Contra a privatização do Centro da Capital!


Contra a privatização do Centro da Capital!
O problema
Você sabia que o centro de Brasília – a rodoviária, o Conic, o SCS, a Galeria dos Estados e outros espaços – estão sendo alvo de um projeto de privatização?
Isso quer dizer que esses espaços, hoje públicos, serão modificados para gerar lucro para empresas privadas. As mudanças podem ser muitas: estacionamentos pagos, controle da circulação de pessoas, o deslocamento de serviços públicos do local, aluguéis muito mais altos, aumento de custos no sistema de transporte público e o fim de eventos culturais populares e gratuitos.
A privatização exclui a maioria da população do DF, e está sendo feita sem diálogo com a população.
O futuro do centro da capital está em jogo, tome parte nessa luta e participe! ASSINE NOSSO MANIFESTO SIGA A GENTE NO INSTAGRAM!
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Manifesto: Centro Pra Quem?
O centro da capital do país vive uma disputa decisiva. Brasília, a cidade projetada, viu seu plano fundacional ser transformado em um projeto de exclusão social. Após décadas afastando as periferias o mais distante possível e centralizando os equipamentos públicos e empregos, tentam hoje, a todo custo, transformar o centro da cidade em um lugar cada vez mais hostil, a serviço do lucro de poucos.
Enquanto o Plano Piloto sempre se mostrou estrangeiro e alheio para quem não mora nele, o centro da cidade conseguiu ser um ponto de contraste, frequentado por todas as partes do DF e Entorno. Oásis de povo em um deserto de riqueza e desigualdade. Lugares que resistiram duramente ao abandono proposital do poder público, mesmo poder que agora usa o abandono como justificativa para entregar de bandeja e a toque de caixa um patrimônio do povo.
Rodoviária, Conic, SCS, Galeria dos Estados e outros espaços públicos sempre foram ocupados por gente que todo dia faz uma migração pendular. Gente que vai para o centro trabalhar, estudar ou se divertir e voltam para suas moradias para dormir. Também são ocupados por gente que viu seus direitos negados e que convivem com a vulnerabilidade social, fruto do descaso permanente das autoridades.
Esses lugares e essas pessoas agora correm um risco terrível. Se o plano deles der certo, em um dia qualquer do futuro você pode entrar num ônibus rumo a Rodoviária e na chegada se deparar com um Shopping que expulsou trabalhadores informais e permissionários para poder existir. Pode sair da Rodoviária rumo ao Conic e encontrar um luxuoso centro comercial. Se seguisse rumo ao SCS, encontraria um território higienista e sem possibilidade de atividades culturais. Se decidisse passar pela Galeria dos Estados, encontraria outro centro comercial com aluguéis caros e inacessíveis para quem está lá hoje.
Os donos do poder fazem contas, multiplicam as oportunidades de negócios e dividem os ganhos entre eles. Uma ação parasitária com força no executivo e legislativo que quer corroer qualquer possibilidade de um futuro mais justo, democrático e popular. Quando o dinheiro manda em tudo, quem tem menos, perde mais. Como disse Chico Science, “A cidade não para, a cidade só cresce. O de cima sobe e o de baixo desce”.
Nesse presente que repete o passado, ganham os que sempre ganharam. Os mesmos sobrenomes que mandam desde a construção da cidade. Os que especulam, que faturam milhões em projetos de concessão, licitações e que agora querem ultrapassar as últimas fronteiras privatistas sem nenhuma resistência.
Porém, acreditamos que esses interesses precisam ser enfrentados pela força da coletividade, pela possibilidade do povo decidir seu próprio futuro e ser protagonista das decisões que o atingem diretamente ou indiretamente. Mais do que um diagnóstico da realidade, queremos propor ações concretas sobre ela. Longe de deixar as coisas como estão ou de mudanças que privilegiam somente um grupo de poucos, acreditamos que as mudanças precisam ser debatidas em um amplo processo participativo de discussão sobre qual cidade queremos construir.
O futuro do centro de Brasília está em aberto, mas só poderemos disputá-lo com mobilização e unidade. Esse é um convite para que você tome parte nessa luta, seu engajamento é decisivo para espalhar essa ideia para mais pessoas e construir um novo centro para a cidade. É possível um centro para o povo, um centro de direitos, pulsante, um centro com possibilidades de existência, lazer e diversão para todos!
#CentroPraQuem?

