

EM DEFESA DO GUIA ALIMENTAR PARA A POPULAÇÃO BRASILEIRA


EM DEFESA DO GUIA ALIMENTAR PARA A POPULAÇÃO BRASILEIRA
O problema
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) solicitou uma revisão do Guia Alimentar para a População Brasileira através da nota técnica n° 42/2020/DAEP/SPA/MAPA. Essa revisão IGNORA evidências científicas, o direito à informação, à autonomia, à alimentação adequada e saudável e à segurança alimentar. Pois, ao modificar o documento sem debate com a sociedade, o governo potencializa e incentiva o aumento do consumo de alimentos industrializados e ultraprocessados pela população brasileira.
O Guia Alimentar para a População Brasileira é um direito da população brasileira e promove: Autonomia, Sustentabilidade, Incentivo à Agricultura Familiar, à Cultura Alimentar Regional, à Promoção à Saúde e Alimentação Adequada e Saudável – sendo uma ferramenta fundamental para a sociedade brasileira. O Guia Alimentar é reconhecido mundialmente como o primeiro documento desta natureza, que se dedica a falar diretamente para a população, traduzindo conteúdos técnicos e incorporando as múltiplas dimensões da alimentação e nutrição, como cultura alimentar, meio ambiente e orientação/indução para a formulação de políticas públicas.
A melhoria nas condições de alimentação da população poderia prevenir uma em cada cinco mortes no mundo. Sendo assim, a melhoria das condições de alimentação e nutrição associada a ações de promoção da alimentação adequada e saudável deveriam ser uma prioridade do Ministério da Saúde e, em especial, da Atenção Primária em Saúde do país. O debate com a sociedade deve ser feito de maneira transparente e sem conflitos de interesse.
Estamos vivendo uma era de Transição Epidemiológica Nutricional, onde as taxas de doenças infecciosas diminuíram. Mas em contrapartida houve um aumento significativo de Doenças Crônicas Não Transmissíveis como a obesidade, o diabetes, a hipertensão, o câncer e, neste cenário, temos dois extremos: a desnutrição por carência nutricional e o sobrepeso ou a obesidade.
Portanto, se faz necessário que o Guia Alimentar para População Brasileira NÃO seja alterado nem revisado sem a participação dos autores, colaboradores, equipe técnico-científica e da sociedade.
@nutrivieira
#euapoiooguiaalimentar #eudefendooguiaalimentar #saudeenutrição
50.505
O problema
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) solicitou uma revisão do Guia Alimentar para a População Brasileira através da nota técnica n° 42/2020/DAEP/SPA/MAPA. Essa revisão IGNORA evidências científicas, o direito à informação, à autonomia, à alimentação adequada e saudável e à segurança alimentar. Pois, ao modificar o documento sem debate com a sociedade, o governo potencializa e incentiva o aumento do consumo de alimentos industrializados e ultraprocessados pela população brasileira.
O Guia Alimentar para a População Brasileira é um direito da população brasileira e promove: Autonomia, Sustentabilidade, Incentivo à Agricultura Familiar, à Cultura Alimentar Regional, à Promoção à Saúde e Alimentação Adequada e Saudável – sendo uma ferramenta fundamental para a sociedade brasileira. O Guia Alimentar é reconhecido mundialmente como o primeiro documento desta natureza, que se dedica a falar diretamente para a população, traduzindo conteúdos técnicos e incorporando as múltiplas dimensões da alimentação e nutrição, como cultura alimentar, meio ambiente e orientação/indução para a formulação de políticas públicas.
A melhoria nas condições de alimentação da população poderia prevenir uma em cada cinco mortes no mundo. Sendo assim, a melhoria das condições de alimentação e nutrição associada a ações de promoção da alimentação adequada e saudável deveriam ser uma prioridade do Ministério da Saúde e, em especial, da Atenção Primária em Saúde do país. O debate com a sociedade deve ser feito de maneira transparente e sem conflitos de interesse.
Estamos vivendo uma era de Transição Epidemiológica Nutricional, onde as taxas de doenças infecciosas diminuíram. Mas em contrapartida houve um aumento significativo de Doenças Crônicas Não Transmissíveis como a obesidade, o diabetes, a hipertensão, o câncer e, neste cenário, temos dois extremos: a desnutrição por carência nutricional e o sobrepeso ou a obesidade.
Portanto, se faz necessário que o Guia Alimentar para População Brasileira NÃO seja alterado nem revisado sem a participação dos autores, colaboradores, equipe técnico-científica e da sociedade.
@nutrivieira
#euapoiooguiaalimentar #eudefendooguiaalimentar #saudeenutrição
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Os tomadores de decisão
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Abaixo-assinado criado em 17 de setembro de 2020