CONTRA A PROIBIÇÃO DO SURF EM FLORIANÓPOLIS


CONTRA A PROIBIÇÃO DO SURF EM FLORIANÓPOLIS
O problema
EM FAVOR DO USO DEMOCRÁTICO DO ESPAÇO PÚBLICO E UMA COEXISTÊNCIA PACÍFICA ENTRE SURFISTAS E PESCADORES EM FLORIANÓPOLIS.
Floripa hoje é conhecida como a capital nacional do surf, atraindo um número maior de praticantes a cada ano. Durante o período da safra da tainha, por lei, temos apenas 06 pontos permitidos para a prática do surf em toda a ilha.
Tendo em vista o forte crescimento do esporte, que vai além do lado recreativo da prática, o surf hoje corresponde como fonte de renda para atletas e profissionais envolvidos, entre eles técnicos, fotógrafos, instrutores, filmakers, escolinhas de surf, hotéis/pousadas, fabricantes de pranchas e equipamentos, lojistas, comércio local, entre outros. Sendo a atividade de extrema importância para a economia local.
Entendemos que a proibição do surf impõe um fim forçado para a temporada de verão, enquanto ainda temos sol e temperaturas agradáveis, e a possibilidade de ganho para diversas famílias envolvidas em atividades ligadas ao esporte.
Solicitamos através deste a possibilidade de coexistir e também usufruir do espaço público costeiro durante os meses de maio, junho e julho. Período que recebemos as potentes ondulações do quadrante sul, tão aguardadas por nós surfistas.
RESSALTO: "NÃO SOMOS CONTRA A CULTURA DA PESCA, SOMOS APENAS CONTRA A PROIBIÇÃO DO SURF."

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O problema
EM FAVOR DO USO DEMOCRÁTICO DO ESPAÇO PÚBLICO E UMA COEXISTÊNCIA PACÍFICA ENTRE SURFISTAS E PESCADORES EM FLORIANÓPOLIS.
Floripa hoje é conhecida como a capital nacional do surf, atraindo um número maior de praticantes a cada ano. Durante o período da safra da tainha, por lei, temos apenas 06 pontos permitidos para a prática do surf em toda a ilha.
Tendo em vista o forte crescimento do esporte, que vai além do lado recreativo da prática, o surf hoje corresponde como fonte de renda para atletas e profissionais envolvidos, entre eles técnicos, fotógrafos, instrutores, filmakers, escolinhas de surf, hotéis/pousadas, fabricantes de pranchas e equipamentos, lojistas, comércio local, entre outros. Sendo a atividade de extrema importância para a economia local.
Entendemos que a proibição do surf impõe um fim forçado para a temporada de verão, enquanto ainda temos sol e temperaturas agradáveis, e a possibilidade de ganho para diversas famílias envolvidas em atividades ligadas ao esporte.
Solicitamos através deste a possibilidade de coexistir e também usufruir do espaço público costeiro durante os meses de maio, junho e julho. Período que recebemos as potentes ondulações do quadrante sul, tão aguardadas por nós surfistas.
RESSALTO: "NÃO SOMOS CONTRA A CULTURA DA PESCA, SOMOS APENAS CONTRA A PROIBIÇÃO DO SURF."

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Os tomadores de decisão
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Abaixo-assinado criado em 7 de maio de 2023