Direito a Acompanhante em Hospitais e Clínicas. Vamos assinar e compartilhar!


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O problema
Assine para apoiar o doente ter direito a acompanhante em hospitais ou clinicas seja publica ou privada em todo o Brasil!
Recentemente um paciente perdeu a vida tragicamente enquanto fazia hemodiálise, uma fatalidade causada pela administração de uma substância de esterilização durante o procedimento. Enquanto isso, seus pais, que estavam na recepção, não tinham conhecimento da luta pela vida de seu filho, um jovem de apenas 30 anos. Este evento devastador destaca a necessidade premente de mais direitos para acompanhantes poderem adentrar em consultas, exames ou procedimentos incluindo ou nao sedacao.Fora o fato que o homem principalmente sedado como por exemplo numa colonoscopia fica tão vulnerável quanto as mulheres. Coincidentemente nesta data faz 3 anos que meu pai Sr Nilton Batista Araujo faleceu na UTI do Hospital Balbino aos 81 anos sem que eu pudesse ter acesso para permanecer no local acompanhando o pós operatório.
A Lei 14737/23 trouxe importantes avanços na proteção dos direitos de certos grupos em contextos hospitalares, mas ainda há um buraco significativo quando se trata de incluir os homens nesses direitos. O momento para agir é agora, antes que mais tragédias ocorram. Estender os direitos previstos na lei para todos os indivíduos, independentemente de gênero, protege não apenas os pacientes, mas também os familiares, garantindo-lhes o direito de estar informados e presentes em momentos críticos de saúde de um ente querido.
Fatos mostram que a presença familiar durante tratamentos complexos, além de proporcionar conforto emocional aos pacientes, beneficia os processos de recuperação e pode evitar desastres como este. Pesquisas indicam que 70% dos hospitais que implementaram políticas inclusivas de presença familiar durante procedimentos críticos observaram uma diminuição em eventos adversos (fonte: Instituto de Pesquisas em Cuidado ao Paciente).
A ampliação para a inclusão dos homens nos direitos garantidos pela Lei 14737/23 não é apenas uma questão de justiça, mas também de saúde pública. Ao unir forças para exigir essa mudança, estamos buscando garantir que tragédias como a que aconteceu no Rio de Janeiro não se repitam. Chamo a comunidade e todos os cidadãos que valorizam a dignidade e os direitos humanos a juntar-se a esta causa urgente e necessária. Assine esta petição para que possamos juntos pressionar por um sistema de saúde mais justo e igualitário.
Deve-se também criar multas e criminalizar os responsáveis pelo não cumprimento da referida lei.

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O problema
Assine para apoiar o doente ter direito a acompanhante em hospitais ou clinicas seja publica ou privada em todo o Brasil!
Recentemente um paciente perdeu a vida tragicamente enquanto fazia hemodiálise, uma fatalidade causada pela administração de uma substância de esterilização durante o procedimento. Enquanto isso, seus pais, que estavam na recepção, não tinham conhecimento da luta pela vida de seu filho, um jovem de apenas 30 anos. Este evento devastador destaca a necessidade premente de mais direitos para acompanhantes poderem adentrar em consultas, exames ou procedimentos incluindo ou nao sedacao.Fora o fato que o homem principalmente sedado como por exemplo numa colonoscopia fica tão vulnerável quanto as mulheres. Coincidentemente nesta data faz 3 anos que meu pai Sr Nilton Batista Araujo faleceu na UTI do Hospital Balbino aos 81 anos sem que eu pudesse ter acesso para permanecer no local acompanhando o pós operatório.
A Lei 14737/23 trouxe importantes avanços na proteção dos direitos de certos grupos em contextos hospitalares, mas ainda há um buraco significativo quando se trata de incluir os homens nesses direitos. O momento para agir é agora, antes que mais tragédias ocorram. Estender os direitos previstos na lei para todos os indivíduos, independentemente de gênero, protege não apenas os pacientes, mas também os familiares, garantindo-lhes o direito de estar informados e presentes em momentos críticos de saúde de um ente querido.
Fatos mostram que a presença familiar durante tratamentos complexos, além de proporcionar conforto emocional aos pacientes, beneficia os processos de recuperação e pode evitar desastres como este. Pesquisas indicam que 70% dos hospitais que implementaram políticas inclusivas de presença familiar durante procedimentos críticos observaram uma diminuição em eventos adversos (fonte: Instituto de Pesquisas em Cuidado ao Paciente).
A ampliação para a inclusão dos homens nos direitos garantidos pela Lei 14737/23 não é apenas uma questão de justiça, mas também de saúde pública. Ao unir forças para exigir essa mudança, estamos buscando garantir que tragédias como a que aconteceu no Rio de Janeiro não se repitam. Chamo a comunidade e todos os cidadãos que valorizam a dignidade e os direitos humanos a juntar-se a esta causa urgente e necessária. Assine esta petição para que possamos juntos pressionar por um sistema de saúde mais justo e igualitário.
Deve-se também criar multas e criminalizar os responsáveis pelo não cumprimento da referida lei.

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Os tomadores de decisão
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Abaixo-assinado criado em 9 de setembro de 2025
