Contra a paralisação da temporada brasileira de cruzeiros

O problema

TODOS CONTRA A PARALISAÇÃO DA TEMPORADA BRASILEIRA DE CRUZEIROS:


O setor de cruzeiros recebeu com surpresa a recomendação de paralisação, visto que os menos de 400 casos positivos identificados a bordo representam cerca de 0,3%, ou seja, uma pequena minoria dos 130 mil passageiros e tripulantes embarcados desde o início da atual temporada, em novembro.

Os protocolos do setor de cruzeiros excedem a maioria de outras indústrias e permanecem eficazes para mitigar o risco de COVID-19. Além disso, o setor é o único que monitora, coleta e relata continuamente informações de casos diretamente aos orgãos governamentais.

Impacto econômico do setor no Brasil: 

-Com os navios parados, mais de R$ 2 bilhões não foram injetados na economia brasileira — um contraste com o ciclo 2019-2020, quando as vendas chegaram a R$ 2,4 bilhões, 7,6% superior em relação ao período de 2018-2019.

-O setor gerou R$ 296 milhões em impostos. Foram transportados 470 mil passageiros, entre brasileiros e estrangeiros que embarcaram no país.

-A temporada atual, que começou em novembro de 2021, tinha previsão de movimentar mais de 360 mil turistas, com impacto de R$ 1,7 bilhão, além da geração de 24 mil empregos, envolvendo uma cadeia extensa de setores da economia, entre eles comércio, alimentação, transportes, hospedagem, serviços turísticos, agenciamento, receptivos e combustíveis, entre muitos outros.  

-Estima-se, conforme estudo da CLIA Brasil em parceria com a FGV, que cada navio gera em torno de R$ 350 milhões de impacto para a economia brasileira. A cada 13 cruzeiristas, um emprego é gerado.

Protocolos vigentes no Brasil:
• Vacinação completa obrigatória para hóspedes e tripulantes (elegíveis dentro do Plano Nacional de Imunização).
• Testagem pré-embarque (PCR até três dias antes ou Antígeno até um dia antes da viagem).
• Testagem frequente de, no mínimo, 10% das pessoas embarcadas e tripulantes.
• Capacidade reduzida a bordo para facilitar o distanciamento social de 1,5m entre os
grupos e permitir a distribuição de cabines reservadas para isolar casos potenciais.
• Uso obrigatório de máscaras.
• Preenchimento de formulário de saúde pessoal (DSV – Declaração de Saúde do Viajante).
• Ar fresco sem recirculação, desinfecção e higienização constantes.
• Plano de contingência com corpo médico especialmente treinado e estrutura com modernos recursos para atendimento dos hóspedes e tripulantes.
• Medidas de rastreabilidade e comunicação diária com a ANVISA, Municípios e Estados.

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J MCriador do abaixo-assinado

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O problema

TODOS CONTRA A PARALISAÇÃO DA TEMPORADA BRASILEIRA DE CRUZEIROS:


O setor de cruzeiros recebeu com surpresa a recomendação de paralisação, visto que os menos de 400 casos positivos identificados a bordo representam cerca de 0,3%, ou seja, uma pequena minoria dos 130 mil passageiros e tripulantes embarcados desde o início da atual temporada, em novembro.

Os protocolos do setor de cruzeiros excedem a maioria de outras indústrias e permanecem eficazes para mitigar o risco de COVID-19. Além disso, o setor é o único que monitora, coleta e relata continuamente informações de casos diretamente aos orgãos governamentais.

Impacto econômico do setor no Brasil: 

-Com os navios parados, mais de R$ 2 bilhões não foram injetados na economia brasileira — um contraste com o ciclo 2019-2020, quando as vendas chegaram a R$ 2,4 bilhões, 7,6% superior em relação ao período de 2018-2019.

-O setor gerou R$ 296 milhões em impostos. Foram transportados 470 mil passageiros, entre brasileiros e estrangeiros que embarcaram no país.

-A temporada atual, que começou em novembro de 2021, tinha previsão de movimentar mais de 360 mil turistas, com impacto de R$ 1,7 bilhão, além da geração de 24 mil empregos, envolvendo uma cadeia extensa de setores da economia, entre eles comércio, alimentação, transportes, hospedagem, serviços turísticos, agenciamento, receptivos e combustíveis, entre muitos outros.  

-Estima-se, conforme estudo da CLIA Brasil em parceria com a FGV, que cada navio gera em torno de R$ 350 milhões de impacto para a economia brasileira. A cada 13 cruzeiristas, um emprego é gerado.

Protocolos vigentes no Brasil:
• Vacinação completa obrigatória para hóspedes e tripulantes (elegíveis dentro do Plano Nacional de Imunização).
• Testagem pré-embarque (PCR até três dias antes ou Antígeno até um dia antes da viagem).
• Testagem frequente de, no mínimo, 10% das pessoas embarcadas e tripulantes.
• Capacidade reduzida a bordo para facilitar o distanciamento social de 1,5m entre os
grupos e permitir a distribuição de cabines reservadas para isolar casos potenciais.
• Uso obrigatório de máscaras.
• Preenchimento de formulário de saúde pessoal (DSV – Declaração de Saúde do Viajante).
• Ar fresco sem recirculação, desinfecção e higienização constantes.
• Plano de contingência com corpo médico especialmente treinado e estrutura com modernos recursos para atendimento dos hóspedes e tripulantes.
• Medidas de rastreabilidade e comunicação diária com a ANVISA, Municípios e Estados.

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Os tomadores de decisão

tripulantes
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Passageiros
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Fornecedores
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Parceiros
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Comércios locais
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Abaixo-assinado criado em 13 de janeiro de 2022