Queremos Emily Lima na seleção brasileira de futebol feminino

O problema

No dia 01/11/2016 a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) anunciou Emily Lima como a nova treinadora da seleção feminina. A notícia foi bastante comemorada não apenas porque representava uma importante conquista para as mulheres que atuam no futebol, mas pela sua reconhecida competência para assumir o cargo.

O primeiro desafio de Emily se deu já em dezembro, no Tornei Internacional de Futebol realizado em Manaus, no qual conduziu a seleção ao seu heptacampeonato. Passado a primeira competição, traçou junto com sua comissão técnica um plano de desenvolvimento da modalidade pensando em ações a curto, médio e longo prazo. Fez convocações regionais, testou novas jogadoras, promoveu um novo conceito de futebol, enfrentou equipes muito fortes e não perdeu nenhum jogo para seleções com ranking FIFA menor que a brasileira. Nesses quase 10 meses de trabalho foram 7 vitórias, 5 derrotas e 1 empate.

Para a surpresa de quem acredita no futebol de mulheres, no dia 22/09/2017 a CBF informou o desligamento da treinadora de sua função. Sem explicações, sem justificativa, sem detalhes.

Considerando que um projeto foi interrompido sem que houvesse tempo suficiente para que se consolidasse, manifestamos nosso descontentamento com a precipitação da decisão e solicitamos que a CBF reconsidere sua posição e  reintegre  Emily Lima e sua comissão técnica ao comando da seleção feminina.

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SILVANA GOELLNERCriador do abaixo-assinado
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O problema

No dia 01/11/2016 a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) anunciou Emily Lima como a nova treinadora da seleção feminina. A notícia foi bastante comemorada não apenas porque representava uma importante conquista para as mulheres que atuam no futebol, mas pela sua reconhecida competência para assumir o cargo.

O primeiro desafio de Emily se deu já em dezembro, no Tornei Internacional de Futebol realizado em Manaus, no qual conduziu a seleção ao seu heptacampeonato. Passado a primeira competição, traçou junto com sua comissão técnica um plano de desenvolvimento da modalidade pensando em ações a curto, médio e longo prazo. Fez convocações regionais, testou novas jogadoras, promoveu um novo conceito de futebol, enfrentou equipes muito fortes e não perdeu nenhum jogo para seleções com ranking FIFA menor que a brasileira. Nesses quase 10 meses de trabalho foram 7 vitórias, 5 derrotas e 1 empate.

Para a surpresa de quem acredita no futebol de mulheres, no dia 22/09/2017 a CBF informou o desligamento da treinadora de sua função. Sem explicações, sem justificativa, sem detalhes.

Considerando que um projeto foi interrompido sem que houvesse tempo suficiente para que se consolidasse, manifestamos nosso descontentamento com a precipitação da decisão e solicitamos que a CBF reconsidere sua posição e  reintegre  Emily Lima e sua comissão técnica ao comando da seleção feminina.

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SILVANA GOELLNERCriador do abaixo-assinado

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Abaixo-assinado criado em 25 de setembro de 2017