

Elas Não Podem Gritar. Nós Ainda Podemos.
O problema

Salvem as mulheres e meninas do Afeganistão Milhões de mulheres e meninas no Afeganistão vivem uma realidade muito difícil. Muitas não conseguem continuar estudando, enfrentam restrições para trabalhar e têm sua liberdade limitada por regras muito rígidas. Sempre que penso nisso, imagino como seria se eu também não pudesse ir para a escola, sonhar com o meu futuro ou escolher o que quero ser quando crescer. Isso me entristece muito, porque ninguém deveria passar por isso.
Quando comecei a pesquisar mais sobre esse assunto, percebi que isso não é apenas uma notícia que aparece na televisão ou nas redes sociais. São vidas reais. São meninas da minha idade que sonham em estudar, brincar, fazer amizades, praticar esportes, escolher uma profissão, viajar e construir um futuro. Enquanto eu posso acordar todos os dias, ir para a escola, treinar tênis, rir com meus amigos e pensar nos meus sonhos, muitas delas vivem cercadas de incertezas.
Foi nesse momento que eu percebi uma coisa que nunca mais saiu da minha cabeça: a minha liberdade, enquanto mulher, é, em grande parte, uma questão de sorte geográfica. Eu nasci no Brasil. Elas nasceram no Afeganistão. Eu posso estudar, escolher o que quero fazer quando crescer e sonhar com o meu futuro. Muitas delas não têm essas mesmas oportunidades. Pensar nisso me fez entender que eu não posso tratar a minha liberdade como algo garantido. Se hoje eu tenho essa oportunidade, quero usá-la para defender quem ainda espera pelos mesmos direitos.
Quanto mais eu pesquisava, mais difícil era parar de pensar nisso. Vi relatos de meninas que sonhavam em terminar a escola, entrar na universidade ou simplesmente viver uma adolescência parecida com a minha. Percebi que muitas coisas que faço sem pensar, como estudar, praticar esporte, sair de casa ou conversar com minhas amigas, podem não fazer parte da rotina delas. Isso me fez enxergar que a liberdade nunca deveria depender do país onde alguém nasceu.
Meu nome é Nina, tenho 13 anos e moro no Brasil. Desde pequena, minha mãe me ensinou a prestar atenção no que acontece no mundo e despertou em mim o interesse por política, direitos humanos e justiça. Na escola, meus professores e minha diretora, Silvia Helena Motta, também me ajudaram a desenvolver um olhar mais humano para as injustiças. Tudo isso me fez entender que política não é só sobre governos ou eleições. Política também é defender pessoas.
Outra pessoa que me inspirou muito foi Malala Yousafzai. Quando li o livro dela, entendi ainda mais o valor da educação e da coragem. Ela mostrou que uma única menina pode inspirar milhões de pessoas. Isso me fez acreditar que eu também podia tentar fazer a minha parte.
