BRASIL: ENTRE A RIMA E A PIADA, A JUSTIÇA ESCOLHE O ALVO!

O problema

DENÚNCIA AO ESTADO DE DIREITO BRASILEIRO

🎤 O FUNK VIRA ESCUDO, A PIADA VIRA CRIME

MC Poze — nome artístico de alguém que se apresenta em comunidades armadas, onde o público levanta fuzis como se fossem isqueiros em show de rock, canta letras que, sem rodeios, declaram:

“Nós é do CV, respeita a tropa... Tiros voando, o bonde tá forte...”

Até onde vai a arte?

Desde que seja rimado, parece que tudo pode. Exaltar organização criminosa? Arte.

Glorificar tiroteio? Cultura marginal.

Levar microfone a um palco cercado de armas? Expressão da realidade periférica.

Mas se um humorista, comediante, branco, de terno e microfone, ousa fazer uma piada que toca um tema sensível, o Judiciário brasileiro sai do berço esplêndido para aplicar a Lei do Racismo com rigidez que falta até para julgar políticos corruptos.

⚖️ O DELITO DO PIADISTA É SER PIADISTA

Léo Lins, não defendido aqui por suas piadas (que realmente são de muito mal gosto), foi condenado por "discurso de ódio" — termo que, no Brasil, virou um elástico interpretativo tão conveniente quanto perigoso. Pois cai entre nós, uma piada é tão grave quanto muitos tipos de crimes violentos que nem mesmo se um homem espancar uma mulher até ela ir para o hospital, não iria ficar preso tanto tempo.

Mas Léo Lins por suas piadas ?

A pena? Ousada. Oito anos.

Superior ao homicídio com atenuantes.

Superior ao crime de abandono de incapaz com morte.

Superior a assédio moral crônico em ambiente de trabalho.

Superior ao tráfico.

O crime real de Léo Lins?

Não estar dentro do pacote cultural tolerável.

🧨 A HIERARQUIA DA VÍTIMA NA JUSTIÇA BRASILEIRA

O cidadão comum pergunta:

“Mas por que o Poze, que canta o nome de uma facção que mete bala, trafica, mata civis inocentes e policiais, ou seja faz todo o tipo de terror, sai ileso, e o outro pega 8 anos por piada?

A resposta é simples:

No Brasil, não é o que você faz, é quem você é — e para quem você fala.

- Se você é artista periférico, pode glorificar o Comando Vermelho: a Justiça vai te interpretar como "narrador da realidade".

- Se você é comediante fazendo piada com deficiente, indígena ou minorias: vai virar "agente do fascismo", inimigo da democracia ou algo muito pior, pois 8 anos de pena ao meu ver é algo que deve ser considerado muito grave e violento algo que só marginais sofreriam, não um piadista.

A justiça não é cega. Ela enxerga tudo — e decide com base em ideologia, mídia e militância e é claro o dinheiro!

🚨 ESTAMOS SENDO GOVERNADOS PELO CÓDIGO PENAL DA HIPOCRISIA

A Constituição Federal diz que todos são iguais perante a lei. Mas, na prática, a igualdade virou:

“Todos são iguais, exceto os artistas com beat pesado e os comediantes com piadas erradas.”

Se Poze pode cantar "CV é o bonde", então Léo Lins pode falar suas piadas infames.

Se a arte protege a exaltação da bala, por que não protege a ironia?

A lei não deveria ser para todos ?

🔫 ARMAS, VÍDEOS, CV: A PROVA É PÚBLICA — MAS A VERGONHA É SECRETA

Vamos falar sério.

Não é boato.

Não é “interpretação enviesada”.

É vídeo. É foto. É letra. É arma. É facção.

 

 

MC Poze do Rodo aparece:

 

- Em shows armados, onde a plateia agita fuzis como quem agita bandeiras.

- Cantando versos que exaltam o Comando Vermelho como se fosse um bloco de carnaval.

- Em vídeos afirmando: “Respeita o CV”, como se essa fosse a nova grife nacional.

- E pasmem — ao ser preso, pediu para ficar na mesma cela que os membros do Comando Vermelho.

 

E a resposta do Estado?

Libertação.

“Liberdade artística”, disseram, com a tranquilidade de quem não teme ser assaltado por metáforas.

