Exigimos Infraestrutura Adequada nas Escolas: Chega de Promessas, É Hora de Cumprir!

Assinantes recentes:
Nazare Gama e outras 12 pessoas assinaram recentemente.

O problema

Eu sou estudante da rede pública na periferia de Suzano, SP — e reconheço meu privilégio. Apesar de enfrentar salas superlotadas, falta de professores e recursos escassos, sei que há regiões do Brasil em condições ainda mais críticas, como Maranhão, Acre, Alagoas, Amazonas, Rio de Janeiro e tantas outras.

Por isso, esta petição é um apelo por investimentos urgentes e fiscalização rigorosa nas escolas públicas de todo o país. Exigimos:

 Estrutura e Recursos
Redução imediata da superlotação: 30 a 50 alunos por sala é uma forma de tortura psicológica para estudantes e docentes.
Bibliotecas funcionais, com acervo atualizado e espaços adequados para estudo.
Recursos didáticos modernos — digitais e físicos — que realmente apoiem o aprendizado.
Presença constante de professores: não é aceitável que estudantes cheguem à escola e não tenham aula por falta de profissionais.
 Valorização dos Profissionais
Formação continuada, salários dignos e condições de trabalho seguras para os docentes.
Ambientes respeitosos e firmes, com protocolos claros para lidar com conflitos — sem violência, mas com autoridade.
Respeito e cuidado com todo o corpo funcional: gestores, professores, estudantes, zeladores e inspetores merecem um ambiente menos desgastante e mais humano.
 Inclusão e Diversidade
Educação inclusiva para estudantes com deficiência, com acessibilidade física, pedagógica e digital.
Combate ao racismo e à discriminação, com formação antirracista para servidores e valorização da cultura periférica e afro-brasileira.
Respeito à identidade de gênero e orientação sexual, com ambientes seguros para estudantes LGBTQIA+.
 Saúde Emocional e Segurança
Presença de psicólogos escolares e programas de apoio emocional.
Criação de espaços de escuta e acolhimento para estudantes e servidores.
Campanhas contra o bullying e a violência escolar.
 Permanência e Dignidade
Fortalecimento do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), com refeições nutritivas e culturalmente adequadas.
Expansão de programas como o Pé-de-Meia, que ajudam estudantes a permanecer na escola.
Transporte escolar seguro e regular para regiões rurais e periféricas.
 Participação e Transparência
Criação de conselhos escolares participativos, com voz ativa de estudantes, pais e servidores.
Publicação de relatórios anuais sobre investimentos, obras e resultados educacionais.
Ferramentas digitais para denúncias anônimas de negligência ou violência nas escolas.
 
Meu nome é Joana da Silva Nogueira. Tenho 13 anos. Sim, 13.

Talvez você não imagine, mas sou mais nova do que pareço. E justamente por isso, minha voz pode ser o estopim. Porque se até os mais jovens estão enxergando o descaso, é sinal de que a situação já passou dos limites.

A educação pública no Brasil está falhando com todas as idades — crianças, adolescentes, adultos e até os profissionais que nela trabalham. Está feio. Está pesado. Está injusto.

Que esta petição sirva para abrir olhos, mover estruturas e lembrar que quem estuda hoje é quem constrói o amanhã. E esse amanhã não pode continuar sendo adiado.

 
Esta é uma convocação coletiva por uma educação pública que respeite, acolha e transforme. Assine, compartilhe e ajude Cris, a onça ativista, a levar essa maré de mudança até quem decide. Porque educação que afoga não é educação — e quem navega merece vento justo.
Meu objetivo é entregar esta petição ao Ministério da Educação, às Secretarias Estaduais e Municipais de Ensino, e aos parlamentares da Comissão de Educação. A voz da periferia precisa ecoar nos corredores do poder

 

 

 

Cris, a onça ativista, mascote do MSC.

 

 

 

 

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O problema

Eu sou estudante da rede pública na periferia de Suzano, SP — e reconheço meu privilégio. Apesar de enfrentar salas superlotadas, falta de professores e recursos escassos, sei que há regiões do Brasil em condições ainda mais críticas, como Maranhão, Acre, Alagoas, Amazonas, Rio de Janeiro e tantas outras.

Por isso, esta petição é um apelo por investimentos urgentes e fiscalização rigorosa nas escolas públicas de todo o país. Exigimos:

 Estrutura e Recursos
Redução imediata da superlotação: 30 a 50 alunos por sala é uma forma de tortura psicológica para estudantes e docentes.
Bibliotecas funcionais, com acervo atualizado e espaços adequados para estudo.
Recursos didáticos modernos — digitais e físicos — que realmente apoiem o aprendizado.
Presença constante de professores: não é aceitável que estudantes cheguem à escola e não tenham aula por falta de profissionais.
 Valorização dos Profissionais
Formação continuada, salários dignos e condições de trabalho seguras para os docentes.
Ambientes respeitosos e firmes, com protocolos claros para lidar com conflitos — sem violência, mas com autoridade.
Respeito e cuidado com todo o corpo funcional: gestores, professores, estudantes, zeladores e inspetores merecem um ambiente menos desgastante e mais humano.
 Inclusão e Diversidade
Educação inclusiva para estudantes com deficiência, com acessibilidade física, pedagógica e digital.
Combate ao racismo e à discriminação, com formação antirracista para servidores e valorização da cultura periférica e afro-brasileira.
Respeito à identidade de gênero e orientação sexual, com ambientes seguros para estudantes LGBTQIA+.
 Saúde Emocional e Segurança
Presença de psicólogos escolares e programas de apoio emocional.
Criação de espaços de escuta e acolhimento para estudantes e servidores.
Campanhas contra o bullying e a violência escolar.
 Permanência e Dignidade
Fortalecimento do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), com refeições nutritivas e culturalmente adequadas.
Expansão de programas como o Pé-de-Meia, que ajudam estudantes a permanecer na escola.
Transporte escolar seguro e regular para regiões rurais e periféricas.
 Participação e Transparência
Criação de conselhos escolares participativos, com voz ativa de estudantes, pais e servidores.
Publicação de relatórios anuais sobre investimentos, obras e resultados educacionais.
Ferramentas digitais para denúncias anônimas de negligência ou violência nas escolas.
 
Meu nome é Joana da Silva Nogueira. Tenho 13 anos. Sim, 13.

Talvez você não imagine, mas sou mais nova do que pareço. E justamente por isso, minha voz pode ser o estopim. Porque se até os mais jovens estão enxergando o descaso, é sinal de que a situação já passou dos limites.

A educação pública no Brasil está falhando com todas as idades — crianças, adolescentes, adultos e até os profissionais que nela trabalham. Está feio. Está pesado. Está injusto.

Que esta petição sirva para abrir olhos, mover estruturas e lembrar que quem estuda hoje é quem constrói o amanhã. E esse amanhã não pode continuar sendo adiado.

 
Esta é uma convocação coletiva por uma educação pública que respeite, acolha e transforme. Assine, compartilhe e ajude Cris, a onça ativista, a levar essa maré de mudança até quem decide. Porque educação que afoga não é educação — e quem navega merece vento justo.
Meu objetivo é entregar esta petição ao Ministério da Educação, às Secretarias Estaduais e Municipais de Ensino, e aos parlamentares da Comissão de Educação. A voz da periferia precisa ecoar nos corredores do poder

 

 

 

Cris, a onça ativista, mascote do MSC.

 

 

 

 

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Abaixo-assinado criado em 10 de setembro de 2025