CARTA ABERTA AOS ORGANISMOS INTERNACIONAIS DENUNCIANDO O ABATE DE JUMENTOS NO BRASIL E PE

CARTA ABERTA AOS ORGANISMOS INTERNACIONAIS DENUNCIANDO O ABATE DE JUMENTOS NO BRASIL E PE

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Agnes FORIEN e outras 19 pessoas assinaram recentemente.

O problema

CARTA ABERTA AOS ORGANISMOS INTERNACIONAIS DENUNCIANDO O ABATE DE JUMENTOS NO BRASIL E PEDINDO SOCORRO: É PRECISO O FIM IMEDIATO DO INACEITÁVEL ABATE DE JUMENTOS.                                                 

Salvador, Bahia, 20 de fevereiro de 2024.

Ilmo. Srs.  

A FRENTE NACIONAL DE DEFESA DOS JUMENTOS, Movimento que reune Organizações Não Governamentais de Defesa dos Direitos Animais, ativistas pelos animais e profissionais de diversos campos de atuação e simpatizantes, foi criada em 2016, após a publicação da Portaria nº 255, de 06.07.2016, expedida pela Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), que tratou sobre o abate de  jumentos, fato que gerou perplexidade junto à população, pois o jumento é para os brasileiros um   patrimônio cultural, histórico, afetivo, e vem lutando contra o inconstitucional abate de jumentos que começou no ano de 2016.

Desde 2016, ocorreram abaixos assinados, Protestos, Manifestações envolvendo pessoas de todo país e no Exterior com Organizações Não Governamentais de Defesa dos Direitos Animais de várias partes do país participando.

Referido abate de jumentos significa a conjugação inaceitável do tripé de irregularidades formado pela iminente Extinção de Espécie Animal (jumentos), Atentado a Patrimônio Cultural e Risco à Saúde Pública, inclusive contrariando a Constituição Federal brasileira quanto a proteção ao meio ambiente e contrariando também a postura desejada pela comunidade internacional de cuidado e respeito à preservação do meio ambiente e animais, no caso jumentos.

O ABATE DE JUMENTOS NO BRASIL É EXTRATIVISTA E ESTÁ LEVANDO OS JUMENTOS À EXTINÇÃO. JÁ FORAM ABATIDOS MILHARES E, AGORA, RESTAM SOBREVIVENTES.

É PRECISO PARAR OS ABATES IMEDIATAMENTE. PEDIMOS SOCORRO!!!

SOLICITAMOS À VSAS QUE PEÇAM AO GOVERNO BRASILEIRO O FIM IMEDIATO DOS ABATES.

O ABATE DE JUMENTOS JÁ FOI PROIBIDO EM OUTROS PAÍSES, PRECISA SER PROIBIDO NO BRASIL TAMBÉM, IMEDIATAMENTE.

A atividade de abate dos jumentos é extrativista. Não há cadeia produtiva. Os jumentos são capturados ou comprados, passam por sofrimento, até serem abatidos. 

O abate também está gerando um risco de disseminação de mormo doença extremamente perigosa, podendo ser mortal.

Em 20.03.2020, em virtude de Epizootia por Mormo confirmada em equídeos, a DIVEP/SUVISA/SESAB,  expediu  o  ALERTA   EPIDEMIOLÓGICO   N°  01/2020, reforçando a necessidade do exame negativo para Mormo, seja para o transporte ou para a manipulação dos animais, devido ao alto risco de contagiosidade do agente causador da doença mormo (bactéria Burkholderia mallei) entre os animais acometidos e os seres humanos que lidam com os animais em diferentes situações. O tratado Alerta Epidemiológico comprova que a Bahia, local dos abates, não está livre do mormo e que o trânsito de jumentos para o abate é um risco altíssimo para a saúde pública.

Já foram encontrados sob maus-tratos jumentos que iriam  para o abate, em estado de sofrimento e  risco à biossegurança.

Como dito, o abate de jumentos está levando os mesmos à extinção. Restam sobreviventes. 

O CRMV/Bahia em 2018 emitiu documento técnico confirmando o risco, documento elaborado  pelo  CRMBV/BA  segundo  o  qual  o  número  efetivo  de  equídeos  (equinos, asininos e muares) no Brasil teve queda de 2,7% entre 2011 e 2012; e a Região Nordeste foi a  que registrou a maior queda absoluta neste efetivo, representando em termos relativos (-4,7%), com destaque para o plantel de asininos, que teve queda de 7,4% no mesmo período. A queda  absoluta foi fortemente alavancada pelo Nordeste, com peso significativo sobre o resultado nacional. Todos os estados desta região registraram queda, sendo esta mais acentuada nos Estados da Bahia (-9,3%) e de Pernambuco (-22,7%).

Segundo o mesmo documento, em 2018, havia apenas 812.467 jumentos nordestinos, tal número vem sendo reduzido e em JÁ ESTAMOS EM 2024...logo, são agora um número muito menor os jumentos nordestinos vivos. O abate é uma temeridade. 

Estes dados caracterizam e alertam sobre o risco iminente de extinção dos jumentos, pois se trata de  uma ação extrativista e de extermínio anunciado.

DESSA FORMA, MAIS UMA VEZ, PEDIMOS A V.SAS SOCORRO!!! POIS É PRECISO PARAR OS ABATES IMEDIATAMENTE E SOLICITAMOS À VSAS QUE: PEÇAM AO GOVERNO BRASILEIRO O FIM IMEDIATO DOS ABATES.

