

Colocar o idoso no centro das políticas públicas no Brasil
O problema
Minha jornada como pesquisadora e como parte da Rede Geronto, uma rede internacional de estudos e pesquisas em gerontologia, me aproximou de uma realidade inegável: o Brasil está passando por uma transição demográfica significativa, com a população idosa em rápido crescimento. Este é um fenômeno que vai além das estatísticas frias; são histórias, vivências, desafios e conquistas de milhares de idosos que necessitam de mais atenção e consideração em nossas políticas públicas.
A importância de adaptar as políticas públicas para incluir integralmente os idosos não é apenas uma questão de justiça social, mas de necessidade econômica e social. Dados recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que a população acima de 60 anos já representa aproximadamente 14% do total da população brasileira, e a previsão é que esse percentual dobre nas próximas duas décadas. É imprescindível que esta crescente parcela da sociedade seja integrada ativamente nas decisões políticas, recebendo serviços adequados e tendo sua voz amplificada nas discussões nacionais.
Idosos enfrentam desafios únicos e muitas vezes negligenciados, como acesso inadequado a cuidados de saúde, que incluem demências e Alzheimer, falta de suporte financeiro, saneamento básico e exclusão digital. Nossas políticas precisam garantir que eles vivam suas vidas com dignidade, segurança financeira, e acesso igualitário a todas as oportunidades e recursos de que necessitam.
Propomos que o governo federal, junto ao Ministério da Saúde, da Educação, das Cidades, dos Direitos Humanos e Cidadania e da Economia, estabeleça uma comissão nacional de gerontologia para rever e reformular políticas públicas com foco no idoso. Esta comissão deve incluir representantes seniores das esferas pública e privada, especialistas em envelhecimento e representantes das próprias comunidades de idosos.
Somente ao priorizar o idoso nas decisões políticas podemos assegurar um futuro justo e equitativo para todos os brasileiros, independentemente da idade. É hora de tratarmos nossos idosos não como um fardo, mas como integrantes essenciais da nossa sociedade, com o cumprimento da legislação vigente como o Estatuto da Pessoa Idosa.
Peço a sua assinatura para mostrar aos órgãos do executivo que estamos atentos e exigimos mudanças! Assine e partilhe para alcançar mais corações e mentes em todo o Brasil.

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O problema
Minha jornada como pesquisadora e como parte da Rede Geronto, uma rede internacional de estudos e pesquisas em gerontologia, me aproximou de uma realidade inegável: o Brasil está passando por uma transição demográfica significativa, com a população idosa em rápido crescimento. Este é um fenômeno que vai além das estatísticas frias; são histórias, vivências, desafios e conquistas de milhares de idosos que necessitam de mais atenção e consideração em nossas políticas públicas.
A importância de adaptar as políticas públicas para incluir integralmente os idosos não é apenas uma questão de justiça social, mas de necessidade econômica e social. Dados recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que a população acima de 60 anos já representa aproximadamente 14% do total da população brasileira, e a previsão é que esse percentual dobre nas próximas duas décadas. É imprescindível que esta crescente parcela da sociedade seja integrada ativamente nas decisões políticas, recebendo serviços adequados e tendo sua voz amplificada nas discussões nacionais.
Idosos enfrentam desafios únicos e muitas vezes negligenciados, como acesso inadequado a cuidados de saúde, que incluem demências e Alzheimer, falta de suporte financeiro, saneamento básico e exclusão digital. Nossas políticas precisam garantir que eles vivam suas vidas com dignidade, segurança financeira, e acesso igualitário a todas as oportunidades e recursos de que necessitam.
Propomos que o governo federal, junto ao Ministério da Saúde, da Educação, das Cidades, dos Direitos Humanos e Cidadania e da Economia, estabeleça uma comissão nacional de gerontologia para rever e reformular políticas públicas com foco no idoso. Esta comissão deve incluir representantes seniores das esferas pública e privada, especialistas em envelhecimento e representantes das próprias comunidades de idosos.
Somente ao priorizar o idoso nas decisões políticas podemos assegurar um futuro justo e equitativo para todos os brasileiros, independentemente da idade. É hora de tratarmos nossos idosos não como um fardo, mas como integrantes essenciais da nossa sociedade, com o cumprimento da legislação vigente como o Estatuto da Pessoa Idosa.
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Abaixo-assinado criado em 28 de agosto de 2026