

De estúdios a telas: a precarização do curso de Comunicação na Estácio
O problema
À Coordenação e Administração da Estácio
Nós, estudantes dos cursos de Comunicação da Estácio Lourdes em Minas Gerais, vimos por meio desta manifestar nossa insatisfação e preocupação com a condução atual da nossa formação acadêmica.
Infraestrutura retirada sem justificativa
Quando ingressamos no curso, fomos apresentados à estrutura da unidade Prado, que contava com estúdios de TV, fotografia, rádio e podcast, fundamentais para a prática da comunicação. No entanto, fomos transferidos de campus sem qualquer consulta ou aviso prévio e, neste novo espaço, não há nenhuma estrutura para práticas laboratoriais. Essa ausência compromete gravemente nossa formação, pois a comunicação é uma área que exige prática constante, contato com equipamentos e simulações de mercado.
Esse cenário afeta não apenas os alunos veteranos, que viram direitos adquiridos serem retirados no meio da graduação, mas também os alunos novatos, que já iniciam sua trajetória acadêmica privados de uma infraestrutura essencial para seu desenvolvimento. Assim, todos nós — veteranos e calouros — estamos sendo prejudicados por uma formação que não corresponde ao que se espera de um curso de Comunicação de qualidade.
Qualidade de ensino comprometida
Além da perda da infraestrutura, enfrentamos um uso excessivo de conteúdos online, inclusive em matérias de caráter prático que deveriam ser desenvolvidas em estúdios ou laboratórios. Essa substituição empobrece o aprendizado, reduz a vivência real da profissão e resulta em um ensino raso, distante da realidade do mercado de trabalho.
Na prática, ficamos limitados a aulas teóricas e materiais digitais que não oferecem a experiência necessária para desenvolver competências técnicas. Essa deficiência já se reflete nos processos seletivos de estágio e nas primeiras experiências profissionais, prejudicando a colocação dos estudantes e a credibilidade do curso.
Reajustes abusivos e ausência de contrapartida
As mensalidades sofrem reajustes altíssimos sempre que possível, mas não observamos melhorias correspondentes. Pelo contrário: a estrutura diminuiu, o ensino foi precarizado e a qualidade do curso foi prejudicada.
Atendimento desumanizado
Quando buscamos suporte, encontramos apenas respostas automáticas via robôs, sem atendimento humanizado, sem acolhimento e sem canais eficazes para resolução dos problemas.
Diante disso, reivindicamos:
- Reposição imediata e garantia da infraestrutura prática, com estúdios de TV, rádio e fotografia que estejam efetivamente acessíveis e presentes na rotina acadêmica, localizados no mesmo campus em que o curso é ofertado, para assegurar a integração entre teoria e prática.
- Revisão das disciplinas ofertadas no formato online, garantindo que matérias-base e de caráter prático não sejam sucateadas no ambiente digital, mantendo a qualidade e a identidade de um curso presencial.
- Revisão dos reajustes aplicados nas mensalidades, de modo que reflitam melhorias reais e não apenas aumentos abusivos sem contrapartida.
- Melhoria nos canais de atendimento, com acolhimento humano e eficiente, em substituição às respostas automáticas que não solucionam as demandas dos alunos.
- Transparência nas decisões administrativas que impactam a qualidade do ensino, de forma que estudantes sejam informados e ouvidos antes de mudanças estruturais.
Acreditamos que uma instituição de ensino superior deve prezar pela seriedade, respeito e qualidade de ensino. No entanto, o que temos vivenciado é a perda de estrutura, a precarização do ensino e a falta de compromisso com a formação dos alunos, tanto veteranos quanto novatos.
Atenciosamente,
Estudantes do curso de Comunicação da Estácio Lourdes/BH
Com o apoio de estudantes de outros cursos da Estácio Lourdes/BH
O problema
À Coordenação e Administração da Estácio
Nós, estudantes dos cursos de Comunicação da Estácio Lourdes em Minas Gerais, vimos por meio desta manifestar nossa insatisfação e preocupação com a condução atual da nossa formação acadêmica.
Infraestrutura retirada sem justificativa
Quando ingressamos no curso, fomos apresentados à estrutura da unidade Prado, que contava com estúdios de TV, fotografia, rádio e podcast, fundamentais para a prática da comunicação. No entanto, fomos transferidos de campus sem qualquer consulta ou aviso prévio e, neste novo espaço, não há nenhuma estrutura para práticas laboratoriais. Essa ausência compromete gravemente nossa formação, pois a comunicação é uma área que exige prática constante, contato com equipamentos e simulações de mercado.
Esse cenário afeta não apenas os alunos veteranos, que viram direitos adquiridos serem retirados no meio da graduação, mas também os alunos novatos, que já iniciam sua trajetória acadêmica privados de uma infraestrutura essencial para seu desenvolvimento. Assim, todos nós — veteranos e calouros — estamos sendo prejudicados por uma formação que não corresponde ao que se espera de um curso de Comunicação de qualidade.
Qualidade de ensino comprometida
Além da perda da infraestrutura, enfrentamos um uso excessivo de conteúdos online, inclusive em matérias de caráter prático que deveriam ser desenvolvidas em estúdios ou laboratórios. Essa substituição empobrece o aprendizado, reduz a vivência real da profissão e resulta em um ensino raso, distante da realidade do mercado de trabalho.
Na prática, ficamos limitados a aulas teóricas e materiais digitais que não oferecem a experiência necessária para desenvolver competências técnicas. Essa deficiência já se reflete nos processos seletivos de estágio e nas primeiras experiências profissionais, prejudicando a colocação dos estudantes e a credibilidade do curso.
Reajustes abusivos e ausência de contrapartida
As mensalidades sofrem reajustes altíssimos sempre que possível, mas não observamos melhorias correspondentes. Pelo contrário: a estrutura diminuiu, o ensino foi precarizado e a qualidade do curso foi prejudicada.
Atendimento desumanizado
Quando buscamos suporte, encontramos apenas respostas automáticas via robôs, sem atendimento humanizado, sem acolhimento e sem canais eficazes para resolução dos problemas.
Diante disso, reivindicamos:
- Reposição imediata e garantia da infraestrutura prática, com estúdios de TV, rádio e fotografia que estejam efetivamente acessíveis e presentes na rotina acadêmica, localizados no mesmo campus em que o curso é ofertado, para assegurar a integração entre teoria e prática.
- Revisão das disciplinas ofertadas no formato online, garantindo que matérias-base e de caráter prático não sejam sucateadas no ambiente digital, mantendo a qualidade e a identidade de um curso presencial.
- Revisão dos reajustes aplicados nas mensalidades, de modo que reflitam melhorias reais e não apenas aumentos abusivos sem contrapartida.
- Melhoria nos canais de atendimento, com acolhimento humano e eficiente, em substituição às respostas automáticas que não solucionam as demandas dos alunos.
- Transparência nas decisões administrativas que impactam a qualidade do ensino, de forma que estudantes sejam informados e ouvidos antes de mudanças estruturais.
Acreditamos que uma instituição de ensino superior deve prezar pela seriedade, respeito e qualidade de ensino. No entanto, o que temos vivenciado é a perda de estrutura, a precarização do ensino e a falta de compromisso com a formação dos alunos, tanto veteranos quanto novatos.
Atenciosamente,
Estudantes do curso de Comunicação da Estácio Lourdes/BH
Com o apoio de estudantes de outros cursos da Estácio Lourdes/BH
Mensagens de apoiadores
Atualizações do abaixo-assinado
Compartilhar este abaixo-assinado
Abaixo-assinado criado em 23 de setembro de 2025