Clamamos por Justiça: Julgamento Justo no STJ e STF para Carlos Eduardo


Clamamos por Justiça: Julgamento Justo no STJ e STF para Carlos Eduardo
O problema
Meu nome é Carlos Eduardo Carneiro Ferreira Filho, e estou pedindo sua ajuda em uma luta por justiça. Fui condenado injustamente pelo assassinato de minha esposa, Priscylla, em um processo cheio de falhas, erros de perícia e interpretações distorcidas.
Este pedido é para que o Superior Tribunal de Justiça (STJ) e o Supremo Tribunal Federal (STF) reavaliem todas as provas e inconsistências que resultaram na minha condenação. Priscylla tirou a própria vida, mas fui acusado e condenado por feminicídio, com base em uma série de erros que afetaram diretamente o julgamento.
Aqui estão alguns dos pontos que revelam a gravidade da injustiça cometida:
- Erro da Promotoria: Dois Tiros na Denúncia
Desde 2016, o Ministério Público me acusa de ter disparado dois tiros contra minha esposa. No entanto, jamais existiu um segundo tiro. Houve apenas um tiro efetuado por Priscylla, que entrou acima da sua orelha direita e saiu acima da orelha esquerda. Existiam apenas um projétil e um estojo, mas o MP sustentou a acusação de dois tiros ao longo de todo o processo — nas audiências, no tribunal do júri, e nos recursos. Mesmo com a defesa apontando repetidamente esse erro absurdo, a acusação permanece inalterada até hoje. Foi essa a história contada para a imprensa, nossas famílias, nossos amigos, testemunhas e jurados. Como eu posso me defender de algo assim? - Erros da Perícia e Falhas na Investigação
A investigação e os laudos periciais foram repletos de falhas. A trajetória do projétil nunca foi analisada, e o laudo residuográfico da perícia oficial, que indicava que Priscylla poderia ter disparado a arma, foi ignorado pela investigação. As perícias de local de crime e a tanatoscópica descreveram os ferimentos de entrada e saída de maneira contraditória, não permitindo uma conclusão definitiva. A perícia de local de crime deixou de recolher diversos elementos como estojo, projétil e uma toalha que foi utilizada como abafador por Priscylla. - Acesso Restrito às Provas
As fotos das perícias, em boa resolução, foram mantidas ocultas por anos. Minha defesa teve acesso às fotos apenas um mês antes do julgamento, apesar de solicitar essas evidências desde 2016. Ainda assim, até hoje não tivemos acesso às imagens do exame tanatoscópico, fundamentais para esclarecer os fatos. A perícia complementar realizada dois dias depois da morte de Priscylla só foi juntada ao processo em 2018, quando eu já havia recebido sentença de pronúncia e já estava recorrendo às instâncias superiores. Como minha defesa poderia realizar um bom trabalho sem ter acesso a todas as perícias e documentos produzidos? - Condições Precárias no Instituto de Polícia Científica (IPC)
O IPC de João Pessoa estava sucateado na época dos acontecimentos, como noticiado na imprensa paraibana entre 2017 e 2018 quando o prédio do IPC foi fechado durante inspeção do Ministério Público do Trabalho. A falta de reagentes e equipamentos básicos comprometeu a coleta e a análise das provas. Esses problemas levantam sérias dúvidas sobre a precisão e a qualidade das perícias que foram realizadas e utilizadas no processo. Os próprios peritos oficiais processaram o Estado por falta de condições de trabalho.
Apesar de todos esses erros, fui condenado a mais de 18 anos de prisão. Passei mais de um ano preso antes de ser libertado provisoriamente, mas ainda vivo sob a constante ameaça de voltar à prisão por um crime que não cometi. Agora, minha única esperança de justiça está nos recursos que podem ser analisados pelo STJ e STF.
Estou pedindo sua ajuda para dar visibilidade a esta causa e pressionar por um julgamento justo, onde as provas sejam corretamente avaliadas e as falhas do Estado sejam corrigidas.
Por favor, assine esta petição e compartilhe-a com o maior número de pessoas. Priscylla não merece ser lembrada como vítima de um crime que não aconteceu, e eu não mereço ser tratado como um criminoso por algo que não fiz.
Para mais detalhes sobre o caso e as provas ignoradas, visite o site: https://eusouinocente.com.
Eu preciso de sua ajuda para clamar por um julgamento justo no STJ e no STF. Por favor, assine e compartilhe!