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O problema
Você sabia que o centro de Brasília – a rodoviária, o Conic, o SCS, a Galeria dos Estados e outros espaços – estão sendo alvo de um projeto de privatização?
Isso quer dizer que esses espaços, hoje públicos, serão modificados para gerar lucro para empresas privadas. As mudanças podem ser muitas: estacionamentos pagos, controle da circulação de pessoas, o deslocamento de serviços públicos do local, aluguéis muito mais altos, aumento de custos no sistema de transporte público e o fim de eventos culturais populares e gratuitos.
A privatização exclui a maioria da população do DF, e está sendo feita sem diálogo com a população.
O futuro do centro da capital está em jogo, tome parte nessa luta e participe! ASSINE NOSSO MANIFESTO SIGA A GENTE NO INSTAGRAM!
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Manifesto: Centro Pra Quem?
O centro da capital do país vive uma disputa decisiva. Brasília, a cidade projetada, viu seu plano fundacional ser transformado em um projeto de exclusão social. Após décadas afastando as periferias o mais distante possível e centralizando os equipamentos públicos e empregos, tentam hoje, a todo custo, transformar o centro da cidade em um lugar cada vez mais hostil, a serviço do lucro de poucos.
Enquanto o Plano Piloto sempre se mostrou estrangeiro e alheio para quem não mora nele, o centro da cidade conseguiu ser um ponto de contraste, frequentado por todas as partes do DF e Entorno. Oásis de povo em um deserto de riqueza e desigualdade. Lugares que resistiram duramente ao abandono proposital do poder público, mesmo poder que agora usa o abandono como justificativa para entregar de bandeja e a toque de caixa um patrimônio do povo.
Rodoviária, Conic, SCS, Galeria dos Estados e outros espaços públicos sempre foram ocupados por gente que todo dia faz uma migração pendular. Gente que vai para o centro trabalhar, estudar ou se divertir e voltam para suas moradias para dormir. Também são ocupados por gente que viu seus direitos negados e que convivem com a vulnerabilidade social, fruto do descaso permanente das autoridades.
Esses lugares e essas pessoas agora correm um risco terrível. Se o plano deles der certo, em um dia qualquer do futuro você pode entrar num ônibus rumo a Rodoviária e na chegada se deparar com um Shopping que expulsou trabalhadores informais e permissionários para poder existir. Pode sair da Rodoviária rumo ao Conic e encontrar um luxuoso centro comercial. Se seguisse rumo ao SCS, encontraria um território higienista e sem possibilidade de atividades culturais. Se decidisse passar pela Galeria dos Estados, encontraria outro centro comercial com aluguéis caros e inacessíveis para quem está lá hoje.
Os donos do poder fazem contas, multiplicam as oportunidades de negócios e dividem os ganhos entre eles. Uma ação parasitária com força no executivo e legislativo que quer corroer qualquer possibilidade de um futuro mais justo, democrático e popular. Quando o dinheiro manda em tudo, quem tem menos, perde mais. Como disse Chico Science, “A cidade não para, a cidade só cresce. O de cima sobe e o de baixo desce”.
Nesse presente que repete o passado, ganham os que sempre ganharam. Os mesmos sobrenomes que mandam desde a construção da cidade. Os que especulam, que faturam milhões em projetos de concessão, licitações e que agora querem ultrapassar as últimas fronteiras privatistas sem nenhuma resistência.
Porém, acreditamos que esses interesses precisam ser enfrentados pela força da coletividade, pela possibilidade do povo decidir seu próprio futuro e ser protagonista das decisões que o atingem diretamente ou indiretamente. Mais do que um diagnóstico da realidade, queremos propor ações concretas sobre ela. Longe de deixar as coisas como estão ou de mudanças que privilegiam somente um grupo de poucos, acreditamos que as mudanças precisam ser debatidas em um amplo processo participativo de discussão sobre qual cidade queremos construir.
O futuro do centro de Brasília está em aberto, mas só poderemos disputá-lo com mobilização e unidade. Esse é um convite para que você tome parte nessa luta, seu engajamento é decisivo para espalhar essa ideia para mais pessoas e construir um novo centro para a cidade. É possível um centro para o povo, um centro de direitos, pulsante, um centro com possibilidades de existência, lazer e diversão para todos!
#CentroPraQuem?

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Os tomadores de decisão
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Abaixo-assinado criado em 30 de agosto de 2023