

Direito ao trabalho de catadoras e catadores de Porto Alegre


Direito ao trabalho de catadoras e catadores de Porto Alegre
O problema
Em Porto Alegre temos uma legislação que proíbe o trabalho autônomo de catadoras e catadores de resíduos sólidos. As leis 728 e 10531 proíbem que os autônomos recolham e inclusive circulem pela cidade. Isso vai contra O Plano Nacional de Manejo de Resíduos Sólidos, que orienta os municípios a dar prioridade para esses trabalhadores.
Buscamos a revogação dessas leis municipais e a adoção de um plano municipal que construa, junto com catadores e sociedade civil, uma alternativa que inclua os trabalhadores.
Segundo o Observatório do Terceiro Setor, são 1 milhão de trabalhadores em todo país e 90% da reciclagem vem dessa atividade. Só em Porto Alegre são 3 mil famílias que vivem da coleta nas ruas. Não podemos deixar essa categoria à mercê de uma legislação que não inclui as pessoas como cidadãos ativos no processo.
O problema
Em Porto Alegre temos uma legislação que proíbe o trabalho autônomo de catadoras e catadores de resíduos sólidos. As leis 728 e 10531 proíbem que os autônomos recolham e inclusive circulem pela cidade. Isso vai contra O Plano Nacional de Manejo de Resíduos Sólidos, que orienta os municípios a dar prioridade para esses trabalhadores.
Buscamos a revogação dessas leis municipais e a adoção de um plano municipal que construa, junto com catadores e sociedade civil, uma alternativa que inclua os trabalhadores.
Segundo o Observatório do Terceiro Setor, são 1 milhão de trabalhadores em todo país e 90% da reciclagem vem dessa atividade. Só em Porto Alegre são 3 mil famílias que vivem da coleta nas ruas. Não podemos deixar essa categoria à mercê de uma legislação que não inclui as pessoas como cidadãos ativos no processo.
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Os tomadores de decisão
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Abaixo-assinado criado em 15 de maio de 2021
