Contra a desocupação do Galpão X - por uma solução com diálogo.


Contra a desocupação do Galpão X - por uma solução com diálogo.
O problema
Contra a desocupação do Galpão X – por uma solução com diálogo
Nós, cidadãos e cidadãs de Ilhéus, manifestamos nossa preocupação diante da possível desocupação do Galpão X – Centro Multiesportivo Cultural, espaço público localizado próximo ao terminal urbano.
Antes abandonado e sem função social, o local foi transformado pela comunidade em um ambiente vivo, seguro e acessível que hoje beneficia cerca de 250 pessoas, com atividades gratuitas ou de colaboração consciente, voltadas ao esporte, cultura e inclusão social.
O espaço abriga importantes projetos comunitários, como:
- Associação Ilheense de Skate, espaço destinado à prática e treinamento de skate e patins;
- Casa da Capoeira de Ilhéus, área que abriga o Coletivo Ginga de Angola e o Grupo de Capoeira Camarada Camaradinha
- Projeto Jiu-jitsu também educa;
- Realização de eventos culturais e comunitários, consolidando o local como verdadeiro ponto de cultura popular e formação social.
Esses projetos não apenas promovem o esporte e a cultura, mas também geram impacto social real, formando cidadãos, fortalecendo vínculos comunitários e revelando talentos com conquistas em níveis regionais, nacionais e internacionais.
Recentemente, a comunidade foi surpreendida com uma notificação de desocupação em 30 dias pela SPU - Secretaria de Patrimônio da União, colocando em risco a continuidade de todas essas atividades.
Diante disso, solicitamos às autoridades:
- A suspensão/reavaliação da desocupação integral do espaço, de modo a preservar as atividades atualmente desenvolvidas;
- A manutenção parcial da área para continuidade das práticas esportivas e culturais, caso a obra seja mantida;
Ou, alternativamente, - a garantia formal de destinação de espaço equivalente e adequado dentro do novo projeto ou em local próximo, assegurando a continuidade das atividades hoje exercidas;
- A abertura de diálogo com os representantes dos coletivos e da comunidade usuária do espaço, para construção de solução conjunta e socialmente responsável.
Defender o Galpão X é defender o esporte, a cultura e o futuro da juventude de Ilhéus.
https://www.instagram.com/galpaox/
Assine e apoie esta causa!
CONHEÇA MELHOR OS GRUPOS E PROJETOS QUE ATUAM NO GALPÃO X:
A Associação Ilheense de Skate, inscrita no CNPJ nº 54.946.414/0001-37, é uma iniciativa social consolidada no município de Ilhéus, que foi registrada há cerca de 2 anos, mas atua no Galpão X há mais de 8 anos, promovendo inclusão, esporte, cultura e transformação social .
À frente das ações estão os idealizadores e instrutores de skate André Carlos, Murilo Ferreira e Estefany Santos, que atuam de forma ativa na formação esportiva, cidadã e cultural dos participantes.
Entre as principais ações desenvolvidas pela Associação, destacam-se:
- Realização do tradicional Campeonato Anual 7 de Setembro, fortalecendo o calendário esportivo local;
- Participação e articulação com a Liga Baiana de Skate do Interior;
- Promoção de treinos regulares e organizados, como o Skate Treino;
- Organização do Campeonato da Escolinha, incentivando novos talentos;
- Realização de sessões de Cine Skate, unindo esporte e cultura;
- Apoio a aniversários comunitários e eventos locais;
- Promoção de ações de arrecadação de fundos, garantindo a sustentabilidade do projeto;
- Incentivo à arte por meio de exposições artísticas no espaço.