Agradecendo a atenção e confiantes em que V.Sas atenderão nosso pleito.

Frente Nacional de Defesa dos Jumentos 

Gislane Junqueira Brandão– Coordenadora Nacional

Tel 55 71 9 9198.2385

* Instagram: @frentedefesajumentos    

* X: @frentejumentos

*Facebook: Frente Nacional de Defesa dos Jumentos     

 

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Gislane BrandãoCriador do abaixo-assinado

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Ilmo. Srs.  

A FRENTE NACIONAL DE DEFESA DOS JUMENTOS, Movimento que reune Organizações Não Governamentais de Defesa dos Direitos Animais, ativistas pelos animais e profissionais de diversos campos de atuação e simpatizantes, foi criada em 2016, após a publicação da Portaria nº 255, de 06.07.2016, expedida pela Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), que tratou sobre o abate de  jumentos, fato que gerou perplexidade junto à população, pois o jumento é para os brasileiros um   patrimônio cultural, histórico, afetivo, e vem lutando contra o inconstitucional abate de jumentos que começou no ano de 2016.

Desde 2016, ocorreram abaixos assinados, Protestos, Manifestações envolvendo pessoas de todo país e no Exterior com Organizações Não Governamentais de Defesa dos Direitos Animais de várias partes do país participando.

Referido abate de jumentos significa a conjugação inaceitável do tripé de irregularidades formado pela iminente Extinção de Espécie Animal (jumentos), Atentado a Patrimônio Cultural e Risco à Saúde Pública, inclusive contrariando a Constituição Federal brasileira quanto a proteção ao meio ambiente e contrariando também a postura desejada pela comunidade internacional de cuidado e respeito à preservação do meio ambiente e animais, no caso jumentos.

O ABATE DE JUMENTOS NO BRASIL É EXTRATIVISTA E ESTÁ LEVANDO OS JUMENTOS À EXTINÇÃO. JÁ FORAM ABATIDOS MILHARES E, AGORA, RESTAM SOBREVIVENTES.

É PRECISO PARAR OS ABATES IMEDIATAMENTE. PEDIMOS SOCORRO!!!

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O ABATE DE JUMENTOS JÁ FOI PROIBIDO EM OUTROS PAÍSES, PRECISA SER PROIBIDO NO BRASIL TAMBÉM, IMEDIATAMENTE.

A atividade de abate dos jumentos é extrativista. Não há cadeia produtiva. Os jumentos são capturados ou comprados, passam por sofrimento, até serem abatidos. 

O abate também está gerando um risco de disseminação de mormo doença extremamente perigosa, podendo ser mortal.

Em 20.03.2020, em virtude de Epizootia por Mormo confirmada em equídeos, a DIVEP/SUVISA/SESAB,  expediu  o  ALERTA   EPIDEMIOLÓGICO   N°  01/2020, reforçando a necessidade do exame negativo para Mormo, seja para o transporte ou para a manipulação dos animais, devido ao alto risco de contagiosidade do agente causador da doença mormo (bactéria Burkholderia mallei) entre os animais acometidos e os seres humanos que lidam com os animais em diferentes situações. O tratado Alerta Epidemiológico comprova que a Bahia, local dos abates, não está livre do mormo e que o trânsito de jumentos para o abate é um risco altíssimo para a saúde pública.

Já foram encontrados sob maus-tratos jumentos que iriam  para o abate, em estado de sofrimento e  risco à biossegurança.

Como dito, o abate de jumentos está levando os mesmos à extinção. Restam sobreviventes. 

O CRMV/Bahia em 2018 emitiu documento técnico confirmando o risco, documento elaborado  pelo  CRMBV/BA  segundo  o  qual  o  número  efetivo  de  equídeos  (equinos, asininos e muares) no Brasil teve queda de 2,7% entre 2011 e 2012; e a Região Nordeste foi a  que registrou a maior queda absoluta neste efetivo, representando em termos relativos (-4,7%), com destaque para o plantel de asininos, que teve queda de 7,4% no mesmo período. A queda  absoluta foi fortemente alavancada pelo Nordeste, com peso significativo sobre o resultado nacional. Todos os estados desta região registraram queda, sendo esta mais acentuada nos Estados da Bahia (-9,3%) e de Pernambuco (-22,7%).

Segundo o mesmo documento, em 2018, havia apenas 812.467 jumentos nordestinos, tal número vem sendo reduzido e em JÁ ESTAMOS EM 2024...logo, são agora um número muito menor os jumentos nordestinos vivos. O abate é uma temeridade. 

Estes dados caracterizam e alertam sobre o risco iminente de extinção dos jumentos, pois se trata de  uma ação extrativista e de extermínio anunciado.

DESSA FORMA, MAIS UMA VEZ, PEDIMOS A V.SAS SOCORRO!!! POIS É PRECISO PARAR OS ABATES IMEDIATAMENTE E SOLICITAMOS À VSAS QUE: PEÇAM AO GOVERNO BRASILEIRO O FIM IMEDIATO DOS ABATES.

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Gislane BrandãoCriador do abaixo-assinado

Os tomadores de decisão

Marina Silva (Rede-SP)
Candidata a deputada federal (Rede-SP)
Secretaria Nacional de Biodiversidade, Florestas e Direitos Animais
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Abaixo-assinado criado em 20 de fevereiro de 2024