Diga não ao aumento da jornada de trabalho

Diga não ao aumento da jornada de trabalho

Assinantes recentes:
Elisangela e outras 19 pessoas assinaram recentemente.

O problema

​Trabalho duro todos os dias e sei o quanto é difícil conquistar qualquer direito no Brasil. Ver parlamentares, que têm salários altos e excelentes condições, votando para dificultar a vida de quem ganha o salário mínimo e move a economia do país é uma injustiça que não posso aceitar calada. Estou cansada de ver o trabalhador pagar a conta de crises econômicas enquanto os de cima continuam intocáveis. Essa petição é a minha forma de dizer 'CHEGA'.

 

                        O manifesto

 

Para: Deputados e Deputadas da Câmara dos Deputados.

 

 Nós, cidadãos, trabalhadores e eleitores brasileiros, manifestamos nossa total indignação e repúdio a qualquer proposta, emenda ou projeto de lei que tente aumentar a jornada de trabalho ou flexibilizar direitos consolidados, como o FGTS e as regras atuais de descanso.

 

 Acompanhamos com atenção os debates sobre a jornada de trabalho no Congresso Nacional e não aceitaremos que o avanço da legislação seja distorcido para penalizar quem acorda cedo todos os dias para movimentar a economia do país. Aumentar o limite de horas semanais ou abrir brechas para que o trabalhador perca o controle sobre seu tempo e sua saúde é um retrocesso inadmissível.

 

 O papel dos nossos representantes na Câmara deve ser o de garantir dignidade, qualidade de vida e segurança financeira para a população, e não o de ceder a pressões que precarizam o emprego.

 

 Por meio deste abaixo-assinado, exigimos:

 

1. A rejeição imediata de qualquer emenda que aumente a carga horária permitida por lei ou fragilize o FGTS.

 

2. O respeito aos limites constitucionais de jornada, priorizando o bem-estar e a saúde mental do trabalhador.

 

3. Que os deputados votem alinhados com os interesses do povo que os elegeu, sob a certeza de que lembraremos de cada voto nas urnas.

 

4. Redução Já, sem enrolação: Exigimos que a redução da jornada de trabalho seja aplicada de forma imediata após a aprovação, rejeitando qualquer proposta de transição de 10 anos que empurre a validade da lei para 2036. O trabalhador precisa de fôlego e dignidade hoje, e não daqui a uma década!


 A proposta no Congresso que visa aumentar a jornada de trabalho semanal no Brasil, afetando milhões de trabalhadores que já enfrentam condições desgastantes para sustentar suas famílias. Essa medida não só piora a qualidade de vida, mas também precariza o ambiente de trabalho, levando a um aumento de doenças ocupacionais e estresse.

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que a carga horária média de trabalho no Brasil já é uma das mais altas do mundo. Além disso, o salário mínimo brasileiro mal cobre os custos básicos de alimentação e moradia, de acordo com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE).

 Aumentar a jornada de trabalho seria um retrocesso nos direitos trabalhistas que foram arduamente conquistados ao longo de décadas.   Precisamos de políticas que promovam o bem-estar do trabalhador, como condições dignas, remunerações justas e programas que incentivem o equilíbrio entre a vida pessoal e profissional. O verdadeiro progresso está em valorizar os trabalhadores que sustentam a economia, não em sobrecarregá-los.

Peço que se junte a mim nesta luta contra o aumento da jornada de trabalho. Assine esta petição e mostre aos nossos representantes que estamos cientes de nossos direitos e que não aceitaremos medidas que prejudicam a maioria para beneficiar uma minoria. Juntos, podemos fazer a diferença e proteger o futuro dos trabalhadores brasileiros.

 

 

 

Como faremos isso chegar a Brasília?

 Assim que atingirmos a nossa meta, faremos o download do manifesto com o número total de assinaturas e o enviaremos oficialmente para o e-mail de todos os líderes partidários da Câmara dos Deputados. Além disso, acionaremos parlamentares que defendem a nossa causa para que levem o nosso clamor diretamente ao plenário de Brasília!

 

🗳️ Quantidade de Assinaturas e Como Elas Vão Funcionar

 

 Para que a nossa voz chegue com força em Brasília, trabalharemos com duas metas principais:

 

 Meta de Pressão Política (10.000 a 50.000 assinaturas): Não existe um número mínimo exigido por lei para petições online, mas a política funciona pelo medo de perder votos. Quando atingirmos essa quantidade, o documento será enviado diretamente para os e-mails e redes sociais de todos os deputados federais. É o suficiente para mostrar que a população está de olho e gerar desgaste para quem votar contra o trabalhador.

 

Meta de Força Máxima (1,5 milhão de assinaturas): Se quisermos transformar essa indignação em uma lei oficial criada pelo próprio povo (um Projeto de Lei de Iniciativa Popular), a Constituição exige o apoio de, no mínimo, 1% do eleitorado nacional (o que dá cerca de 1,5 milhão de pessoas). Essas assinaturas precisam incluir dados do título de eleitor e estar espalhadas por pelo menos 5 estados do Brasil.

 

 Nosso plano inicial: Vamos começar fazendo barulho e acumulando forças nas redes sociais para atingir a nossa primeira meta de pressão. Mostre aos parlamentares que o povo não aceitará retrocessos!

