Exigimos ginecologistas para UBS e construção de centros para tratamento da endometriose

O problema

A cidade de São Paulo conta com 460 unidades básicas de saúde e poucas possuem ginecologistas de pronto atendimento.  Diversas mulheres acometidas por doenças como endometriose e adenomiose não conseguem atendimento público e os médicos se recusam a pedir exames mais específicos por conta dos custos. 

A demanda por ginecologistas é alta e são meses de espera para uma consulta. Quando obtém são tratadas de maneira superficial sem nenhum cuidado e preparo dos profissionais. 

A cidade também conta com apenas dois centros públicos destinados ao tratamento da endometriose e as pacientes são encaminhadas quando já estão com a doença em níveis avançados. Isso também tem acontecido na rede privada.

Mulheres que não conseguem atendimento pelo SUS são obrigadas a procurar médicos particulares ou contratar convênios que não arcam com os custos do tratamento.

A medicação disponibilizada na rede pública não atende a especificidade da doença. Também não há acompanhamento de outras especialidades tão importantes no tratamento como nutricionistas, terapeutas, psicólogos e fisioterapeutas. 

Esse abaixo-assinado tem o intuito de exigir: 

  • a contratação de médicos ginecologistas para as unidades básicas de saúde da cidade de São Paulo
  • a inserção de mulheres que possuem quadro de endometriose e adenomiose no programa de método contraceptivo com Implanon 
  • distribuição de medicamento indicados para a doença na rede pública
  • a construção de novos centros especializados em endometriose com profissionais capacitados para oferecer tratamento multidisciplinar
  • solicitação de exames de ressonância para constatação da doença

Uma em cada dez mulheres possui a doença no Brasil e segundo Melissa Rosado, do Hospital Materno Infantil de Brasília, o tempo de espera até que a mulher com a doença consiga uma cirurgia pode ser de até 12 anos. 

O cuidado com a saúde da mulher é um DEVER do estado e um direito previsto na constituição brasileira. Exigimos que este direito seja cumprido em sua totalidade pela Prefeitura de São Paulo e Secretaria Municipal de Saúde. 

Colabore com esta causa! Compartilhem e divulguem! Quanto mais assinaturas conseguirmos, mais chances de sermos atendidas.

 

avatar of the starter
Amanda CordeiroCriador do abaixo-assinado
Este abaixo-assinado conseguiu 267 apoiadores!

O problema

A cidade de São Paulo conta com 460 unidades básicas de saúde e poucas possuem ginecologistas de pronto atendimento.  Diversas mulheres acometidas por doenças como endometriose e adenomiose não conseguem atendimento público e os médicos se recusam a pedir exames mais específicos por conta dos custos. 

A demanda por ginecologistas é alta e são meses de espera para uma consulta. Quando obtém são tratadas de maneira superficial sem nenhum cuidado e preparo dos profissionais. 

A cidade também conta com apenas dois centros públicos destinados ao tratamento da endometriose e as pacientes são encaminhadas quando já estão com a doença em níveis avançados. Isso também tem acontecido na rede privada.

Mulheres que não conseguem atendimento pelo SUS são obrigadas a procurar médicos particulares ou contratar convênios que não arcam com os custos do tratamento.

A medicação disponibilizada na rede pública não atende a especificidade da doença. Também não há acompanhamento de outras especialidades tão importantes no tratamento como nutricionistas, terapeutas, psicólogos e fisioterapeutas. 

Esse abaixo-assinado tem o intuito de exigir: 

  • a contratação de médicos ginecologistas para as unidades básicas de saúde da cidade de São Paulo
  • a inserção de mulheres que possuem quadro de endometriose e adenomiose no programa de método contraceptivo com Implanon 
  • distribuição de medicamento indicados para a doença na rede pública
  • a construção de novos centros especializados em endometriose com profissionais capacitados para oferecer tratamento multidisciplinar
  • solicitação de exames de ressonância para constatação da doença

Uma em cada dez mulheres possui a doença no Brasil e segundo Melissa Rosado, do Hospital Materno Infantil de Brasília, o tempo de espera até que a mulher com a doença consiga uma cirurgia pode ser de até 12 anos. 

O cuidado com a saúde da mulher é um DEVER do estado e um direito previsto na constituição brasileira. Exigimos que este direito seja cumprido em sua totalidade pela Prefeitura de São Paulo e Secretaria Municipal de Saúde. 

Colabore com esta causa! Compartilhem e divulguem! Quanto mais assinaturas conseguirmos, mais chances de sermos atendidas.

 

avatar of the starter
Amanda CordeiroCriador do abaixo-assinado

Os tomadores de decisão

Ricardo Nunes
Ricardo Nunes
Prefeito da cidade de São Paulo
Atualizações do abaixo-assinado
Compartilhar este abaixo-assinado
Abaixo-assinado criado em 4 de junho de 2023