O impacto do projeto também se reflete no desempenho esportivo de seus participantes, com destaque para atletas como Antony Ferreira, campeão baiano e 7º colocado no campeonato brasileiro; Pietro Ló, vice-campeão; além de Samyla e Estefany, campeãs do Skate Treino, evidenciando o potencial transformador da iniciativa.
https://www.instagram.com/ais.skate/
O Coletivo Ginga de Angola, conduzido pelo Contramestre Paulo Sem Terra, foi fundado em 2013 na Escola de Dança da UFBA, onde funcionou até 2021 como um projeto de extensão, atuando com capoeira angola, samba de roda e cultura popular afro-brasileira. Em 2022 iniciou seus trabalhos em Ilhéus, concentrando seus trabalhos no Galpão X, com atividades também na UFSB, campus Jorge Amado.
É reconhecido como ponto de cultura pelo MinC (https://culturaviva.cultura.gov.br/agente/297172/#info e tem desenvolvido projetos ligados à salvaguarda e memória da capoeira na região sulbaiana. Através da Lei Paulo Gustavo (Edital Nº PG 17/2023 - Vozes Culturais da Bahia) desenvolveu o projeto “Casa da Capoeira de Ilhéus: centro de referência de memória, cultura e cidadania”, contribuindo para a transformação do Galpão X em um espaço de memória da capoeira da região, fazendo um mapeamento de todos os grupos de capoeira da cidade, homenageando os mestres mais velhos com suas histórias de vida e traçando árvores genealógicas, criando uma exposição permanente. Realizou o I e o II Herança Ancestral, encontros de capoeira angola e cultura popular afro-brasileira apoiados pela Lei Aldir Blanc no município. O Coletivo esteve envolvido ainda no programa Qualifica Capoeira, ajudando na formação dos educadores capoeiristas de Ilhéus para atuação no projeto Capoeira das Escolas, do governo do estado, em consonância com a Lei Moa do Katendê.
Hoje constitui também um projeto de extensão da UFSB, ligado ao POPTECS (Centro de Formação em Políticas Culturais e Tecnologias Sociais) e ao curso de produção cultural.
https://www.instagram.com/ginga.de.angola/
O Grupo de Capoeira Camarada Camaradinha é uma importante iniciativa cultural e social que atua na preservação e difusão da capoeira como expressão de identidade, resistência e formação cidadã, conduzido pelo Mestre Ramiro, uma das figuras mais emblemáticas da cultura ilheense. Com mais de 50 anos de prática na capoeira, iniciada ainda na infância, Mestre Ramiro construiu uma trajetória marcada pela dedicação à arte e pelo compromisso com a formação de crianças e jovens. Sua atuação ao longo das décadas contribuiu significativamente para a valorização da capoeira como instrumento de transformação social, sendo reconhecido inclusive com moção de aplausos pela Câmara Municipal de Ilhéus (MOÇÃO nº 30 de 2024)
Além disso, Mestre Ramiro também desenvolveu projetos sociais que chegaram a atender cerca de 150 crianças de diferentes bairros, promovendo inclusão, cultura e cidadania por meio da capoeira. Sua vivência reflete desafios comuns enfrentados por iniciativas sociais, como a perda de espaços públicos para a prática esportiva, reforçando a importância de projetos comunitários que mantenham essas atividades vivas .
Nesse cenário, o Grupo Camarada Camaradinha se consolida como continuidade desse legado, promovendo atividades voltadas para crianças, jovens e adultos, com foco não apenas na prática esportiva, mas também na formação humana. Por meio de treinos, rodas de capoeira, apresentações culturais e participação em eventos, o grupo fortalece valores como disciplina, respeito, coletividade e pertencimento, ao mesmo tempo em que valoriza a cultura afro-brasileira.
Mais do que um grupo de capoeira, trata-se de um espaço de acolhimento e desenvolvimento social, que contribui diretamente para a construção de oportunidades e para o fortalecimento da identidade cultural local, seguindo a tradição de mestres como Ramiro e mantendo viva a capoeira como ferramenta de transformação em Ilhéus.
https://www.instagram.com/ye_camaradinha/
O projeto Jiu-jitsu também educa é conduzido pelo professor Pedro Costa, educador físico com especialização em Neurociência Aplicada ao Esporte, que atua de forma comprometida na formação física, emocional e social dos alunos. Teve início no final de 2013, de forma simples e independente, dentro da própria residência do idealizador. Após cerca de quatro anos, as aulas passaram a acontecer na parte superior do Ginásio de Esportes, onde permaneceram por mais quatro anos. Em decorrência de mudanças administrativas o projeto precisou deixar o local.
