Contra a homologação do curso de Medicina Veterinária em EAD

O problema

A metodologia a distância não possui competência para a formação de profissionais qualificados para o exercício da profissão, colocando vidas em risco. A profissão está diretamente atrelada à prática, não sendo viável a formação de profissionais minimamente preparados sem a vivência das disciplinas presencialmente.

Graduação em Medicina Veterinária e seus conteúdos teórico-práticos devem ser ministradas exclusivamente em modalidade presencial. A modalidade não coincide com a profissão não sendo capaz de garantir um serviço de qualidade e seguro à população, não havendo jurisprudência para a formação de profissionais com competência para atuar nas diversas áreas que a compõem como clínica e cirúrgica, Agronegócio e produção animal, Vigilância e inspeção, Perícia Medica Veterinária, Veterinária esportiva, Saúde pública, Pesquisa e desenvolvimento e Ensino, preservando a vida, saúde e bem estar dos animais e pessoas.

Por meio deste abaixo assinado o Centro Acadêmico de Medicina Veterinária da UNAMA requere ao Conselho Federal de Medicina Veterinária e Conselhos Regionais apoio a causa. O Ministério da Educação ao permitir a criação de graduação à distância, em Medicina Veterinária não compreendeu a gravidade dos impactos que vão resultar a parti da decisão. Promovendo uma formação inadequada, sem suprir as necessidades necessárias para a graduação de profissionais qualificados, causando impacto direto na sociedade. Com isso procuramos evitar a banalização na formação de Médicos Veterinários.

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CAMVET UNAMACriador do abaixo-assinado

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O problema

A metodologia a distância não possui competência para a formação de profissionais qualificados para o exercício da profissão, colocando vidas em risco. A profissão está diretamente atrelada à prática, não sendo viável a formação de profissionais minimamente preparados sem a vivência das disciplinas presencialmente.

Graduação em Medicina Veterinária e seus conteúdos teórico-práticos devem ser ministradas exclusivamente em modalidade presencial. A modalidade não coincide com a profissão não sendo capaz de garantir um serviço de qualidade e seguro à população, não havendo jurisprudência para a formação de profissionais com competência para atuar nas diversas áreas que a compõem como clínica e cirúrgica, Agronegócio e produção animal, Vigilância e inspeção, Perícia Medica Veterinária, Veterinária esportiva, Saúde pública, Pesquisa e desenvolvimento e Ensino, preservando a vida, saúde e bem estar dos animais e pessoas.

Por meio deste abaixo assinado o Centro Acadêmico de Medicina Veterinária da UNAMA requere ao Conselho Federal de Medicina Veterinária e Conselhos Regionais apoio a causa. O Ministério da Educação ao permitir a criação de graduação à distância, em Medicina Veterinária não compreendeu a gravidade dos impactos que vão resultar a parti da decisão. Promovendo uma formação inadequada, sem suprir as necessidades necessárias para a graduação de profissionais qualificados, causando impacto direto na sociedade. Com isso procuramos evitar a banalização na formação de Médicos Veterinários.

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Os tomadores de decisão

Conselho Federal de Medicina Veterinária
Durante a 321ª Reunião Plenária do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV), realizada na quinta-feira (21/2), foi aprovada por unanimidade a Resolução nº 1.256 que proíbe a inscrição de egressos de cursos de Medicina Veterinária realizados na modalidade de ensino a distância. Sem a inscrição no Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV), quem tiver concluído o curso a distância fica impedido de exercer a profissão de médico-veterinário em todo o país. E os profissionais que ministrarem disciplinas ou estiverem envolvidos na gestão dos cursos a distância estão sujeitos à responsabilização ético-disciplinar. A autorização de cursos de graduação é uma atribuição do Ministério da Educação (MEC) e o CFMV não possui competência para evitar a proliferação da metodologia a distância em Medicina Veterinária. No entanto, a Plenária do Conselho entende que a modalidade impede a realização de aulas práticas essenciais para preparar o bom profissional. Atualmente, as diretrizes curriculares do MEC admitem que 20% da grade horária da graduação de Medicina Veterinária seja realizada por aulas on-line, desde que restritas aos conteúdos meramente teóricos. O CFMV defende que os outros 80% das aulas sejam ministrados exclusivamente sob a modalidade presencial, inclusive, com estágio profissional. O presidente do CFMV, Francisco Cavalcanti de Almeida, destaca que o curso de Medicina Veterinária demanda inúmeras atividades práticas e de campo, como anatomia, fisiologia, clínica, cirurgia, patologia, análises laboratoriais, entre outras operacionais e de manejo técnico, cuja aprendizagem só ocorrem por meio de aulas presenciais, conforme prevê a Resolução nº 595/1992. De acordo com o presidente do CFMV, os estudantes de Medicina Veterinária passam por árduo treinamento para aprender a identificar as queixas de pacientes que não falam e não podem comunicar verbalmente o que sentem. “Já é um processo complexo de aprendizagem em aulas presenciais. Imagine como seria aprender isso virtualmente? Como seriam aulas on-line de auscultação do coração ou dos movimentos estomacais? ”, exemplifica o presidente para demonstrar que a formação requer prática e contato direto com os animais. Para Cavalcanti, a educação inadequada gera prejuízos à formação profissionalizante e impacta diretamente os serviços prestados à sociedade. “Como órgão que fiscaliza o exercício profissional, queremos zelar pela qualidade do mercado de trabalho e pela saúde da população”, afirma o presidente. Ele garante que a preocupação do Conselho não está restrita ao mercado de trabalho, mas também ao investimento do aluno em uma educação que não vai prepará-lo de forma adequada. “É um curso caro, o aluno tem a expectativa de uma sólida formação, mas acaba sendo vítima de um sistema de educação meramente mercantilista, que não garante formação de qualidade”, alerta Cavalcanti. (Assessoria de Comunicação CFMV) Fonte: http://bit.ly/2VfkNkM

Atualizações do abaixo-assinado

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Abaixo-assinado criado em 21 de fevereiro de 2019