Defesa do direito à convivência materna e do melhor interesse da criança
Defesa do direito à convivência materna e do melhor interesse da criança
O problema
Meu nome é Daniela, e estou vivendo um pesadelo que nenhuma mãe deveria enfrentar. O genitor do meu filho mais novo está respondendo por abuso sexual contra minha filha mais velha, que não é sua filha biológica. Mesmo com provas claras dos abusos, o sistema judiciário decidiu que ele é mais apto a ter a guarda do nosso filho do que eu, simplesmente baseando-se na lei de alienação parental, sem considerar todas as evidências apresentadas.
Atualmente estou vivendo uma dolorosa realidade de que só posso ver meu filho a cada 15 dias, um direito que está sob ameaça de ser completamente removido. Esta decisão não só ignora as evidências de comportamento impróprio, mas também desconsidera o laço emocional crucial entre mãe e filho, crucial para o desenvolvimento saudável de qualquer criança.
Estudos demonstram que a convivência materna é vital para o equilíbrio emocional e psicológico das crianças. Em casos como o meu, onde há alegações de abuso, é ainda mais crucial que o sistema proteja o bem-estar da criança e permita que ela mantenha os vínculos com a mãe.
O atual sistema judiciário está falhando em proteger o melhor interesse da criança ao ignorar provas e favorecer roteiros de alienação parental sem uma investigação profunda. Isso não é apenas o meu caso; muitas mães em todo o país estão perdendo a guarda, mesmo sendo ótimas cuidadoras, por causa de um sistema que muitas vezes falha em analisar todas as provas de forma justa.
Estamos pedindo que o sistema judiciário reveja estes casos com a devida atenção, priorizando a segurança e os interesses das crianças, além de garantir que as mães continuem a ter um papel significativo na vida de seus filhos. Demandamos um exame mais detalhado de cada evidência apresentada e uma consideração real dos impactos emocionais e psicológicos nas crianças e suas famílias.
Por favor, assine esta petição para apoiar todas as mães na luta pela justiça, pelo direito fundamental de estar presentes na vida de seus filhos e pelo bem-estar e segurança das nossas crianças.

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O problema
Meu nome é Daniela, e estou vivendo um pesadelo que nenhuma mãe deveria enfrentar. O genitor do meu filho mais novo está respondendo por abuso sexual contra minha filha mais velha, que não é sua filha biológica. Mesmo com provas claras dos abusos, o sistema judiciário decidiu que ele é mais apto a ter a guarda do nosso filho do que eu, simplesmente baseando-se na lei de alienação parental, sem considerar todas as evidências apresentadas.
Atualmente estou vivendo uma dolorosa realidade de que só posso ver meu filho a cada 15 dias, um direito que está sob ameaça de ser completamente removido. Esta decisão não só ignora as evidências de comportamento impróprio, mas também desconsidera o laço emocional crucial entre mãe e filho, crucial para o desenvolvimento saudável de qualquer criança.
Estudos demonstram que a convivência materna é vital para o equilíbrio emocional e psicológico das crianças. Em casos como o meu, onde há alegações de abuso, é ainda mais crucial que o sistema proteja o bem-estar da criança e permita que ela mantenha os vínculos com a mãe.
O atual sistema judiciário está falhando em proteger o melhor interesse da criança ao ignorar provas e favorecer roteiros de alienação parental sem uma investigação profunda. Isso não é apenas o meu caso; muitas mães em todo o país estão perdendo a guarda, mesmo sendo ótimas cuidadoras, por causa de um sistema que muitas vezes falha em analisar todas as provas de forma justa.
Estamos pedindo que o sistema judiciário reveja estes casos com a devida atenção, priorizando a segurança e os interesses das crianças, além de garantir que as mães continuem a ter um papel significativo na vida de seus filhos. Demandamos um exame mais detalhado de cada evidência apresentada e uma consideração real dos impactos emocionais e psicológicos nas crianças e suas famílias.
Por favor, assine esta petição para apoiar todas as mães na luta pela justiça, pelo direito fundamental de estar presentes na vida de seus filhos e pelo bem-estar e segurança das nossas crianças.

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Abaixo-assinado criado em 25 de julho de 2026