Na sequência, as atividades foram transferidas para a quadra do bairro da Conquista, onde permaneceram por aproximadamente um ano. Contudo, o ambiente apresentou desafios relacionados à segurança, o que inviabilizou a permanência.
Buscando manter o projeto ativo, as aulas foram então levadas para o Clube Tengão, também localizado na Conquista, onde o responsável arcou, com recursos próprios, com o pagamento de aluguel por cerca de dois anos e meio, mesmo sem qualquer tipo de apoio financeiro externo. Ainda assim, novas dificuldades surgiram, tornando inviável a continuidade naquele espaço.
Foi então que o projeto encontrou acolhimento no Galpão X, onde está há cerca de dois anos, desenvolvendo um trabalho consolidado nas áreas de saúde, segurança pública, educação e formação esportiva. Atualmente, são atendidos cerca de 75 alunos, com idades entre 8 e 16 anos, em um ambiente que promove disciplina, respeito e desenvolvimento integral.
O projeto também se destaca pela formação de atletas de alto rendimento, com conquistas expressivas em diversas competições, incluindo títulos regionais (baiano e mineiro), nacionais (campeonato brasileiro), pan-americanos, sul-americanos, Copa Brasil, campeonatos mundiais, além de diversas outras copas e desafios promovidos por federações.
https://www.instagram.com/jiujitsutbmeduca/
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Mais do que um espaço de prática esportiva, o Galpão X se consolida como um ponto de encontro, formação e pertencimento, contribuindo para a redução da vulnerabilidade social, o fortalecimento de vínculos comunitários e a valorização da cultura urbana, que ao longo dos anos tem superado desafios estruturais para continuar impactando positivamente a vida de dezenas de jovens e suas famílias.
Defender este espaço é defender o esporte, a cultura, a juventude e a ocupação social positiva dos espaços públicos de nossa cidade.
Assine e apoie esta causa!

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O problema
Contra a desocupação do Galpão X – por uma solução com diálogo
Nós, cidadãos e cidadãs de Ilhéus, manifestamos nossa preocupação diante da possível desocupação do Galpão X – Centro Multiesportivo Cultural, espaço público localizado próximo ao terminal urbano.
Antes abandonado e sem função social, o local foi transformado pela comunidade em um ambiente vivo, seguro e acessível que hoje beneficia cerca de 250 pessoas, com atividades gratuitas ou de colaboração consciente, voltadas ao esporte, cultura e inclusão social.
O espaço abriga importantes projetos comunitários, como:
- Associação Ilheense de Skate, espaço destinado à prática e treinamento de skate e patins;
- Casa da Capoeira de Ilhéus, área que abriga o Coletivo Ginga de Angola e o Grupo de Capoeira Camarada Camaradinha
- Projeto Jiu-jitsu também educa;
- Realização de eventos culturais e comunitários, consolidando o local como verdadeiro ponto de cultura popular e formação social.
Esses projetos não apenas promovem o esporte e a cultura, mas também geram impacto social real, formando cidadãos, fortalecendo vínculos comunitários e revelando talentos com conquistas em níveis regionais, nacionais e internacionais.
Recentemente, a comunidade foi surpreendida com uma notificação de desocupação em 30 dias pela SPU - Secretaria de Patrimônio da União, colocando em risco a continuidade de todas essas atividades.
Diante disso, solicitamos às autoridades:
- A suspensão/reavaliação da desocupação integral do espaço, de modo a preservar as atividades atualmente desenvolvidas;
- A manutenção parcial da área para continuidade das práticas esportivas e culturais, caso a obra seja mantida;
Ou, alternativamente, - a garantia formal de destinação de espaço equivalente e adequado dentro do novo projeto ou em local próximo, assegurando a continuidade das atividades hoje exercidas;
- A abertura de diálogo com os representantes dos coletivos e da comunidade usuária do espaço, para construção de solução conjunta e socialmente responsável.