325
O problema
Meu nome é Carlos Eduardo Carneiro Ferreira Filho, e estou pedindo sua ajuda em uma luta por justiça. Fui condenado injustamente pelo assassinato de minha esposa, Priscylla, em um processo cheio de falhas, erros de perícia e interpretações distorcidas.
Este pedido é para que o Superior Tribunal de Justiça (STJ) e o Supremo Tribunal Federal (STF) reavaliem todas as provas e inconsistências que resultaram na minha condenação. Priscylla tirou a própria vida, mas fui acusado e condenado por feminicídio, com base em uma série de erros que afetaram diretamente o julgamento.
Aqui estão alguns dos pontos que revelam a gravidade da injustiça cometida:
- Erro da Promotoria: Dois Tiros na Denúncia
Desde 2016, o Ministério Público me acusa de ter disparado dois tiros contra minha esposa. No entanto, jamais existiu um segundo tiro. Houve apenas um tiro efetuado por Priscylla, que entrou acima da sua orelha direita e saiu acima da orelha esquerda. Existiam apenas um projétil e um estojo, mas o MP sustentou a acusação de dois tiros ao longo de todo o processo — nas audiências, no tribunal do júri, e nos recursos. Mesmo com a defesa apontando repetidamente esse erro absurdo, a acusação permanece inalterada até hoje. Foi essa a história contada para a imprensa, nossas famílias, nossos amigos, testemunhas e jurados. Como eu posso me defender de algo assim? - Erros da Perícia e Falhas na Investigação
A investigação e os laudos periciais foram repletos de falhas. A trajetória do projétil nunca foi analisada, e o laudo residuográfico da perícia oficial, que indicava que Priscylla poderia ter disparado a arma, foi ignorado pela investigação. As perícias de local de crime e a tanatoscópica descreveram os ferimentos de entrada e saída de maneira contraditória, não permitindo uma conclusão definitiva. A perícia de local de crime deixou de recolher diversos elementos como estojo, projétil e uma toalha que foi utilizada como abafador por Priscylla. - Acesso Restrito às Provas
As fotos das perícias, em boa resolução, foram mantidas ocultas por anos. Minha defesa teve acesso às fotos apenas um mês antes do julgamento, apesar de solicitar essas evidências desde 2016. Ainda assim, até hoje não tivemos acesso às imagens do exame tanatoscópico, fundamentais para esclarecer os fatos. A perícia complementar realizada dois dias depois da morte de Priscylla só foi juntada ao processo em 2018, quando eu já havia recebido sentença de pronúncia e já estava recorrendo às instâncias superiores. Como minha defesa poderia realizar um bom trabalho sem ter acesso a todas as perícias e documentos produzidos? - Condições Precárias no Instituto de Polícia Científica (IPC)
O IPC de João Pessoa estava sucateado na época dos acontecimentos, como noticiado na imprensa paraibana entre 2017 e 2018 quando o prédio do IPC foi fechado durante inspeção do Ministério Público do Trabalho. A falta de reagentes e equipamentos básicos comprometeu a coleta e a análise das provas. Esses problemas levantam sérias dúvidas sobre a precisão e a qualidade das perícias que foram realizadas e utilizadas no processo. Os próprios peritos oficiais processaram o Estado por falta de condições de trabalho.
Apesar de todos esses erros, fui condenado a mais de 18 anos de prisão. Passei mais de um ano preso antes de ser libertado provisoriamente, mas ainda vivo sob a constante ameaça de voltar à prisão por um crime que não cometi. Agora, minha única esperança de justiça está nos recursos que podem ser analisados pelo STJ e STF.
Estou pedindo sua ajuda para dar visibilidade a esta causa e pressionar por um julgamento justo, onde as provas sejam corretamente avaliadas e as falhas do Estado sejam corrigidas.
Por favor, assine esta petição e compartilhe-a com o maior número de pessoas. Priscylla não merece ser lembrada como vítima de um crime que não aconteceu, e eu não mereço ser tratado como um criminoso por algo que não fiz.
Para mais detalhes sobre o caso e as provas ignoradas, visite o site: https://eusouinocente.com.
Eu preciso de sua ajuda para clamar por um julgamento justo no STJ e no STF. Por favor, assine e compartilhe!
325
Mensagens de apoiadores
Abaixo-assinado criado em 21 de outubro de 2024