Demandar gasolina pura e acessível no Brasil

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O problema

QUEM VAI PAGAR A CONTA? Exigimos garantias aos motociclistas diante do aumento de etanol na gasolina brasileira

Milhões de motociclistas brasileiros dependem diariamente de suas motos para trabalhar, viajar, se deslocar e praticar seu hobby.

E agora temos uma pergunta que precisa ser respondida:

Se a nova composição da gasolina brasileira causar danos às nossas motocicletas, quem vai pagar essa conta?

O aumento do percentual de etanol anidro misturado à gasolina levanta uma preocupação legítima principalmente entre proprietários de motocicletas importadas, de alta cilindrada, modelos mais antigos e veículos originalmente projetados e homologados considerando combustíveis com características diferentes.

Não queremos especulação.

Queremos respostas. Queremos estudos. Queremos garantias. E queremos saber quem será responsabilizado caso existam prejuízos.

Não é razoável simplesmente alterar as características do combustível disponível ao consumidor e transferir todo o risco para quem possui o veículo.

O motociclista não escolhe a composição da gasolina.

Ele chega ao posto, abastece com o combustível oficialmente disponibilizado no país e espera, no mínimo, que esse combustível seja adequado ao veículo que circula legalmente no Brasil.

Por isso, queremos respostas claras das autoridades, órgãos reguladores, representantes do setor de combustíveis e fabricantes de motocicletas.

EXIGIMOS:

Transparência sobre os estudos técnicos utilizados para avaliar os impactos da nova composição da gasolina sobre motocicletas que circulam no Brasil.
Avaliação específica para motocicletas, incluindo modelos de diferentes anos, cilindradas, tecnologias e fabricantes.
Posicionamento oficial das montadoras sobre a compatibilidade de seus modelos com o novo percentual de etanol presente na gasolina brasileira.
Garantia de proteção ao consumidor, para que proprietários não tenham garantias recusadas injustamente em razão da utilização do combustível regularmente comercializado no país.
Definição clara de responsabilidade caso sejam comprovados danos mecânicos, deterioração prematura de componentes ou outros prejuízos decorrentes diretamente da composição do combustível determinada pela regulamentação brasileira.
Monitoramento e divulgação pública dos resultados, permitindo que consumidores saibam se existem impactos sobre consumo, desempenho, durabilidade, emissões e vida útil dos componentes das motocicletas.
NÃO SOMOS CONTRA O ETANOL.

Esta discussão não precisa ser ideológica.

Não se trata de ser contra biocombustíveis, contra o meio ambiente ou contra qualquer governo.

Trata-se de responsabilidade com o consumidor.

Se a nova composição é totalmente segura para as motocicletas brasileiras, queremos que isso seja demonstrado tecnicamente e que fabricantes e autoridades assumam publicamente essa posição.

Mas, se existirem modelos que não foram projetados para trabalhar com essa concentração de etanol, seus proprietários precisam ser informados e protegidos.

O que não podemos aceitar é descobrir o problema somente depois que bombas de combustível, mangueiras, vedações, sistemas de injeção, tanques ou motores começarem a apresentar falhas — e a conta simplesmente ficar com o proprietário.

QUEM DECIDE PRECISA TAMBÉM RESPONDER PELAS CONSEQUÊNCIAS.

Se você tem uma motocicleta, independentemente da marca, cilindrada ou ano, essa discussão também é sua.

ASSINE ESTE ABAIXO-ASSINADO.

Vamos exigir transparência, estudos técnicos, garantias e responsabilidade.

E depois de assinar, compartilhe com outros motociclistas.

Quanto mais pessoas participarem, maior será a nossa voz.

Nossa moto. Nosso dinheiro. Nosso direito de saber.

Se houver dano, alguém precisa assumir a responsabilidade.

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Leandro HendgesCriador do abaixo-assinadoInstrutor de Pilotagem Offroad para Bigtrails

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