CONTRA a Faixa Exclusiva de Ônibus da Avenida Giovanni Gronchi - MORUMBI

O problema

A Avenida Giovani Gronchi no Morumbi, não comporta faixas exclusivas de ônibus, primeiro por ter apenas duas faixas em cada sentido, sobrando apenais uma para automóveis, segundo o já bem grande e intenso trafego por ser uma das únicas vias de escoamento do bairro, terceiro pela violência, o que travaria ainda mais o bairro favorecendo assaltos e ação de meliantes. Faixa sendo implantada sem nenhum estudo de impacto e sem planejamento por parte da prefeitura do estado de SP

Ao se aproximar da marca de 300 quilômetros de faixas exclusivas para ônibus, a prefeitura espreme 3 milhões de automóveis em vias saturadas e a cidade registra novos recordes de congestionamento.

A imagem dos corredores de ônibus vazios, enquanto as pistas destinadas a carros estão apinhadas, se tornou o melhor reflexo da situação atual do trânsito paulistano.A pesquisa do Ibope mostra que uma parte das pessoas que andavam de ônibus passou a andar a pé (de 50% para 54%). Os ônibus, que carregavam 26% dos paulistanos em 2012, agora levam 24% da população.

A teoria esconde falhas que a prática mostra com clareza. A principal delas está na crença de uma “luta de classes” entre carro e ônibus, como se só ricos andassem de transporte individual, enquanto a rede pública servisse apenas aos pobres. Isso evidentemente é uma tolice. “Não adianta aumentar a velocidade de um sistema ineficiente, sem atender às necessidades de toda a população”, afirma o urbanista e consultor de transporte Flamínio Fichmann.

Essa é a principal crítica às faixas exclusivas: a falta de uma solução equilibrada para todos os usuários do sistema de transporte, público ou privado. Pesquisas mostram que a grande reclamação do paulistano não é a velocidade, mas a falta de ônibus nas linhas existentes. Como a maioria dos trajetos de ônibus não é feito apenas por faixas exclusivas, o ganho de velocidade num trecho não significa necessariamente menor tempo total de viagem. Embora propagandeie o ganho de velocidade nos corredores, a prefeitura ainda não tem um estudo comparativo para afirmar qual foi, na prática, o ganho de tempo real no trajeto de quem passou a contar com faixas exclusivas.....

http://epoca.globo.com/regional/sp/vida-urbana/noticia/2013/12/bimobilidadeb-de-haddad.html

avatar of the starter
Daniella abolinCriador do abaixo-assinado
Este abaixo-assinado conseguiu 7.511 apoiadores!

O problema

A Avenida Giovani Gronchi no Morumbi, não comporta faixas exclusivas de ônibus, primeiro por ter apenas duas faixas em cada sentido, sobrando apenais uma para automóveis, segundo o já bem grande e intenso trafego por ser uma das únicas vias de escoamento do bairro, terceiro pela violência, o que travaria ainda mais o bairro favorecendo assaltos e ação de meliantes. Faixa sendo implantada sem nenhum estudo de impacto e sem planejamento por parte da prefeitura do estado de SP

Ao se aproximar da marca de 300 quilômetros de faixas exclusivas para ônibus, a prefeitura espreme 3 milhões de automóveis em vias saturadas e a cidade registra novos recordes de congestionamento.

A imagem dos corredores de ônibus vazios, enquanto as pistas destinadas a carros estão apinhadas, se tornou o melhor reflexo da situação atual do trânsito paulistano.A pesquisa do Ibope mostra que uma parte das pessoas que andavam de ônibus passou a andar a pé (de 50% para 54%). Os ônibus, que carregavam 26% dos paulistanos em 2012, agora levam 24% da população.

A teoria esconde falhas que a prática mostra com clareza. A principal delas está na crença de uma “luta de classes” entre carro e ônibus, como se só ricos andassem de transporte individual, enquanto a rede pública servisse apenas aos pobres. Isso evidentemente é uma tolice. “Não adianta aumentar a velocidade de um sistema ineficiente, sem atender às necessidades de toda a população”, afirma o urbanista e consultor de transporte Flamínio Fichmann.

Essa é a principal crítica às faixas exclusivas: a falta de uma solução equilibrada para todos os usuários do sistema de transporte, público ou privado. Pesquisas mostram que a grande reclamação do paulistano não é a velocidade, mas a falta de ônibus nas linhas existentes. Como a maioria dos trajetos de ônibus não é feito apenas por faixas exclusivas, o ganho de velocidade num trecho não significa necessariamente menor tempo total de viagem. Embora propagandeie o ganho de velocidade nos corredores, a prefeitura ainda não tem um estudo comparativo para afirmar qual foi, na prática, o ganho de tempo real no trajeto de quem passou a contar com faixas exclusivas.....

http://epoca.globo.com/regional/sp/vida-urbana/noticia/2013/12/bimobilidadeb-de-haddad.html

avatar of the starter
Daniella abolinCriador do abaixo-assinado

Os tomadores de decisão

CET SP
CET SP

Atualizações do abaixo-assinado

Compartilhar este abaixo-assinado

Abaixo-assinado criado em 25 de janeiro de 2016