 

 

 

 Assine e compartilhe! Deixe claro que o seu voto tem preço, e o preço é o respeito aos seus direitos! 

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Dágila OliveiraCriador do abaixo-assinado

34

Vamos chegar a 50 assinaturas!
Os abaixo-assinados com mais de 1.000 apoiadores têm cinco vezes mais chances de ganhar!
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​Trabalho duro todos os dias e sei o quanto é difícil conquistar qualquer direito no Brasil. Ver parlamentares, que têm salários altos e excelentes condições, votando para dificultar a vida de quem ganha o salário mínimo e move a economia do país é uma injustiça que não posso aceitar calada. Estou cansada de ver o trabalhador pagar a conta de crises econômicas enquanto os de cima continuam intocáveis. Essa petição é a minha forma de dizer 'CHEGA'.

 

                        O manifesto

 

Para: Deputados e Deputadas da Câmara dos Deputados.

 

 Nós, cidadãos, trabalhadores e eleitores brasileiros, manifestamos nossa total indignação e repúdio a qualquer proposta, emenda ou projeto de lei que tente aumentar a jornada de trabalho ou flexibilizar direitos consolidados, como o FGTS e as regras atuais de descanso.

 

 Acompanhamos com atenção os debates sobre a jornada de trabalho no Congresso Nacional e não aceitaremos que o avanço da legislação seja distorcido para penalizar quem acorda cedo todos os dias para movimentar a economia do país. Aumentar o limite de horas semanais ou abrir brechas para que o trabalhador perca o controle sobre seu tempo e sua saúde é um retrocesso inadmissível.

 

 O papel dos nossos representantes na Câmara deve ser o de garantir dignidade, qualidade de vida e segurança financeira para a população, e não o de ceder a pressões que precarizam o emprego.

 

 Por meio deste abaixo-assinado, exigimos:

 

1. A rejeição imediata de qualquer emenda que aumente a carga horária permitida por lei ou fragilize o FGTS.

 

2. O respeito aos limites constitucionais de jornada, priorizando o bem-estar e a saúde mental do trabalhador.

 

3. Que os deputados votem alinhados com os interesses do povo que os elegeu, sob a certeza de que lembraremos de cada voto nas urnas.

 

4. Redução Já, sem enrolação: Exigimos que a redução da jornada de trabalho seja aplicada de forma imediata após a aprovação, rejeitando qualquer proposta de transição de 10 anos que empurre a validade da lei para 2036. O trabalhador precisa de fôlego e dignidade hoje, e não daqui a uma década!


 A proposta no Congresso que visa aumentar a jornada de trabalho semanal no Brasil, afetando milhões de trabalhadores que já enfrentam condições desgastantes para sustentar suas famílias. Essa medida não só piora a qualidade de vida, mas também precariza o ambiente de trabalho, levando a um aumento de doenças ocupacionais e estresse.

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que a carga horária média de trabalho no Brasil já é uma das mais altas do mundo. Além disso, o salário mínimo brasileiro mal cobre os custos básicos de alimentação e moradia, de acordo com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE).

 Aumentar a jornada de trabalho seria um retrocesso nos direitos trabalhistas que foram arduamente conquistados ao longo de décadas.   Precisamos de políticas que promovam o bem-estar do trabalhador, como condições dignas, remunerações justas e programas que incentivem o equilíbrio entre a vida pessoal e profissional. O verdadeiro progresso está em valorizar os trabalhadores que sustentam a economia, não em sobrecarregá-los.

Peço que se junte a mim nesta luta contra o aumento da jornada de trabalho. Assine esta petição e mostre aos nossos representantes que estamos cientes de nossos direitos e que não aceitaremos medidas que prejudicam a maioria para beneficiar uma minoria. Juntos, podemos fazer a diferença e proteger o futuro dos trabalhadores brasileiros.

 

 

 

Como faremos isso chegar a Brasília?

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 Para que a nossa voz chegue com força em Brasília, trabalharemos com duas metas principais:

 

 Meta de Pressão Política (10.000 a 50.000 assinaturas): Não existe um número mínimo exigido por lei para petições online, mas a política funciona pelo medo de perder votos. Quando atingirmos essa quantidade, o documento será enviado diretamente para os e-mails e redes sociais de todos os deputados federais. É o suficiente para mostrar que a população está de olho e gerar desgaste para quem votar contra o trabalhador.

 

Meta de Força Máxima (1,5 milhão de assinaturas): Se quisermos transformar essa indignação em uma lei oficial criada pelo próprio povo (um Projeto de Lei de Iniciativa Popular), a Constituição exige o apoio de, no mínimo, 1% do eleitorado nacional (o que dá cerca de 1,5 milhão de pessoas). Essas assinaturas precisam incluir dados do título de eleitor e estar espalhadas por pelo menos 5 estados do Brasil.

 

 Nosso plano inicial: Vamos começar fazendo barulho e acumulando forças nas redes sociais para atingir a nossa primeira meta de pressão. Mostre aos parlamentares que o povo não aceitará retrocessos!

 

 

 

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Dágila OliveiraCriador do abaixo-assinado

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Abaixo-assinado criado em 21 de maio de 2026