Quando descobri a realidade das mulheres afegãs, fiquei pensando nelas por dias. Eu me perguntava como deve ser viver sem saber quando poderá voltar a estudar, sem poder fazer planos ou decidir livremente o próprio futuro. Foi aí que percebi que eu não queria apenas sentir tristeza. Eu queria agir.
Às vezes eu me faço uma pergunta: se eu, com apenas 13 anos, consigo perceber o quanto essa situação é injusta, por que ainda existem pessoas que escolhem ignorá-la? Eu nunca vou conseguir achar normal que uma menina tenha seus direitos limitados simplesmente por ser mulher.
Por trás das notícias existem pessoas de verdade. Existem meninas que sonham em ser médicas, professoras, cientistas, atletas, artistas e tantas outras coisas. Elas continuam tendo sonhos, mas muitas encontram barreiras que não escolheram. Nenhuma menina deveria perder seus sonhos por causa do lugar onde nasceu.
Muita gente pensa que adolescentes não conseguem mudar nada. Eu penso diferente. Tenho só 13 anos, mas acredito que a idade não define a nossa capacidade de fazer o bem. Talvez eu não consiga mudar o mundo sozinha, mas posso escolher não ficar em silêncio.
Eu sei que uma petição não vai resolver um problema tão grande. Também sei que existem muitas pessoas e organizações trabalhando por essa causa. A minha intenção é somar a esse esforço. Quero que mais pessoas conheçam essa realidade e percebam que essas mulheres e meninas não podem ser esquecidas.
Foi por isso que criei esta petição. Quero que governos, organizações internacionais e toda a sociedade continuem defendendo os direitos das mulheres e meninas do Afeganistão, apoiando o acesso à educação, à ajuda humanitária e à proteção dos direitos humanos.
Talvez eu nunca conheça nenhuma dessas meninas pessoalmente. Mesmo assim, acredito que a empatia não tem fronteiras. Não precisamos conhecer alguém para defender que essa pessoa tenha liberdade, dignidade e oportunidades.
Se você chegou até aqui, peço que assine esta petição e compartilhe essa mensagem. Leva menos de um minuto, mas pode ajudar essa causa a alcançar muito mais pessoas.
Agradecimentos
Antes de terminar, quero agradecer de coração aos meus pais, por sempre me apoiarem, acreditarem em mim e me ensinarem a olhar o mundo com empatia. Aos meus professores e à minha diretora, Silvia Helena Motta, por todo o conhecimento, incentivo e apoio durante a construção desta petição. Também agradeço à Malala Yousafzai e a todas as mulheres que usam a própria voz para defender os direitos das mulheres e inspiram meninas como eu todos os dias.
Tenho apenas 13 anos, mas não quero esperar crescer para começar a fazer a diferença. Quero olhar para trás e lembrar que, quando vi uma injustiça, escolhi agir em vez de ficar em silêncio.
Por elas. Por todas nós
Assine esta petição e me ajude a mostrar que elas não estão sozinhas.
Com carinho❤️
Nina, 13 anos

