CPI DOS JORNALISTAS

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Auditoria realizada em 2017 no SENAC detectou a contratação de jornalistas das organizações Globo, sem licitação conforme determina a lei, e muitos dos contratados, sequer possuíam documentação adequada no momento da contratação. 

Foram 14 jornalistas que receberam 3 milhões de reais de forma ilícita. 

O presidente do SENAC era Orlando DIniz, preso pela Lava Jato pelo desvio de 180 milhões de reais em propina para escritórios de advocacia, dentre eles, o da esposa de Cabral. 

A esposa de Ricardo Noblat participou de esquema do desvio de mais de 33 milhões do INCRA, cujo processo está parado desde 2005.

Antonio Palocci revelou em deleção premiado que o jornalista Roberto D’Ávila se ofereceu para ser o laranja na arrecadação de dinheiro para o filme de Lula. 

O jornalismo brasileiro está tentando derrubar o presidente Bolsonaro, com base em especulações e causando com isso instabilidade no país, o que por si só, já poderia suspender a concessão de direitos de transmissão da Rede Globo, conforme Decreto nº 52.795, de 31 de outubro de 1963. 

Há fato determinado conforme os pré requisitos para a instalação de uma CPI e principalmente a necessidade de esclarecermos o uso da imprensa contra o presidente da república visando interesses corruptos e pessoais de uma minoria com alto poder de fogo.