🤡 O COMEDIANTE PEGA 8 ANOS. O APOLOGISTA, LIBERDADE.

Enquanto isso, Léo Lins, um homem com um microfone e uma piada mal escrita, foi condenado a oito anos de prisão, como se fosse um psicopata armado e não um comediante desarmado de noção.

 

- Sem armas.

- Sem facção.

- Sem letra rimada.

- Apenas uma piada infeliz — que virou crime hediondo nos tribunais da hipocrisia midiática.

 

É mais fácil ser do CV do que ser do stand-up.

Essa é a mensagem que o Judiciário brasileiro transmite, com trilha sonora de beat e batidão.

🏛️ QUANDO A LEI VIRA MEME E A JUSTIÇA VIRA PARÓDIA

A Constituição ainda está lá, tímida, empoeirada, dizendo que "todos são iguais perante a lei".

Mas o Brasil atual já corrigiu isso no rodapé:

 

“Exceto se a sua arte for armada, rimada e com selo do tráfico.”

“Exceto se a sua ironia tocar nos nervos da internet.”

“Exceto se for mais fácil culpar o comediante do que enfrentar o crime organizado.”

🔥 A REALIDADE QUE O ESTADO ESCOLHE IGNORAR

MC Poze canta a realidade do crime?

Ótimo. Mas isso não lhe dá salvo-conduto para glorificá-lo.

 

Se a arte é o espelho da sociedade, então estamos permitindo que o espelho vire um outdoor de marketing criminoso.

 

E o Estado, impotente ou cúmplice, aceita tudo isso como cultura, enquanto trata o humor como ameaça à democracia.

 

É como se a metralhadora rimada fosse menos perigosa que o microfone afiado.

😡 A INDIGNAÇÃO NÃO PODE SER SELETIVA

Cadê os defensores da moral pública?

Cadê o Ministério Público quando as armas aparecem nos shows?

Cadê os que gritam “crime não compensa” quando a letra do funk se transforma em propaganda do CV com beat dançante?

 

Não se trata de censura.

Se trata de coerência.

 

Ou todo mundo pode falar, ou ninguém pode.

Ou todo mundo pode rir, ou ninguém pode cantar.

 

O que não pode é isso:

 

“Se você é do morro, pode enaltecer a facção.”

“Se você é do palco, não pode enaltecer nem o sarcasmo.”

📢 EXIGIMOS O FIM DO TEATRO JURÍDICO

Chega de teatro jurídico onde o roteiro é escrito por hashtags e o veredito por trending topics.

 

- Se MC Poze não é crime, Léo Lins também não pode ser.

- Se cantar “CV é o bonde” não é apologia, então “fazer piada ruim” não é genocídio cultural.

- Se o Estado não tem coragem de enfrentar o tráfico, não venha prender o palhaço. 

🗣️ CHAMADO À SOCIEDADE: CADÊ A SUA INDIGNAÇÃO?

O Brasil precisa escolher:

Ou protege a liberdade de expressão para todos, ou então aplique a lei penal com igualdade.

Se exaltar o Comando Vermelho é liberdade artística, então o palco é livre para tudo — inclusive para o humor, o sarcasmo e o deboche.

Se o humor é crime, que se criminalize também a rima que glorifica o crime.

O que não pode é a Justiça usar toga como capa de ideologia, fazendo um tribunal de exceção com likes e curtidas no Twitter.

No momento em que o mc exalta a facção criminosa: O comando Vermelho, ele está exaltando as pessoas que tiraram a vida do filho de uma dona de casa.

No momento que a justiça libera o mc por sua glorificação ao crime organizado eles estão liberando os criminosos que mataram seus policiais, os agentes da lei e de seus cidadãos.

No momento que você torce e celebra a liberação do mc você está celebrando a hipocrisia da chamada “justiça”, das mortes dos inocentes e da derrota do sistema penal brasileiro !

✍️ ASSINA ESTA DENÚNCIA:

- O brasileiro que acredita que a Justiça deve ser justa.

- O cidadão que sabe que piada ruim não mata, mas bala perdida sim.

- A mãe que perdeu o filho por causa do “CV que o MC exalta”.

- O comediante, o funkeiro honesto, o advogado crítico, o estudante indignado.

