

EM DEFESA DA JUSTIÇA E PELA REFORMA DO JUDICIÁRIO
O problema
Nossa República enfrenta um teste inédito de integridade. As sucessivas crises que ocorrem em Brasília, em especial no Supremo Tribunal Federal, colocam em risco as instituições.
Os episódios recentes podem lançar o Brasil num momento de especial gravidade, pois a confiança da população na Justiça é alicerce da democracia.
A convivência social pacífica depende da certeza de que as instituições judiciais atuam de forma imparcial, ética e equilibrada.
Neste momento crítico não há espaço para soluções obscuras, casuísticas ou revanchistas: cabe ao Plenário do Supremo Tribunal Federal, em discussão livre, pública e presencial, examinar as suspeitas e acusações existentes. Autoridades suspeitas, acusadas ou diretamente interessadas devem ser afastadas desse processo decisório, com ampla oportunidade de esclarecer os fatos à luz do devido processo legal.
A democracia exige transparência e procedimentos públicos imunes a parcialidade e ao favorecimento.
Mas a resposta à crise não pode se limitar aos episódios atuais. Para fortalecer nossa Justiça e proteger o STF, precisamos discutir uma ampla reforma do Judiciário: Código de Conduta, a ampliação das hipóteses de impedimento e suspeição, mandato para os Ministros do STF, redução da competência criminal dos Tribunais Superiores, limitação dos julgamentos virtuais e das decisões monocráticas, entre outras medidas necessárias.
Fortalecer o Supremo significa preservar sua autoridade por meio da transparência e da confiança pública. É disso que o Brasil precisa agora.
MANIFESTO CONJUNTO
Entidades signatárias
OAB SP – Ordem dos Advogados do Brasil Seção São Paulo
OAB RJ - Ordem dos Advogados do Brasil Seção Rio de Janeiro
OAB PR - Ordem dos Advogados do Brasil Seção Paraná
UNE - União Nacional dos Estudantes
Comissão Arns
Transparência Brasil
EDUCAFRO
AASP - Associação dos Advogados
IASP - Instituto dos Advogados de São Paulo
IDDD - Instituto de Defesa do Direito de Defesa
SINSA - Sindicato das Sociedades de Advogados de São Paulo e Rio de Janeiro
MDA - Movimento de Defesa da Advocacia
FENIA - Federação Nacional dos Institutos dos Advogados do Brasil
CESA - Centro de Estudos das Sociedades de Advogados
ABDF- Associação Brasileira de Direito Financeiro
Movimento Ninguém Acima da Lei
CEERT - Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades
Academia Brasileira de Educação
Academia Carioca de Letras
Centro Acadêmico 22 de Agosto – Faculdade de Direito da PUC-SP
Centro Acadêmico XVI de Abril – Faculdade de Direito da PUC-Campinas
Centro Acadêmico João Mendes Júnior – Faculdade de Direito do Mackenzie
ACSP - Associação Comercial de São Paulo
CNS - Confederação Nacional de Serviços
SINCOPEÇAS - Sindicato do Comércio Varejista de Autopeças do Estado de São Paulo
CACB - Confederação das Associações Comerciais do Brasil

1.240
O problema
Nossa República enfrenta um teste inédito de integridade. As sucessivas crises que ocorrem em Brasília, em especial no Supremo Tribunal Federal, colocam em risco as instituições.
Os episódios recentes podem lançar o Brasil num momento de especial gravidade, pois a confiança da população na Justiça é alicerce da democracia.
A convivência social pacífica depende da certeza de que as instituições judiciais atuam de forma imparcial, ética e equilibrada.
Neste momento crítico não há espaço para soluções obscuras, casuísticas ou revanchistas: cabe ao Plenário do Supremo Tribunal Federal, em discussão livre, pública e presencial, examinar as suspeitas e acusações existentes. Autoridades suspeitas, acusadas ou diretamente interessadas devem ser afastadas desse processo decisório, com ampla oportunidade de esclarecer os fatos à luz do devido processo legal.
A democracia exige transparência e procedimentos públicos imunes a parcialidade e ao favorecimento.
Mas a resposta à crise não pode se limitar aos episódios atuais. Para fortalecer nossa Justiça e proteger o STF, precisamos discutir uma ampla reforma do Judiciário: Código de Conduta, a ampliação das hipóteses de impedimento e suspeição, mandato para os Ministros do STF, redução da competência criminal dos Tribunais Superiores, limitação dos julgamentos virtuais e das decisões monocráticas, entre outras medidas necessárias.
Fortalecer o Supremo significa preservar sua autoridade por meio da transparência e da confiança pública. É disso que o Brasil precisa agora.
MANIFESTO CONJUNTO
Entidades signatárias
OAB SP – Ordem dos Advogados do Brasil Seção São Paulo
OAB RJ - Ordem dos Advogados do Brasil Seção Rio de Janeiro
OAB PR - Ordem dos Advogados do Brasil Seção Paraná
UNE - União Nacional dos Estudantes
Comissão Arns
Transparência Brasil
EDUCAFRO
AASP - Associação dos Advogados
IASP - Instituto dos Advogados de São Paulo
IDDD - Instituto de Defesa do Direito de Defesa
SINSA - Sindicato das Sociedades de Advogados de São Paulo e Rio de Janeiro
MDA - Movimento de Defesa da Advocacia
FENIA - Federação Nacional dos Institutos dos Advogados do Brasil
CESA - Centro de Estudos das Sociedades de Advogados
ABDF- Associação Brasileira de Direito Financeiro
Movimento Ninguém Acima da Lei
CEERT - Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades
Academia Brasileira de Educação
Academia Carioca de Letras
Centro Acadêmico 22 de Agosto – Faculdade de Direito da PUC-SP
Centro Acadêmico XVI de Abril – Faculdade de Direito da PUC-Campinas
Centro Acadêmico João Mendes Júnior – Faculdade de Direito do Mackenzie
ACSP - Associação Comercial de São Paulo
CNS - Confederação Nacional de Serviços
SINCOPEÇAS - Sindicato do Comércio Varejista de Autopeças do Estado de São Paulo
CACB - Confederação das Associações Comerciais do Brasil

Mensagens de apoiadores
Atualizações do abaixo-assinado
Compartilhar este abaixo-assinado
Abaixo-assinado criado em 8 de setembro de 2026
