bairro predominantemente residencial e ocupado majoritariamente por pessoas idosas que residem aqui há décadas, viemos por meio deste abaixo-assinado expressar nossa profunda preocupação com o impacto das manifestações realizadas pela Petrobras em frente ao seu prédio na Av. Henrique Valadares. Essas manifestações, que frequentemente utilizam microfones e caixas de som, começam antes das 8h da manhã e frequentemente se estendem até a tarde. O barulho excessivo tem causado um enorme desconforto para os moradores, especialmente para os idosos, que são mais sensíveis ao som alto. Além disso, muitos dos que trabalham de home office têm suas atividades comprometidas pela falta de concentração devido ao barulho constante. Em dias de calor intenso, somos forçados a manter as janelas fechadas para reduzir o som, o que nos impede de aproveitar a ventilação natural e agrava ainda mais o desconforto.
Se a situação continuar, o direito dos moradores à tranquilidade e ao sossego será permanentemente violado. Isso prejudicará gravemente a qualidade de vida na região, afetando a saúde física e mental dos moradores, especialmente os idosos, que são mais vulneráveis ao impacto do barulho. Aqueles que trabalham remotamente também não poderão desempenhar suas funções de forma adequada, visto que o ambiente não oferece as condições mínimas para concentração. O acúmulo de manifestações semanais e o desconforto proporcionado pelo barulho constante resultarão na deterioração da convivência harmoniosa e no bem-estar da comunidade local.
Este problema já persiste há anos, mas a frequência semanal das manifestações e o calor excessivo tornaram a situação insuportável. Com as altas temperaturas, somos forçados a manter as janelas fechadas para minimizar o impacto do barulho, o que impede a circulação de ar e agrava o desconforto térmico dentro das residências. Esse ambiente insalubre, combinado com o barulho constante, torna impossível viver e trabalhar em condições adequadas. Por isso, é urgente que a Petrobras tome providências imediatas, ajustando tanto o volume quanto o horário das manifestações. Caso contrário, a qualidade de vida dos moradores continuará a ser severamente comprometida.
Solicitamos, de forma clara e objetiva:
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Suspensão do uso de microfones e caixas de som nas manifestações, especialmente nos horários da manhã, de forma a não perturbar a tranquilidade da vizinhança.
-
Mudança dos horários das manifestações, com a adoção de horários mais adequados, evitando o impacto sobre os moradores, especialmente aqueles que trabalham de home office e os idosos, mais vulneráveis ao barulho excessivo.
-
Busca de alternativas para a realização das manifestações, que respeitem os direitos dos moradores à paz e à tranquilidade, como, por exemplo, a realização de manifestações sem o uso de som alto.
-
Acompanhamento das autoridades competentes, como a Prefeitura e o Ministério Público, para garantir que a legislação de proteção ao sossego seja cumprida, e que a Petrobras adote práticas mais respeitosas com a comunidade local.
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O problema
"Exigimos respeito à vizinhança: redução da perturbação sonora causada pelas manifestações da Petrobras"
Nós, moradores do Centro Residencial do Rio de Janeiro, um bairro predominantemente residencial e ocupado majoritariamente por pessoas idosas que residem aqui há décadas, viemos por meio deste abaixo-assinado expressar nossa profunda preocupação com o impacto das manifestações realizadas pela Petrobras em frente ao seu prédio na Av. Henrique Valadares. Essas manifestações, que frequentemente utilizam microfones e caixas de som, começam antes das 8h da manhã e frequentemente se estendem até a tarde. O barulho excessivo tem causado um enorme desconforto para os moradores, especialmente para os idosos, que são mais sensíveis ao som alto. Além disso, muitos dos que trabalham de home office têm suas atividades comprometidas pela falta de concentração devido ao barulho constante. Em dias de calor intenso, somos forçados a manter as janelas fechadas para reduzir o som, o que nos impede de aproveitar a ventilação natural e agrava ainda mais o desconforto.
Se a situação continuar, o direito dos moradores à tranquilidade e ao sossego será permanentemente violado. Isso prejudicará gravemente a qualidade de vida na região, afetando a saúde física e mental dos moradores, especialmente os idosos, que são mais vulneráveis ao impacto do barulho. Aqueles que trabalham remotamente também não poderão desempenhar suas funções de forma adequada, visto que o ambiente não oferece as condições mínimas para concentração. O acúmulo de manifestações semanais e o desconforto proporcionado pelo barulho constante resultarão na deterioração da convivência harmoniosa e no bem-estar da comunidade local.
Este problema já persiste há anos, mas a frequência semanal das manifestações e o calor excessivo tornaram a situação insuportável. Com as altas temperaturas, somos forçados a manter as janelas fechadas para minimizar o impacto do barulho, o que impede a circulação de ar e agrava o desconforto térmico dentro das residências. Esse ambiente insalubre, combinado com o barulho constante, torna impossível viver e trabalhar em condições adequadas. Por isso, é urgente que a Petrobras tome providências imediatas, ajustando tanto o volume quanto o horário das manifestações. Caso contrário, a qualidade de vida dos moradores continuará a ser severamente comprometida.
Solicitamos, de forma clara e objetiva:
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Suspensão do uso de microfones e caixas de som nas manifestações, especialmente nos horários da manhã, de forma a não perturbar a tranquilidade da vizinhança.
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Mudança dos horários das manifestações, com a adoção de horários mais adequados, evitando o impacto sobre os moradores, especialmente aqueles que trabalham de home office e os idosos, mais vulneráveis ao barulho excessivo.
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Busca de alternativas para a realização das manifestações, que respeitem os direitos dos moradores à paz e à tranquilidade, como, por exemplo, a realização de manifestações sem o uso de som alto.
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Acompanhamento das autoridades competentes, como a Prefeitura e o Ministério Público, para garantir que a legislação de proteção ao sossego seja cumprida, e que a Petrobras adote práticas mais respeitosas com a comunidade local.
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Abaixo-assinado criado em 13 de fevereiro de 2025