Destinar Verba Para Instrumentalização na Lei Aldir Blanc em Pará de Minas


Destinar Verba Para Instrumentalização na Lei Aldir Blanc em Pará de Minas
O problema
DIGA SIM A INSTRUMENTALIZAÇÃO!
Exigimos que a Secretaria de Cultura de Pará de Minas contrate uma equipe especializada em projetos e editais culturais, que sejam imparciais e tenham o conhecimento necessário para julgar corretamente os projetos da Lei Aldir Blanc.
Diante de problemas enfrentados nos editais da Lei Paulo Gustavo, desde a falta de conhecimento da Comissão Julgadora e Comissão Fiscalizadora, no julgamento e tratamento dos projetos, até a desconfiança da falta de imparcialidade perante a conexão e proximidade de proponentes aprovados e certos membros das comissões, é indispensável que a Secretaria de Cultura destine verba, prevista por lei, para contratar profissionais qualificados nesse processo da Aldir Blanc.
A lei Aldir Blanc permite e encoraja a destinação de até 5% da verba disponibilizada ao município para instrumentalização, ou seja, a contratação de uma empresa com profissionais de outros municípios, para redigir os editais e julgar os projetos.
Essa ação limita o "poder" e "influência" que alguns membros da Secretaria de Cultura possam ter sobre o resultado de aprovados, tornando o processo mais transparente e confiável. A Secretaria de Cultura deixou muitos artistas insatisfeitos, aprovados e não aprovados, durante o processo da Paulo Gustavo, algo que poderia ser evitado com uma equipe especializada liderando o processo.
A Secretaria de Cultura é contra a destinação dessa verba para instrumentalização. Seja qual for o motivo, nós, artistas e cidadãos pará-minenses devemos nos unir e exigir um processo limpo, honesto e transparente.
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O problema
DIGA SIM A INSTRUMENTALIZAÇÃO!
Exigimos que a Secretaria de Cultura de Pará de Minas contrate uma equipe especializada em projetos e editais culturais, que sejam imparciais e tenham o conhecimento necessário para julgar corretamente os projetos da Lei Aldir Blanc.
Diante de problemas enfrentados nos editais da Lei Paulo Gustavo, desde a falta de conhecimento da Comissão Julgadora e Comissão Fiscalizadora, no julgamento e tratamento dos projetos, até a desconfiança da falta de imparcialidade perante a conexão e proximidade de proponentes aprovados e certos membros das comissões, é indispensável que a Secretaria de Cultura destine verba, prevista por lei, para contratar profissionais qualificados nesse processo da Aldir Blanc.
A lei Aldir Blanc permite e encoraja a destinação de até 5% da verba disponibilizada ao município para instrumentalização, ou seja, a contratação de uma empresa com profissionais de outros municípios, para redigir os editais e julgar os projetos.
Essa ação limita o "poder" e "influência" que alguns membros da Secretaria de Cultura possam ter sobre o resultado de aprovados, tornando o processo mais transparente e confiável. A Secretaria de Cultura deixou muitos artistas insatisfeitos, aprovados e não aprovados, durante o processo da Paulo Gustavo, algo que poderia ser evitado com uma equipe especializada liderando o processo.
A Secretaria de Cultura é contra a destinação dessa verba para instrumentalização. Seja qual for o motivo, nós, artistas e cidadãos pará-minenses devemos nos unir e exigir um processo limpo, honesto e transparente.
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Abaixo-assinado criado em 16 de abril de 2024