Defender o Galpão X é defender o esporte, a cultura e o futuro da juventude de Ilhéus.
https://www.instagram.com/galpaox/
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CONHEÇA MELHOR OS GRUPOS E PROJETOS QUE ATUAM NO GALPÃO X:
A Associação Ilheense de Skate, inscrita no CNPJ nº 54.946.414/0001-37, é uma iniciativa social consolidada no município de Ilhéus, que foi registrada há cerca de 2 anos, mas atua no Galpão X há mais de 8 anos, promovendo inclusão, esporte, cultura e transformação social .
À frente das ações estão os idealizadores e instrutores de skate André Carlos, Murilo Ferreira e Estefany Santos, que atuam de forma ativa na formação esportiva, cidadã e cultural dos participantes.
Entre as principais ações desenvolvidas pela Associação, destacam-se:
- Realização do tradicional Campeonato Anual 7 de Setembro, fortalecendo o calendário esportivo local;
- Participação e articulação com a Liga Baiana de Skate do Interior;
- Promoção de treinos regulares e organizados, como o Skate Treino;
- Organização do Campeonato da Escolinha, incentivando novos talentos;
- Realização de sessões de Cine Skate, unindo esporte e cultura;
- Apoio a aniversários comunitários e eventos locais;
- Promoção de ações de arrecadação de fundos, garantindo a sustentabilidade do projeto;
- Incentivo à arte por meio de exposições artísticas no espaço.
O impacto do projeto também se reflete no desempenho esportivo de seus participantes, com destaque para atletas como Antony Ferreira, campeão baiano e 7º colocado no campeonato brasileiro; Pietro Ló, vice-campeão; além de Samyla e Estefany, campeãs do Skate Treino, evidenciando o potencial transformador da iniciativa.
https://www.instagram.com/ais.skate/
O Coletivo Ginga de Angola, conduzido pelo Contramestre Paulo Sem Terra, foi fundado em 2013 na Escola de Dança da UFBA, onde funcionou até 2021 como um projeto de extensão, atuando com capoeira angola, samba de roda e cultura popular afro-brasileira. Em 2022 iniciou seus trabalhos em Ilhéus, concentrando seus trabalhos no Galpão X, com atividades também na UFSB, campus Jorge Amado.
É reconhecido como ponto de cultura pelo MinC (https://culturaviva.cultura.gov.br/agente/297172/#info e tem desenvolvido projetos ligados à salvaguarda e memória da capoeira na região sulbaiana. Através da Lei Paulo Gustavo (Edital Nº PG 17/2023 - Vozes Culturais da Bahia) desenvolveu o projeto “Casa da Capoeira de Ilhéus: centro de referência de memória, cultura e cidadania”, contribuindo para a transformação do Galpão X em um espaço de memória da capoeira da região, fazendo um mapeamento de todos os grupos de capoeira da cidade, homenageando os mestres mais velhos com suas histórias de vida e traçando árvores genealógicas, criando uma exposição permanente. Realizou o I e o II Herança Ancestral, encontros de capoeira angola e cultura popular afro-brasileira apoiados pela Lei Aldir Blanc no município. O Coletivo esteve envolvido ainda no programa Qualifica Capoeira, ajudando na formação dos educadores capoeiristas de Ilhéus para atuação no projeto Capoeira das Escolas, do governo do estado, em consonância com a Lei Moa do Katendê.
Hoje constitui também um projeto de extensão da UFSB, ligado ao POPTECS (Centro de Formação em Políticas Culturais e Tecnologias Sociais) e ao curso de produção cultural.