- E você, que ainda acredita que Constituição não é panfleto político.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Anônimo ANCriador do abaixo-assinado

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O problema

DENÚNCIA AO ESTADO DE DIREITO BRASILEIRO

🎤 O FUNK VIRA ESCUDO, A PIADA VIRA CRIME

MC Poze — nome artístico de alguém que se apresenta em comunidades armadas, onde o público levanta fuzis como se fossem isqueiros em show de rock, canta letras que, sem rodeios, declaram:

“Nós é do CV, respeita a tropa... Tiros voando, o bonde tá forte...”

Até onde vai a arte?

Desde que seja rimado, parece que tudo pode. Exaltar organização criminosa? Arte.

Glorificar tiroteio? Cultura marginal.

Levar microfone a um palco cercado de armas? Expressão da realidade periférica.

Mas se um humorista, comediante, branco, de terno e microfone, ousa fazer uma piada que toca um tema sensível, o Judiciário brasileiro sai do berço esplêndido para aplicar a Lei do Racismo com rigidez que falta até para julgar políticos corruptos.

⚖️ O DELITO DO PIADISTA É SER PIADISTA

Léo Lins, não defendido aqui por suas piadas (que realmente são de muito mal gosto), foi condenado por "discurso de ódio" — termo que, no Brasil, virou um elástico interpretativo tão conveniente quanto perigoso. Pois cai entre nós, uma piada é tão grave quanto muitos tipos de crimes violentos que nem mesmo se um homem espancar uma mulher até ela ir para o hospital, não iria ficar preso tanto tempo.

Mas Léo Lins por suas piadas ?

A pena? Ousada. Oito anos.

Superior ao homicídio com atenuantes.

Superior ao crime de abandono de incapaz com morte.

Superior a assédio moral crônico em ambiente de trabalho.

Superior ao tráfico.

O crime real de Léo Lins?

Não estar dentro do pacote cultural tolerável.

🧨 A HIERARQUIA DA VÍTIMA NA JUSTIÇA BRASILEIRA

O cidadão comum pergunta:

“Mas por que o Poze, que canta o nome de uma facção que mete bala, trafica, mata civis inocentes e policiais, ou seja faz todo o tipo de terror, sai ileso, e o outro pega 8 anos por piada?

A resposta é simples:

No Brasil, não é o que você faz, é quem você é — e para quem você fala.

- Se você é artista periférico, pode glorificar o Comando Vermelho: a Justiça vai te interpretar como "narrador da realidade".

- Se você é comediante fazendo piada com deficiente, indígena ou minorias: vai virar "agente do fascismo", inimigo da democracia ou algo muito pior, pois 8 anos de pena ao meu ver é algo que deve ser considerado muito grave e violento algo que só marginais sofreriam, não um piadista.

A justiça não é cega. Ela enxerga tudo — e decide com base em ideologia, mídia e militância e é claro o dinheiro!

🚨 ESTAMOS SENDO GOVERNADOS PELO CÓDIGO PENAL DA HIPOCRISIA

A Constituição Federal diz que todos são iguais perante a lei. Mas, na prática, a igualdade virou:

“Todos são iguais, exceto os artistas com beat pesado e os comediantes com piadas erradas.”

Se Poze pode cantar "CV é o bonde", então Léo Lins pode falar suas piadas infames.

Se a arte protege a exaltação da bala, por que não protege a ironia?

A lei não deveria ser para todos ?

🔫 ARMAS, VÍDEOS, CV: A PROVA É PÚBLICA — MAS A VERGONHA É SECRETA

Vamos falar sério.

Não é boato.

Não é “interpretação enviesada”.

É vídeo. É foto. É letra. É arma. É facção.

 

 

MC Poze do Rodo aparece:

 

- Em shows armados, onde a plateia agita fuzis como quem agita bandeiras.

- Cantando versos que exaltam o Comando Vermelho como se fosse um bloco de carnaval.

- Em vídeos afirmando: “Respeita o CV”, como se essa fosse a nova grife nacional.

- E pasmem — ao ser preso, pediu para ficar na mesma cela que os membros do Comando Vermelho.

 

E a resposta do Estado?

Libertação.

“Liberdade artística”, disseram, com a tranquilidade de quem não teme ser assaltado por metáforas.

🤡 O COMEDIANTE PEGA 8 ANOS. O APOLOGISTA, LIBERDADE.

