Contra a destruição das últimas áreas da Floresta Amazônica em Belém, cidade da COP30

Contra a destruição das últimas áreas da Floresta Amazônica em Belém, cidade da COP30

O problema

O último suspiro de Floresta Amazônica em Belém corresponde a dois territórios: 1 a APA (área de proteção ambiental) que abrange o Parque Ecológico Estadual Utinga e 2 o Parque Ecológico Municipal Gunnar Vingren, ambos estão sendo desmatados por conta de obras que iniciaram sem licença ambiental e que se deu continuidade com as permissões dos próprios órgãos do estado, responsável pelas obras. 
A primeira obra é a da avenida "liberdade", que eu chamo de avenida Atrocidade, se inicia num território indígena sagrado, o Murukutu, rasga a área de proteção ambiental criada para proteger os mananciais de água que mantém Belém, e o parque do Utinga conhecido por abrigar espécies ameaçadas de extinção, muitas raríssimas, como a ararajuba e o tucano de bico preto,  345 espécies de árvores, além das raposinhas (Cerdocyon thous), jaguatiricas, capivaras, cervos, preguiças, e 239 das espécies de pássaros registrados e muitos outros bichinhos da floresta!
Esses animais precisam de uma área ininterrupta de floresta, senão, correm risco de morrer de fome, pois essa obra quer dividir a APA ao meio! Correm também risco de atropelamento e principalmente: ação de caçadores e traficantes de animais. nos ajude a salvar a floresta, que além de proteger esses animais, também protege a população da cidade por manter a temperatura de Belém com um calor menos insuportável, com a destruição dessa área verde, o calor aumentará. A capital da metrópole da Amazônia já chega a 37,9°C, a população mais pobre, que depende de ônibus, queima ao transitar pela cidade sem árvores.

Essas mesmas situações de risco se repetem na obra do prolongamento de outra via, a Rua da Marinha, que irá cortar ao meio o parque ecológico municipal, onde vive livre o tucano do bico preto, ameaçado de extinção. 
A construção da AV. Liberdade e o prolongamento da Rua da Marinha são rotas de entrada para especulação imobiliária,  para loteamentos ilegais e para a ocupação predatória do território.  Além de destruir florestas, irá soterrar igarapés, acabar com áreas alagadas e matar os terrenos de igapó.

A consequência? Animais mortos, o barulho espantando a vida silvestre, o solo envenenado e os mananciais contaminados. E sabe o que isso significa? Água suja, falta d’água, calor insuportável, morte de animais, caos ambiental! Além de tudo, esse projeto atropela leis e direitos fundamentais! A Convenção nº 169 da OIT obriga a consulta aos povos tradicionais antes de qualquer decisão que os afete diretamente. Mas adivinha? Não consultaram ninguém! Enquanto o mundo se desespera com as mudanças climáticas, nossos políticos – herdeiros da pior corrupção e violência – estão destruindo nosso futuro em nome de um progresso que só beneficia meia dúzia de empresários gananciosos. Por favor, assine!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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O problema

O último suspiro de Floresta Amazônica em Belém corresponde a dois territórios: 1 a APA (área de proteção ambiental) que abrange o Parque Ecológico Estadual Utinga e 2 o Parque Ecológico Municipal Gunnar Vingren, ambos estão sendo desmatados por conta de obras que iniciaram sem licença ambiental e que se deu continuidade com as permissões dos próprios órgãos do estado, responsável pelas obras. 
A primeira obra é a da avenida "liberdade", que eu chamo de avenida Atrocidade, se inicia num território indígena sagrado, o Murukutu, rasga a área de proteção ambiental criada para proteger os mananciais de água que mantém Belém, e o parque do Utinga conhecido por abrigar espécies ameaçadas de extinção, muitas raríssimas, como a ararajuba e o tucano de bico preto,  345 espécies de árvores, além das raposinhas (Cerdocyon thous), jaguatiricas, capivaras, cervos, preguiças, e 239 das espécies de pássaros registrados e muitos outros bichinhos da floresta!
Esses animais precisam de uma área ininterrupta de floresta, senão, correm risco de morrer de fome, pois essa obra quer dividir a APA ao meio! Correm também risco de atropelamento e principalmente: ação de caçadores e traficantes de animais. nos ajude a salvar a floresta, que além de proteger esses animais, também protege a população da cidade por manter a temperatura de Belém com um calor menos insuportável, com a destruição dessa área verde, o calor aumentará. A capital da metrópole da Amazônia já chega a 37,9°C, a população mais pobre, que depende de ônibus, queima ao transitar pela cidade sem árvores.

Essas mesmas situações de risco se repetem na obra do prolongamento de outra via, a Rua da Marinha, que irá cortar ao meio o parque ecológico municipal, onde vive livre o tucano do bico preto, ameaçado de extinção. 
A construção da AV. Liberdade e o prolongamento da Rua da Marinha são rotas de entrada para especulação imobiliária,  para loteamentos ilegais e para a ocupação predatória do território.  Além de destruir florestas, irá soterrar igarapés, acabar com áreas alagadas e matar os terrenos de igapó.

A consequência? Animais mortos, o barulho espantando a vida silvestre, o solo envenenado e os mananciais contaminados. E sabe o que isso significa? Água suja, falta d’água, calor insuportável, morte de animais, caos ambiental! Além de tudo, esse projeto atropela leis e direitos fundamentais! A Convenção nº 169 da OIT obriga a consulta aos povos tradicionais antes de qualquer decisão que os afete diretamente. Mas adivinha? Não consultaram ninguém! Enquanto o mundo se desespera com as mudanças climáticas, nossos políticos – herdeiros da pior corrupção e violência – estão destruindo nosso futuro em nome de um progresso que só beneficia meia dúzia de empresários gananciosos. Por favor, assine!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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