Contra a Construção de Novo Centro de Acolhimento/Vila Reencontro no Canindé

O problema

Nós, moradores dos bairros do Canindé, Pari, Belém e Brás, unimo-nos nesta petição para expressar nossa firme oposição à construção de um novo centro de acolhimento/Vila Reencontro na Rua Monsenhor Maximiniano Leite. Consideramos que essa iniciativa representa uma ameaça à segurança, qualidade de vida e valorização de nossos imóveis.

Justificativas:
1.    Segurança Residencial: A presença de centros de acolhimento atrai uma variedade de pessoas, incluindo aquelas que enfrentam desafios sociais, como usuários de drogas, moradores de rua e carroceiros. Essa concentração pode criar desafios adicionais relacionados à segurança, impactando a tranquilidade de nossas residências

2.    Impacto na Qualidade de Vida: A instalação de um novo centro de acolhimento nas proximidades pode impactar negativamente nossa qualidade de vida. Ruas mais movimentadas, aumento do barulho e presença constante de pessoas em situação de vulnerabilidade podem tornar nossa comunidade menos agradável e segura. A Rua Monsenhor Maximiniano Leite é uma área residencial que abriga um considerável número de idosos e crianças. A presença de um centro de acolhimento nas proximidades pode expor esses grupos mais vulneráveis a riscos relacionados à segurança e saúde.

3.    Desvalorização dos Imóveis: A construção de um centro de acolhimento nessas áreas pode resultar na desvalorização dos imóveis circundantes. A percepção negativa associada à proximidade de instituições desse tipo pode afastar potenciais compradores e investidores, prejudicando a estabilidade econômica dos residentes.

4. Já Possuímos Centros de Acolhimento: Os bairros em questão já desempenham um papel ativo no acolhimento de pessoas em situação de vulnerabilidade social, com centros e instituições dedicadas a essa causa. A construção de mais uma instalação semelhante pode sobrecarregar recursos locais e não oferecer benefícios significativos à comunidade.

Solicitamos:
1.    Reavaliação do Local Escolhido: Pedimos às autoridades responsáveis que reconsiderem a escolha da Rua Monsenhor Maximiniano Leite como local para o novo centro de acolhimento/Vila Reencontro, levando em consideração os impactos negativos previstos em nossa comunidade.

2.    Diálogo e Participação Comunitária: Exigimos um processo de tomada de decisão transparente e inclusivo, permitindo que os moradores se expressem e tenham voz ativa nas decisões que afetam diretamente suas vidas e comunidade.

3.    Investimento em Soluções Alternativas: Propomos que sejam exploradas alternativas para lidar com questões sociais, como a construção de centros de acolhimento em locais mais adequados e estratégias que abordem eficazmente os desafios enfrentados por pessoas em situação de vulnerabilidade. Pedimos que as autoridades levem em consideração a capacidade das instituições já existentes antes de decidirem pela construção de uma nova. Propomos que os recursos disponíveis sejam direcionados para melhorar as condições e eficácia das instituições de acolhimento já existentes. Isso garantirá uma abordagem mais sustentável e eficiente para lidar com as necessidades daqueles que estão em situação de vulnerabilidade.

Ao assinar esta petição, manifestamos nosso desejo de preservar a segurança, qualidade de vida e valorização de nossos bairros. Contamos com o apoio das autoridades e da comunidade para encontrar soluções que beneficiem a todos de maneira equitativa.

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Juliana ForestiCriador do abaixo-assinado

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O problema

Nós, moradores dos bairros do Canindé, Pari, Belém e Brás, unimo-nos nesta petição para expressar nossa firme oposição à construção de um novo centro de acolhimento/Vila Reencontro na Rua Monsenhor Maximiniano Leite. Consideramos que essa iniciativa representa uma ameaça à segurança, qualidade de vida e valorização de nossos imóveis.

Justificativas:
1.    Segurança Residencial: A presença de centros de acolhimento atrai uma variedade de pessoas, incluindo aquelas que enfrentam desafios sociais, como usuários de drogas, moradores de rua e carroceiros. Essa concentração pode criar desafios adicionais relacionados à segurança, impactando a tranquilidade de nossas residências

2.    Impacto na Qualidade de Vida: A instalação de um novo centro de acolhimento nas proximidades pode impactar negativamente nossa qualidade de vida. Ruas mais movimentadas, aumento do barulho e presença constante de pessoas em situação de vulnerabilidade podem tornar nossa comunidade menos agradável e segura. A Rua Monsenhor Maximiniano Leite é uma área residencial que abriga um considerável número de idosos e crianças. A presença de um centro de acolhimento nas proximidades pode expor esses grupos mais vulneráveis a riscos relacionados à segurança e saúde.

3.    Desvalorização dos Imóveis: A construção de um centro de acolhimento nessas áreas pode resultar na desvalorização dos imóveis circundantes. A percepção negativa associada à proximidade de instituições desse tipo pode afastar potenciais compradores e investidores, prejudicando a estabilidade econômica dos residentes.

4. Já Possuímos Centros de Acolhimento: Os bairros em questão já desempenham um papel ativo no acolhimento de pessoas em situação de vulnerabilidade social, com centros e instituições dedicadas a essa causa. A construção de mais uma instalação semelhante pode sobrecarregar recursos locais e não oferecer benefícios significativos à comunidade.

Solicitamos:
1.    Reavaliação do Local Escolhido: Pedimos às autoridades responsáveis que reconsiderem a escolha da Rua Monsenhor Maximiniano Leite como local para o novo centro de acolhimento/Vila Reencontro, levando em consideração os impactos negativos previstos em nossa comunidade.

2.    Diálogo e Participação Comunitária: Exigimos um processo de tomada de decisão transparente e inclusivo, permitindo que os moradores se expressem e tenham voz ativa nas decisões que afetam diretamente suas vidas e comunidade.

3.    Investimento em Soluções Alternativas: Propomos que sejam exploradas alternativas para lidar com questões sociais, como a construção de centros de acolhimento em locais mais adequados e estratégias que abordem eficazmente os desafios enfrentados por pessoas em situação de vulnerabilidade. Pedimos que as autoridades levem em consideração a capacidade das instituições já existentes antes de decidirem pela construção de uma nova. Propomos que os recursos disponíveis sejam direcionados para melhorar as condições e eficácia das instituições de acolhimento já existentes. Isso garantirá uma abordagem mais sustentável e eficiente para lidar com as necessidades daqueles que estão em situação de vulnerabilidade.

Ao assinar esta petição, manifestamos nosso desejo de preservar a segurança, qualidade de vida e valorização de nossos bairros. Contamos com o apoio das autoridades e da comunidade para encontrar soluções que beneficiem a todos de maneira equitativa.

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Juliana ForestiCriador do abaixo-assinado

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Abaixo-assinado criado em 1 de fevereiro de 2024