Não queremos participar da Campanha da Fraternidade 2021


Não queremos participar da Campanha da Fraternidade 2021
O problema
O texto base formulado para a CF 2021 tem a intenção clara de inserir termos do discurso secular que vão contra a fé católica nas celebrações e, apesar de dissimular um discurso de amor, na verdade é um discurso polarizador que não cita uma vez sequer o maior mandamento cristão: “Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda tua alma e de todo teu espírito e o teu próximo como a ti mesmo” (Mt 22,37-39).
Em parte de um artigo publicado em 2019, pela autora principal do texto base da CF 2021, fica claro que a mesma foi contra a CF 2020:
“(...) Apesar de reconhecer os avanços em torno da pauta
do direito ao aborto legal e seguro e o quanto este tema está rompendo barreiras,
compreendemos que é necessário e urgente ampliar a Tenda Lilás. Ela precisa
ser estendida em todo o País, como um espaço de resistência, fortalecimento e
articulação das mulheres.
Identificamos obstáculos importantes pela frente, não apenas no âmbito legislativo, mas também religioso. Em 2020, o tema da Campanha da Fraternidade da Igreja Católica Romana será pró-vida. Recentemente a CNBB laçou um livro com o título “Homem e Mulher: Deus os criou”. O texto apresenta um discurso de guerra às mulheres e ataca a primeira, segunda e terceira ondas feministas, afirmando que o movimento feminista não representa as mulheres, mas que é expressão da “ideologia de gênero”. Segundo o texto, o movimento feminista introduz corrupção.” Fonte: (https://www.cfemea.org.br/images/stories/publicacoes/laicidade_direito_aborto.pdf
Ao verificar o objetivo geral, percebe-se o uso de três verbos: pensar, avaliar e identificar, os quais se relacionam com os termos “polarizações” e “violências”. Os termos utilizados reforçam a ideia de divisão. Não se aponta para o exercício da fé e conversão e para a mudança de vida e consequente “respeito” às diferenças, que seria o exercício do amor ao próximo (Mt 22, 39).
Somos favoráveis ao diálogo inter religioso, o qual respeita as diferenças e, também ao respeito aos irmãos que tem escolhas diferentes das indicadas pela fé católica, porém firmamos compromisso no ato do batismo e crisma por defender a fé que recebemos de nossos pais e, o texto base da CF 2021 falha no sentido de deturpar a fé católica com o pretexto de fomentar a "unidade na diversidade".
Após o levantamento de vários pontos no texto base da CF 2021, os quais vão contra a fé católica, pedimos com toda humildade, que o corpo eclesiástico brasileiro nos ajude a falar sobre o amor, contudo guardando nossa fé. Por isso abaixo assinamos pedindo permissão para seguirmos apenas as orientações teológico-litúrgicas próprias do tempo quaresmal, sem fazer parte da Campanha da Fraternidade 2021. Temos a reta intenção de fazer todos os atos de caridade habituais do tempo quaresmal em nossas paróquias.
O problema
O texto base formulado para a CF 2021 tem a intenção clara de inserir termos do discurso secular que vão contra a fé católica nas celebrações e, apesar de dissimular um discurso de amor, na verdade é um discurso polarizador que não cita uma vez sequer o maior mandamento cristão: “Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda tua alma e de todo teu espírito e o teu próximo como a ti mesmo” (Mt 22,37-39).
Em parte de um artigo publicado em 2019, pela autora principal do texto base da CF 2021, fica claro que a mesma foi contra a CF 2020:
“(...) Apesar de reconhecer os avanços em torno da pauta
do direito ao aborto legal e seguro e o quanto este tema está rompendo barreiras,
compreendemos que é necessário e urgente ampliar a Tenda Lilás. Ela precisa
ser estendida em todo o País, como um espaço de resistência, fortalecimento e
articulação das mulheres.
Identificamos obstáculos importantes pela frente, não apenas no âmbito legislativo, mas também religioso. Em 2020, o tema da Campanha da Fraternidade da Igreja Católica Romana será pró-vida. Recentemente a CNBB laçou um livro com o título “Homem e Mulher: Deus os criou”. O texto apresenta um discurso de guerra às mulheres e ataca a primeira, segunda e terceira ondas feministas, afirmando que o movimento feminista não representa as mulheres, mas que é expressão da “ideologia de gênero”. Segundo o texto, o movimento feminista introduz corrupção.” Fonte: (https://www.cfemea.org.br/images/stories/publicacoes/laicidade_direito_aborto.pdf
Ao verificar o objetivo geral, percebe-se o uso de três verbos: pensar, avaliar e identificar, os quais se relacionam com os termos “polarizações” e “violências”. Os termos utilizados reforçam a ideia de divisão. Não se aponta para o exercício da fé e conversão e para a mudança de vida e consequente “respeito” às diferenças, que seria o exercício do amor ao próximo (Mt 22, 39).
Somos favoráveis ao diálogo inter religioso, o qual respeita as diferenças e, também ao respeito aos irmãos que tem escolhas diferentes das indicadas pela fé católica, porém firmamos compromisso no ato do batismo e crisma por defender a fé que recebemos de nossos pais e, o texto base da CF 2021 falha no sentido de deturpar a fé católica com o pretexto de fomentar a "unidade na diversidade".
Após o levantamento de vários pontos no texto base da CF 2021, os quais vão contra a fé católica, pedimos com toda humildade, que o corpo eclesiástico brasileiro nos ajude a falar sobre o amor, contudo guardando nossa fé. Por isso abaixo assinamos pedindo permissão para seguirmos apenas as orientações teológico-litúrgicas próprias do tempo quaresmal, sem fazer parte da Campanha da Fraternidade 2021. Temos a reta intenção de fazer todos os atos de caridade habituais do tempo quaresmal em nossas paróquias.
Abaixo-assinado encerrado
Compartilhe este abaixo-assinado
Os tomadores de decisão
Atualizações do abaixo-assinado
Compartilhar este abaixo-assinado
Abaixo-assinado criado em 15 de fevereiro de 2021