Daniel perde na justiça o direito de fazer seu tratamento em casa. Ajude a mudar isso!

O problema

O Dani é portador de uma doença genética degenerativa que acabou com a força muscular de todo o seu corpo, por isso ele precisa de aparelhos para respirar e usa sondas para receber alimentação, estando sob cuidado 24 horas por dia. 

Por longos anos o seu lar era um leito na UTI do hospital, até que em 2013 sua família conseguiu uma liminar para que ele tivesse o tratamento em casa. 

Os custos são elevados (R$ 55 mil por mês para manter o aluguel dos aparelhos, profissionais, medicamentos e alimentação, sendo que uma lata de leite custa R$ 250,00 e dura dois dias). 

O Estado recorreu e agora o Dani terá que voltar a morar no hospital, onde estará sujeito a todo tipo de infecções, além de anemias e pneumonias (comuns na época do tratamento no hospital).  Além do mais, não poderá interagir com a família e amigos, nem ver o colorido dos dias e brincar com seus animaizinhos.

Será que nossas autoridades tem o direito de decidir sobre a qualidade de vida de uma criança? Será que ela pode ser condenada a viver em um hospital? Ajude-nos a mudar isso.

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Camila da SilvaCriador do abaixo-assinado
Vitória confirmada
Este abaixo-assinado foi vitorioso com 67.215 apoiadores!

O problema

O Dani é portador de uma doença genética degenerativa que acabou com a força muscular de todo o seu corpo, por isso ele precisa de aparelhos para respirar e usa sondas para receber alimentação, estando sob cuidado 24 horas por dia. 

Por longos anos o seu lar era um leito na UTI do hospital, até que em 2013 sua família conseguiu uma liminar para que ele tivesse o tratamento em casa. 

Os custos são elevados (R$ 55 mil por mês para manter o aluguel dos aparelhos, profissionais, medicamentos e alimentação, sendo que uma lata de leite custa R$ 250,00 e dura dois dias). 

O Estado recorreu e agora o Dani terá que voltar a morar no hospital, onde estará sujeito a todo tipo de infecções, além de anemias e pneumonias (comuns na época do tratamento no hospital).  Além do mais, não poderá interagir com a família e amigos, nem ver o colorido dos dias e brincar com seus animaizinhos.

Será que nossas autoridades tem o direito de decidir sobre a qualidade de vida de uma criança? Será que ela pode ser condenada a viver em um hospital? Ajude-nos a mudar isso.

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Camila da SilvaCriador do abaixo-assinado

Vitória confirmada

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Os tomadores de decisão

Secretário Estadual de Saúde do Rio Grande do Sul, João Gabbardo dos Reis
Secretário Estadual de Saúde do Rio Grande do Sul, João Gabbardo dos Reis
Leo Lima, presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul
Leo Lima, presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul
Secretário de Saúde do Distrito Federal, Humberto Lucena Pereira da Fonseca
Secretário de Saúde do Distrito Federal, Humberto Lucena Pereira da Fonseca
Prefeitura municipal de Santo Cristo
Prefeitura municipal de Santo Cristo
Atualizações do abaixo-assinado

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Abaixo-assinado criado em 3 de maio de 2017