Faça parte desta campanha

0 pessoa já assinou. Ajude a chegar a 5.000!


O desenvolvimento econômico e social das cidades do Norte Fluminense tem nome e sobrenome: Petróleo Brasileiro S.A. – Petrobras. Desde que se lançou nos mares da região nos anos 1970, descobrindo o campo de Garoupa, em 1974, e produzindo petróleo em Enchova, em 1977, a Petrobras não apenas colocou a Bacia de Campos no mapa energético do Brasil, como atraiu para o Norte Fluminense empresas de variados segmentos e recursos humanos de todo o país. Com isso, mudou a dinâmica econômica das cidades da região, que deixaram um passado agrícola de baixa produtividade para avançarem num presente de inovação tecnológica e vigor industrial.

Foi na Bacia de Campos que a Petrobras bateu sucessivos recordes de exploração e produção em águas profundas, como foi com o campo de Roncador, hoje o maior produtor de petróleo da bacia no Norte Fluminense. Foi na Bacia de Campos que, em 2006, o Brasil atingiu a autossuficiência em petróleo, a partir do início da operação da plataforma P-50, no campo de Albacora Leste. Foi na Bacia de Campos que a Petrobras desenvolveu tecnologias que lhe deram prêmios sucessivos na Offshore Technology Conference (OTC), o maior evento de petróleo do planeta. E foram os royalties e as participações especiais pagas pela Petrobras por sua alta produção na Bacia de Campos que alavancaram as arrecadações de diversas cidades, com destaque para Campos dos Goytacazes e Macaé.

Desde 2016, porém, a Petrobras vem reduzindo drasticamente seus investimentos na Bacia de Campos, voltando-se apenas para o pré-sal da Bacia de Santos. A empresa está vendendo diversos campos produtores sob a alegação de que são áreas maduras e de alto custo, e de que serão “mais produtivos” nas mãos da iniciativa privada. Contudo, por sua escala e por ser uma empresa “do poço ao posto”, a Petrobras atrai mais fornecedores, emprega mais gente direta e indiretamente e movimenta mais os setores de comércio e serviços das cidades do Norte Fluminense do que outras empresas. Além disso, a empresa está deixando para trás o pré-sal da região, oculto sob as áreas maduras, um volume que, se produzido por ela, vai gerar mais recursos financeiros para a própria Petrobras, mais movimentação nas indústrias, mais emprego, mais renda.

Por isso, estamos lançando o manifesto “Petrobras Fica na Bacia de Campos”, uma campanha que quer agregar empresários de todos os portes, poder público, entidades civis e todas as pessoas que sabem a importância que a Petrobras tem para o Norte Fluminense. Toda a riqueza que a companhia trouxe para a região está ameaçada por uma decisão empresarial equivocada, que pode parecer vantajosa no curto prazo, mas será devastadora num futuro muito próximo, até mesmo para a própria empresa.

A Petrobras é do Brasil. A Petrobras é da Bacia de Campos. A Petrobras é do Norte Fluminense.

Faça parte desse movimento!