Convênio Amil, não negue meu direito de ser mãe! Aprove a minha fertilização "in vitro"!

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Olá. 

Eu sou a Maria Betania L. S. Cruz, casada desde 2010 com Edson S. S. Cruz. Estamos tentando ser pais desde que nos casamos, mas, perdemos a primeira gestação em 2010, a segunda em 2011, e por fim, em 2012 perdemos o Nícolas, aos sete meses de gestação.

Nesta última perda, eu desenvolvi a Síndrome de Sheehan, por conta da grande perda de sangue. Com isso, minha hipófise parou de funcionar na sua total capacidade, e eu não consigo mais engravidar naturalmente.

Ano passado até fizemos por conta própria alguns métodos menos complexos, como coito programado com uso de indutor de ovulação, por dois ciclos consecutivos, tudo por nossa conta, mas meus óvulos não responderam satisfatoriamente.

No início de 2012, ingressamos com uma Ação, pedindo à Justiça que compelisse o Plano de saúde a custear a nossa FIV, uma vez que existe uma questão de saúde por trás, que não fomos sujeitos ativos ao adquirí-la. Esse processo está concluso para julgamento, mas, desde o início do ano, sem sentença. Estou temendo ser impossibilitada de ter sucesso na gravidez por conta da idade estar avançando e da inércia do Judiciário. 

Como eu gostaria de ser mãe. Como sofremos por não ter Nícolas conosco. Pedimos a compreensão do Plano de Saúde Amil pra avaliar a minha situação, tenho tudo documentado; e do Ministério Público de Pernambuco, pra fazer o que lhe compete, obrigando o Plano a cobrir essa despesa, visto que, segundo a ANS, os planos devem incluir Programas de Planejamento familiar, na temática do controle de natalidade familiar, mas, quando um casal não tem filhos e quer ter, isto também é Planejamento Familiar. O nosso planejamento é ter PELO MENOS um filho.

Pedimos ajuda de vocês todos. Estamos nos sentindo fracos e sós pra lutar contra tanta gente forte. A vida está passando, a idade está chegando ao limite, não podemos mais esperar.