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O Grupo de Capoeira Camarada Camaradinha é uma importante iniciativa cultural e social que atua na preservação e difusão da capoeira como expressão de identidade, resistência e formação cidadã, conduzido pelo Mestre Ramiro, uma das figuras mais emblemáticas da cultura ilheense. Com mais de 50 anos de prática na capoeira, iniciada ainda na infância, Mestre Ramiro construiu uma trajetória marcada pela dedicação à arte e pelo compromisso com a formação de crianças e jovens. Sua atuação ao longo das décadas contribuiu significativamente para a valorização da capoeira como instrumento de transformação social, sendo reconhecido inclusive com moção de aplausos pela Câmara Municipal de Ilhéus (MOÇÃO nº 30 de 2024)
Além disso, Mestre Ramiro também desenvolveu projetos sociais que chegaram a atender cerca de 150 crianças de diferentes bairros, promovendo inclusão, cultura e cidadania por meio da capoeira. Sua vivência reflete desafios comuns enfrentados por iniciativas sociais, como a perda de espaços públicos para a prática esportiva, reforçando a importância de projetos comunitários que mantenham essas atividades vivas .
Nesse cenário, o Grupo Camarada Camaradinha se consolida como continuidade desse legado, promovendo atividades voltadas para crianças, jovens e adultos, com foco não apenas na prática esportiva, mas também na formação humana. Por meio de treinos, rodas de capoeira, apresentações culturais e participação em eventos, o grupo fortalece valores como disciplina, respeito, coletividade e pertencimento, ao mesmo tempo em que valoriza a cultura afro-brasileira.
Mais do que um grupo de capoeira, trata-se de um espaço de acolhimento e desenvolvimento social, que contribui diretamente para a construção de oportunidades e para o fortalecimento da identidade cultural local, seguindo a tradição de mestres como Ramiro e mantendo viva a capoeira como ferramenta de transformação em Ilhéus.
https://www.instagram.com/ye_camaradinha/
O projeto Jiu-jitsu também educa é conduzido pelo professor Pedro Costa, educador físico com especialização em Neurociência Aplicada ao Esporte, que atua de forma comprometida na formação física, emocional e social dos alunos. Teve início no final de 2013, de forma simples e independente, dentro da própria residência do idealizador. Após cerca de quatro anos, as aulas passaram a acontecer na parte superior do Ginásio de Esportes, onde permaneceram por mais quatro anos. Em decorrência de mudanças administrativas o projeto precisou deixar o local.
Na sequência, as atividades foram transferidas para a quadra do bairro da Conquista, onde permaneceram por aproximadamente um ano. Contudo, o ambiente apresentou desafios relacionados à segurança, o que inviabilizou a permanência.
Buscando manter o projeto ativo, as aulas foram então levadas para o Clube Tengão, também localizado na Conquista, onde o responsável arcou, com recursos próprios, com o pagamento de aluguel por cerca de dois anos e meio, mesmo sem qualquer tipo de apoio financeiro externo. Ainda assim, novas dificuldades surgiram, tornando inviável a continuidade naquele espaço.
Foi então que o projeto encontrou acolhimento no Galpão X, onde está há cerca de dois anos, desenvolvendo um trabalho consolidado nas áreas de saúde, segurança pública, educação e formação esportiva. Atualmente, são atendidos cerca de 75 alunos, com idades entre 8 e 16 anos, em um ambiente que promove disciplina, respeito e desenvolvimento integral.
O projeto também se destaca pela formação de atletas de alto rendimento, com conquistas expressivas em diversas competições, incluindo títulos regionais (baiano e mineiro), nacionais (campeonato brasileiro), pan-americanos, sul-americanos, Copa Brasil, campeonatos mundiais, além de diversas outras copas e desafios promovidos por federações.
https://www.instagram.com/jiujitsutbmeduca/
—-----------------------------------------
Mais do que um espaço de prática esportiva, o Galpão X se consolida como um ponto de encontro, formação e pertencimento, contribuindo para a redução da vulnerabilidade social, o fortalecimento de vínculos comunitários e a valorização da cultura urbana, que ao longo dos anos tem superado desafios estruturais para continuar impactando positivamente a vida de dezenas de jovens e suas famílias.
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Abaixo-assinado criado em 13 de abril de 2026