Elefante AXÉ no Santuário de Elefantes Brasil

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O problema

Axé é uma "elefanta" ou Aliá africana que vive no zoológico de Belo Horizonte onde nasceu em 1987, sendo a primeira da espécie a nascer na América Latina sob cuidados humanos. O zoológico também abrigava Beré, mãe de Axé, que faleceu em 2021 aos 46 anos, além de Jamba um elefante macho que veio da Namíbia em 1998 e morreu recentemente aos 29 anos de idade. Axé atualmente vive sozinha em seu recinto, com sintomas de depressão devido toda sua vida viver com outros de sua espécie e agora sozinha, por isso pedimos a prefeitura de Belo Horizonte, ao prefeito Álvaro Damião, que permitam a transferência de Axé para o Santuário de Elefantes Brasil onde já residem Pupy e Kenya, duas fêmeas africanas com praticamente a mesma idade de Axé, para que assim seu isolamento acabe e ela possa ter uma vida digna em um ambiente cercado por natureza, sem estresse de visitação pública em um local amplo junto com outros de sua espécie. O recinto atual das fêmeas africanas no santuário é de 5 hectares tendo uma ampliação programada de mais 32 hectares, o recinto da Axé no zoológico sem muito estímulos além de pequeno para ela, não possui arvores e ela fica em um ambiente aberto para que facilite a visualização dos visitantes do zoológico, o que Axé precisa realmente atualmente é estar com ourros de sua espécie o mais rápido possivel, elefantes são animais extremamentes sociais, e manter ela em um ambiente isolada existindo uma alternativa melhor para ela é o correto a se fazer, pedimos empatia das autoridades públicas e que analisem que o melhor lugar para Axé no momento é o Santuário de Elefantes Brasil.

 

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O problema

Axé é uma "elefanta" ou Aliá africana que vive no zoológico de Belo Horizonte onde nasceu em 1987, sendo a primeira da espécie a nascer na América Latina sob cuidados humanos. O zoológico também abrigava Beré, mãe de Axé, que faleceu em 2021 aos 46 anos, além de Jamba um elefante macho que veio da Namíbia em 1998 e morreu recentemente aos 29 anos de idade. Axé atualmente vive sozinha em seu recinto, com sintomas de depressão devido toda sua vida viver com outros de sua espécie e agora sozinha, por isso pedimos a prefeitura de Belo Horizonte, ao prefeito Álvaro Damião, que permitam a transferência de Axé para o Santuário de Elefantes Brasil onde já residem Pupy e Kenya, duas fêmeas africanas com praticamente a mesma idade de Axé, para que assim seu isolamento acabe e ela possa ter uma vida digna em um ambiente cercado por natureza, sem estresse de visitação pública em um local amplo junto com outros de sua espécie. O recinto atual das fêmeas africanas no santuário é de 5 hectares tendo uma ampliação programada de mais 32 hectares, o recinto da Axé no zoológico sem muito estímulos além de pequeno para ela, não possui arvores e ela fica em um ambiente aberto para que facilite a visualização dos visitantes do zoológico, o que Axé precisa realmente atualmente é estar com ourros de sua espécie o mais rápido possivel, elefantes são animais extremamentes sociais, e manter ela em um ambiente isolada existindo uma alternativa melhor para ela é o correto a se fazer, pedimos empatia das autoridades públicas e que analisem que o melhor lugar para Axé no momento é o Santuário de Elefantes Brasil.

 

Os tomadores de decisão

Zoológico de Belo Horizonte
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Santuario de Elefantes Brasil
Santuario de Elefantes Brasil
Prefeito Álvaro Damião
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Abaixo-assinado criado em 18 de julho de 2025