Exigimos AUDITORIAS e DESASSOREAMENTO IMEDIATO das Bacias do RS!

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O problema

MANIFESTO PÚBLICO E EXIGÊNCIA DE DESASSOREAMENTO, AUDITORIA FISCAL E DE INFRAESTRUTURA

DESTINATÁRIOS: Ministério Público Federal (MPF), Ministério Público do Estado do Rio Grande do Sul (MPFRS), Tribunal de Contas da União (TCU) e Tribunal de Contas do Estado (TCE-RS).

OBJETOAuditoria técnica nas obras da BR-448; fiscalização dos contratos de concessão rodoviária; investigação sobre a aplicação de taxas de serviços digitais e imposição de cronograma imediato de desassoreamento profundo.

O colapso que vivemos no Rio Grande do Sul e na Região Metropolitana de Porto Alegre é o resultado de mais de 20 anos da falta de desassoreamento real dos rios, agravado por uma política fiscal abusiva e severas falhas de infraestrutura pública.

Diante do cenário de vulnerabilidade crônica do Estado, os cidadãos abaixo-assinados denunciam e exigem providências imediatas sobre os seguintes fatos:

1.  Estrangulamento da BR-448 pelo DNIT: Denunciamos que os canais originais de escoamento da BR-448 — que possuíam 8 metros de largura — foram substituídos por tubulações de apenas 60 centímetros. Essa intervenção transformou a rodovia em uma represa artificial que inundou Canoas e região, custando centenas de vidas. Exigimos auditoria hidráulica urgente por parte do MPF e do TCU.

2.  Falhas no Sistema de Contenção e Casas de Bombas: Apontamos a negligência crônica e a falta de manutenção nos diques e nas Casas de Bombas da Região Metropolitana e Capital, além de travas burocráticas históricas da Fepam que paralisam o manejo preventivo das bacias.

3.  Bitributação e Concessões de Longo Prazo: Criticamos o modelo de concessões rodoviárias e a proliferação de praças de pedágio que sobrecarregam o cidadão de forma duplicada ao pagamento do IPVA. Exigimos a revisão e auditoria dos contratos de concessão de 30 anos firmados no âmbito do plano de concessões iniciado no período da pandemia de 2020.

4.  Abuso na Cobrança de Taxas Digitais: Denunciamos a manutenção de taxas cartorárias e de serviços estaduais, como a cobrança pela emissão e geração do Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo em meio digital (CRLV-e), mesmo após a extinção do envio de documentos impressos físicos por parte do órgão de trânsito.

Chega de propagandas institucionais coordenadas pelo Poder Executivo: 80% da solução para mitigar novas catástrofes está no investimento real em engenharia técnica e na dragagem profunda e imediata dos leitos de rios, afluentes e subafluentes.

Exigimos que o Ministério Público e os Tribunais de Contas assumam seus papéis fiscalizadores, auditem os contratos citados e obriguem o poder público a DESASSOREAR o Estado antes que sejamos inundados novamente!

Rio Grande do Sul, 2026.

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Céu​.​Limpo​.​RS RSCriador do abaixo-assinadoCéu.Limpo.RS

Os tomadores de decisão

TCE Tribunal de contas da união
TCE Tribunal de contas da união
Tribunal de Contas do RS
Tribunal de Contas do RS
Ministério Público Federal
Ministério Público Federal
MPF

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