

Contra a cultura do estupro, a misoginia e a violência RedPill.
O problema
Nós, cidadãs, cidadãos, movimentos sociais, coletivos e organizações comprometidas com a defesa da vida e da dignidade das mulheres e meninas, manifestamos nosso repúdio à disseminação da cultura do estupro, da misoginia e da ideologia redpill no ambiente universitário.
Diante das denúncias relacionadas à criação e circulação de um ranking de caráter sexual que teria classificado e objetificado estudantes mulheres, exigimos apuração rigorosa dos fatos, proteção às mulheres atingidas e responsabilização adequada dos envolvidos, assegurados o contraditório e o devido processo.
Não se trata de uma brincadeira isolada. A objetificação, o ranqueamento sexual e a exposição de mulheres contribuem para normalizar uma cultura que transforma corpos femininos em mercadoria, constrange estudantes e cria ambientes inseguros e hostis.
Por meio deste abaixo-assinado, solicitamos:
*Apuração formal e transparente dos fatos pela instituição de ensino;
*Acolhimento e proteção das mulheres atingidas, preservando suas identidades;
*Garantia de que nenhuma denunciante sofrerá intimidação, exposição ou retaliação;
*Adoção das medidas disciplinares cabíveis, caso os fatos sejam confirmados;
*Criação de canais seguros para denúncias de assédio, misoginia e violência de gênero;
*Implementação de ações educativas permanentes sobre violência contra as mulheres, cultura do estupro e ética profissional;
*Encaminhamento dos fatos e das provas disponíveis ao Ministério Público do Estado de São Paulo e aos demais órgãos competentes, para apuração de eventuais responsabilidades.
A cultura do estupro não começa apenas na violência consumada. Ela também se fortalece quando a objetificação, a humilhação e a desumanização das mulheres são tratadas como brincadeira.
Assinamos este documento para afirmar que a misoginia e a cultura redpill não podem ser naturalizadas dentro das universidades — especialmente em espaços responsáveis pela formação de profissionais que futuramente trabalharão com a saúde e a vulnerabilidade de outras pessoas.
No Oeste Paulista, a cultura redpill não se cria.
Pela vida, pela dignidade e pela segurança de todas as mulheres e meninas.

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O problema
Nós, cidadãs, cidadãos, movimentos sociais, coletivos e organizações comprometidas com a defesa da vida e da dignidade das mulheres e meninas, manifestamos nosso repúdio à disseminação da cultura do estupro, da misoginia e da ideologia redpill no ambiente universitário.
Diante das denúncias relacionadas à criação e circulação de um ranking de caráter sexual que teria classificado e objetificado estudantes mulheres, exigimos apuração rigorosa dos fatos, proteção às mulheres atingidas e responsabilização adequada dos envolvidos, assegurados o contraditório e o devido processo.
Não se trata de uma brincadeira isolada. A objetificação, o ranqueamento sexual e a exposição de mulheres contribuem para normalizar uma cultura que transforma corpos femininos em mercadoria, constrange estudantes e cria ambientes inseguros e hostis.
Por meio deste abaixo-assinado, solicitamos:
*Apuração formal e transparente dos fatos pela instituição de ensino;
*Acolhimento e proteção das mulheres atingidas, preservando suas identidades;
*Garantia de que nenhuma denunciante sofrerá intimidação, exposição ou retaliação;
*Adoção das medidas disciplinares cabíveis, caso os fatos sejam confirmados;
*Criação de canais seguros para denúncias de assédio, misoginia e violência de gênero;
*Implementação de ações educativas permanentes sobre violência contra as mulheres, cultura do estupro e ética profissional;
*Encaminhamento dos fatos e das provas disponíveis ao Ministério Público do Estado de São Paulo e aos demais órgãos competentes, para apuração de eventuais responsabilidades.
A cultura do estupro não começa apenas na violência consumada. Ela também se fortalece quando a objetificação, a humilhação e a desumanização das mulheres são tratadas como brincadeira.
Assinamos este documento para afirmar que a misoginia e a cultura redpill não podem ser naturalizadas dentro das universidades — especialmente em espaços responsáveis pela formação de profissionais que futuramente trabalharão com a saúde e a vulnerabilidade de outras pessoas.
No Oeste Paulista, a cultura redpill não se cria.
Pela vida, pela dignidade e pela segurança de todas as mulheres e meninas.

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Abaixo-assinado criado em 21 de agosto de 2026