EU NÃO PAGO PARA VER ANUNCIOS!!

O problema

Isso precisa parar.

Hoje, milhões de pessoas pagam por plataformas como YouTube, Netflix, Amazon Prime Video e Disney+ — e mesmo assim continuam sendo obrigadas a assistir anúncios.

Anúncios longos.

Repetitivos.

Muitas vezes impossíveis de pular.

E pior: vários promovem golpes, produtos falsos, cursos enganosos e apostas que podem prejudicar quem assiste.

Isso é abuso.

Quem paga por um serviço não deveria ser interrompido no meio de um filme ou vídeo. Não faz sentido pagar e ainda ter a experiência quebrada por propaganda.

E tem mais: quase nenhum desses anúncios traz algo positivo. Não incentivam educação, saúde, ou fazer o bem — só consumo, gasto e, em muitos casos, enganação.

Não é isso que o consumidor espera.

Não é isso que o consumidor merece.

O que queremos é direto:

Fim de anúncios em planos pagos

Bloqueio de propagandas enganosas e golpes

Fim de anúncios não puláveis

Regras claras e fiscalização de verdade

Pagou, é pra ter respeito.

Pagou, é pra ter qualidade.

Pagou, não é pra ver anúncio.

Assine e ajude a pressionar por uma mudança real.

Isso também é uma questão legal!

Práticas como essas podem violar leis brasileiras de proteção ao consumidor, como o Código de Defesa do Consumidor.

Pela lei, as empresas não podem:

Fazer publicidade enganosa (prometer uma coisa e entregar outra)

Omitir informações importantes sobre o serviço

Exibir anúncios que induzam o consumidor ao erro ou ao prejuízo

Permitir propagandas de produtos falsos, golpes ou serviços duvidosos

Explorar vulnerabilidades do consumidor (como vício em jogos/apostas)

Oferecer um serviço diferente do que foi anunciado (ex: plano pago com interrupções não informadas)

Além disso, o Marco Civil da Internet estabelece que plataformas digitais têm responsabilidade sobre o conteúdo que distribuem, especialmente quando há prejuízo ao usuário.

E órgãos como o CONAR determinam que a publicidade deve ser ética, verdadeira e não abusiva.

O problema não é falta de regra.

É falta de respeito e aplicação.

E isso precisa mudar.

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victor vieiraCriador do abaixo-assinado

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O problema

Isso precisa parar.

Hoje, milhões de pessoas pagam por plataformas como YouTube, Netflix, Amazon Prime Video e Disney+ — e mesmo assim continuam sendo obrigadas a assistir anúncios.

Anúncios longos.

Repetitivos.

Muitas vezes impossíveis de pular.

E pior: vários promovem golpes, produtos falsos, cursos enganosos e apostas que podem prejudicar quem assiste.

Isso é abuso.

Quem paga por um serviço não deveria ser interrompido no meio de um filme ou vídeo. Não faz sentido pagar e ainda ter a experiência quebrada por propaganda.

E tem mais: quase nenhum desses anúncios traz algo positivo. Não incentivam educação, saúde, ou fazer o bem — só consumo, gasto e, em muitos casos, enganação.

Não é isso que o consumidor espera.

Não é isso que o consumidor merece.

O que queremos é direto:

Fim de anúncios em planos pagos

Bloqueio de propagandas enganosas e golpes

Fim de anúncios não puláveis

Regras claras e fiscalização de verdade

Pagou, é pra ter respeito.

Pagou, é pra ter qualidade.

Pagou, não é pra ver anúncio.

Assine e ajude a pressionar por uma mudança real.

Isso também é uma questão legal!

Práticas como essas podem violar leis brasileiras de proteção ao consumidor, como o Código de Defesa do Consumidor.

Pela lei, as empresas não podem:

Fazer publicidade enganosa (prometer uma coisa e entregar outra)

Omitir informações importantes sobre o serviço

Exibir anúncios que induzam o consumidor ao erro ou ao prejuízo

Permitir propagandas de produtos falsos, golpes ou serviços duvidosos

Explorar vulnerabilidades do consumidor (como vício em jogos/apostas)

Oferecer um serviço diferente do que foi anunciado (ex: plano pago com interrupções não informadas)

Além disso, o Marco Civil da Internet estabelece que plataformas digitais têm responsabilidade sobre o conteúdo que distribuem, especialmente quando há prejuízo ao usuário.

E órgãos como o CONAR determinam que a publicidade deve ser ética, verdadeira e não abusiva.

O problema não é falta de regra.

É falta de respeito e aplicação.

E isso precisa mudar.

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victor vieiraCriador do abaixo-assinado

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Abaixo-assinado criado em 13 de abril de 2026