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O problema

Salvem as mulheres e meninas do Afeganistão Milhões de mulheres e meninas no Afeganistão vivem uma realidade muito difícil. Muitas não conseguem continuar estudando, enfrentam restrições para trabalhar e têm sua liberdade limitada por regras muito rígidas. Sempre que penso nisso, imagino como seria se eu também não pudesse ir para a escola, sonhar com o meu futuro ou escolher o que quero ser quando crescer. Isso me entristece muito, porque ninguém deveria passar por isso.
Quando comecei a pesquisar mais sobre esse assunto, percebi que isso não é apenas uma notícia que aparece na televisão ou nas redes sociais. São vidas reais. São meninas da minha idade que sonham em estudar, brincar, fazer amizades, praticar esportes, escolher uma profissão, viajar e construir um futuro. Enquanto eu posso acordar todos os dias, ir para a escola, treinar tênis, rir com meus amigos e pensar nos meus sonhos, muitas delas vivem cercadas de incertezas.
Foi nesse momento que eu percebi uma coisa que nunca mais saiu da minha cabeça: a minha liberdade, enquanto mulher, é, em grande parte, uma questão de sorte geográfica. Eu nasci no Brasil. Elas nasceram no Afeganistão. Eu posso estudar, escolher o que quero fazer quando crescer e sonhar com o meu futuro. Muitas delas não têm essas mesmas oportunidades. Pensar nisso me fez entender que eu não posso tratar a minha liberdade como algo garantido. Se hoje eu tenho essa oportunidade, quero usá-la para defender quem ainda espera pelos mesmos direitos.
Quanto mais eu pesquisava, mais difícil era parar de pensar nisso. Vi relatos de meninas que sonhavam em terminar a escola, entrar na universidade ou simplesmente viver uma adolescência parecida com a minha. Percebi que muitas coisas que faço sem pensar, como estudar, praticar esporte, sair de casa ou conversar com minhas amigas, podem não fazer parte da rotina delas. Isso me fez enxergar que a liberdade nunca deveria depender do país onde alguém nasceu.
Meu nome é Nina, tenho 13 anos e moro no Brasil. Desde pequena, minha mãe me ensinou a prestar atenção no que acontece no mundo e despertou em mim o interesse por política, direitos humanos e justiça. Na escola, meus professores e minha diretora, Silvia Helena Motta, também me ajudaram a desenvolver um olhar mais humano para as injustiças. Tudo isso me fez entender que política não é só sobre governos ou eleições. Política também é defender pessoas.
Outra pessoa que me inspirou muito foi Malala Yousafzai. Quando li o livro dela, entendi ainda mais o valor da educação e da coragem. Ela mostrou que uma única menina pode inspirar milhões de pessoas. Isso me fez acreditar que eu também podia tentar fazer a minha parte.
Quando descobri a realidade das mulheres afegãs, fiquei pensando nelas por dias. Eu me perguntava como deve ser viver sem saber quando poderá voltar a estudar, sem poder fazer planos ou decidir livremente o próprio futuro. Foi aí que percebi que eu não queria apenas sentir tristeza. Eu queria agir.
Às vezes eu me faço uma pergunta: se eu, com apenas 13 anos, consigo perceber o quanto essa situação é injusta, por que ainda existem pessoas que escolhem ignorá-la? Eu nunca vou conseguir achar normal que uma menina tenha seus direitos limitados simplesmente por ser mulher.
Por trás das notícias existem pessoas de verdade. Existem meninas que sonham em ser médicas, professoras, cientistas, atletas, artistas e tantas outras coisas. Elas continuam tendo sonhos, mas muitas encontram barreiras que não escolheram. Nenhuma menina deveria perder seus sonhos por causa do lugar onde nasceu.
Muita gente pensa que adolescentes não conseguem mudar nada. Eu penso diferente. Tenho só 13 anos, mas acredito que a idade não define a nossa capacidade de fazer o bem. Talvez eu não consiga mudar o mundo sozinha, mas posso escolher não ficar em silêncio.
Eu sei que uma petição não vai resolver um problema tão grande. Também sei que existem muitas pessoas e organizações trabalhando por essa causa. A minha intenção é somar a esse esforço. Quero que mais pessoas conheçam essa realidade e percebam que essas mulheres e meninas não podem ser esquecidas.
Foi por isso que criei esta petição. Quero que governos, organizações internacionais e toda a sociedade continuem defendendo os direitos das mulheres e meninas do Afeganistão, apoiando o acesso à educação, à ajuda humanitária e à proteção dos direitos humanos.
Talvez eu nunca conheça nenhuma dessas meninas pessoalmente. Mesmo assim, acredito que a empatia não tem fronteiras. Não precisamos conhecer alguém para defender que essa pessoa tenha liberdade, dignidade e oportunidades.
Se você chegou até aqui, peço que assine esta petição e compartilhe essa mensagem. Leva menos de um minuto, mas pode ajudar essa causa a alcançar muito mais pessoas.
Agradecimentos
Antes de terminar, quero agradecer de coração aos meus pais, por sempre me apoiarem, acreditarem em mim e me ensinarem a olhar o mundo com empatia. Aos meus professores e à minha diretora, Silvia Helena Motta, por todo o conhecimento, incentivo e apoio durante a construção desta petição. Também agradeço à Malala Yousafzai e a todas as mulheres que usam a própria voz para defender os direitos das mulheres e inspiram meninas como eu todos os dias.
Tenho apenas 13 anos, mas não quero esperar crescer para começar a fazer a diferença. Quero olhar para trás e lembrar que, quando vi uma injustiça, escolhi agir em vez de ficar em silêncio.
Por elas. Por todas nós
Assine esta petição e me ajude a mostrar que elas não estão sozinhas.
Com carinho❤️
Nina, 13 anos

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Abaixo-assinado criado em 9 de julho de 2026