Enquanto isso, Léo Lins, um homem com um microfone e uma piada mal escrita, foi condenado a oito anos de prisão, como se fosse um psicopata armado e não um comediante desarmado de noção.

 

- Sem armas.

- Sem facção.

- Sem letra rimada.

- Apenas uma piada infeliz — que virou crime hediondo nos tribunais da hipocrisia midiática.

 

É mais fácil ser do CV do que ser do stand-up.

Essa é a mensagem que o Judiciário brasileiro transmite, com trilha sonora de beat e batidão.

🏛️ QUANDO A LEI VIRA MEME E A JUSTIÇA VIRA PARÓDIA

A Constituição ainda está lá, tímida, empoeirada, dizendo que "todos são iguais perante a lei".

Mas o Brasil atual já corrigiu isso no rodapé:

 

“Exceto se a sua arte for armada, rimada e com selo do tráfico.”

“Exceto se a sua ironia tocar nos nervos da internet.”

“Exceto se for mais fácil culpar o comediante do que enfrentar o crime organizado.”

🔥 A REALIDADE QUE O ESTADO ESCOLHE IGNORAR

MC Poze canta a realidade do crime?

Ótimo. Mas isso não lhe dá salvo-conduto para glorificá-lo.

 

Se a arte é o espelho da sociedade, então estamos permitindo que o espelho vire um outdoor de marketing criminoso.

 

E o Estado, impotente ou cúmplice, aceita tudo isso como cultura, enquanto trata o humor como ameaça à democracia.

 

É como se a metralhadora rimada fosse menos perigosa que o microfone afiado.

😡 A INDIGNAÇÃO NÃO PODE SER SELETIVA

Cadê os defensores da moral pública?

Cadê o Ministério Público quando as armas aparecem nos shows?

Cadê os que gritam “crime não compensa” quando a letra do funk se transforma em propaganda do CV com beat dançante?

 

Não se trata de censura.

Se trata de coerência.

 

Ou todo mundo pode falar, ou ninguém pode.

Ou todo mundo pode rir, ou ninguém pode cantar.

 

O que não pode é isso:

 

“Se você é do morro, pode enaltecer a facção.”

“Se você é do palco, não pode enaltecer nem o sarcasmo.”

📢 EXIGIMOS O FIM DO TEATRO JURÍDICO

Chega de teatro jurídico onde o roteiro é escrito por hashtags e o veredito por trending topics.

 

- Se MC Poze não é crime, Léo Lins também não pode ser.

- Se cantar “CV é o bonde” não é apologia, então “fazer piada ruim” não é genocídio cultural.

- Se o Estado não tem coragem de enfrentar o tráfico, não venha prender o palhaço. 

🗣️ CHAMADO À SOCIEDADE: CADÊ A SUA INDIGNAÇÃO?

O Brasil precisa escolher:

Ou protege a liberdade de expressão para todos, ou então aplique a lei penal com igualdade.

Se exaltar o Comando Vermelho é liberdade artística, então o palco é livre para tudo — inclusive para o humor, o sarcasmo e o deboche.

Se o humor é crime, que se criminalize também a rima que glorifica o crime.

O que não pode é a Justiça usar toga como capa de ideologia, fazendo um tribunal de exceção com likes e curtidas no Twitter.

No momento em que o mc exalta a facção criminosa: O comando Vermelho, ele está exaltando as pessoas que tiraram a vida do filho de uma dona de casa.

No momento que a justiça libera o mc por sua glorificação ao crime organizado eles estão liberando os criminosos que mataram seus policiais, os agentes da lei e de seus cidadãos.

No momento que você torce e celebra a liberação do mc você está celebrando a hipocrisia da chamada “justiça”, das mortes dos inocentes e da derrota do sistema penal brasileiro !

✍️ ASSINA ESTA DENÚNCIA:

- O brasileiro que acredita que a Justiça deve ser justa.

- O cidadão que sabe que piada ruim não mata, mas bala perdida sim.

- A mãe que perdeu o filho por causa do “CV que o MC exalta”.

- O comediante, o funkeiro honesto, o advogado crítico, o estudante indignado.

- E você, que ainda acredita que Constituição não é panfleto político.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Anônimo ANCriador do abaixo-assinado

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Abaixo-assinado criado em 8 de junho de 2025